<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141</id><updated>2011-10-20T14:59:37.620-07:00</updated><title type='text'>Energias Sustentáveis</title><subtitle type='html'>Blog para informar e discutir o conceito de Sustentabilidade, Meio Ambiente e as Fontes de Energias Renováveis</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>144</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-27664378016822756</id><published>2011-10-20T14:59:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T14:59:37.647-07:00</updated><title type='text'>Painel do clima da ONU errou ao prever degelo no Ártico</title><content type='html'>Um novo estudo de cientistas dos EUA e da França sugere que o IPCC, o painel do clima das Nações Unidas, errou feio em suas previsões sobre o degelo do Ártico. No caso, errou para baixo: o derretimento observado é quatro vezes maior do que apontam os modelos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de pesquisadores liderados por Pierre Rampal, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), publicou seus dados na edição desta semana do periódigo "Journal of Geophysical Research". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles uniram dados de modelagem com observações de satélites, navios e até submarinos para estimar que o mar congelado que recobre o oceano Ártico está afinando a uma taxa de 16% por década. Os modelos que alimentaram o relatório do IPCC, publicado em 2007, estimam essa taxa em 4%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rampal e seus colegas, os modelos climáticos computacionais que estimaram um polo Norte sem gelo no verão em 2100 estão atrasados 40 anos em relação às observações. Da mesma forma, o papel da chamada "amplificação ártica" --como é conhecido o efeito de aumento da temperatura devido à perda do gelo marinho e à maior absorção de radiação solar pelo oceano-- provavelmente foi subestimado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se deve principalmente ao fato de que os modelos não conseguiram reproduzir o aumento de velocidade que ocorre quando o gelo fica mais fino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mar congelado do Ártico está em permanente movimento, seguindo as correntes. Todo verão, elas empurram enormes quantidades de gelo para fora do oceano Ártico, pelo chamado estreito de Fram, entre a Groenlândia e o arquipélago norueguês de Svalbard, diminuindo a área do mar congelado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, com a água mais quente, as placas de gelo ficam mais finas (a média entre 1980 e 2008 é de 1,65 metro de afinamento no verão) e se rompem mais. Isso consequentemente aumenta a velocidade de "exportação" do gelo e, por consequência, amplia a redução de área da banquisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto deste ano, a Folha teve oportunidade de experimentar essa alta velocidade do gelo no estreito de Fram a bordo do navio Arctic Sunrise, da ONG Greenpeace. A amarrado a uma placa de gelo de mais de 200 m de comprimento, o navio derivou cerca de 80 km em dois dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rampal afirma que os modelos falham em capturar essa relação entre deformação e velocidade. Aplicando a metodologia usada no novo estudo aos modelos, eles conseguiram resolver quase todas as diferenças entre modelos e observações --o que pode ajudar a estimar com maior precisão o papel do Ártico no clima futuro da Terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-27664378016822756?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/993721-painel-do-clima-da-onu-errou-ao-prever-degelo-no-artico.shtml' title='Painel do clima da ONU errou ao prever degelo no Ártico'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/27664378016822756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/10/painel-do-clima-da-onu-errou-ao-prever.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/27664378016822756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/27664378016822756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/10/painel-do-clima-da-onu-errou-ao-prever.html' title='Painel do clima da ONU errou ao prever degelo no Ártico'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-8206790447915182835</id><published>2011-10-16T16:02:00.000-07:00</published><updated>2011-10-16T16:02:57.161-07:00</updated><title type='text'>Indústria de celulose vende energia excedente</title><content type='html'>Indústria de celulose vende energia excedente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas fábricas de celulose a serem construídas no Brasil terão nova configuração. Além de garantir o fornecimento para as operações, serão capazes de prover quantidades significativas de energia elétrica ao sistema nacional. Esse modelo, anunciado nos projetos de expansão da Suzano Papel e Celulose, estará presente nos investimentos da Fibria. A Klabin, em meio às análises sobre uma nova fábrica, também promete utilizar as tecnologias mais avançadas na nova unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto da Suzano para a construção de uma fábrica de celulose no Maranhão incluiu a compra de dois turbo geradores, os quais atenderão a demanda energética da fábrica e garantirão geração excedente de 100 megawatts (MW), energia suficiente para abastecer uma cidade de mais de 200 mil habitantes. "Todos os grandes projetos do setor devem ser autossuficientes", destaca o gerente da área de Papel e Celulose da Siemens, Walter Gomes Junior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Siemens, além de parceria da Suzano no projeto maranhense, também está envolvida na construção da fábrica da Eldorado em Três Lagoas (MS) e da joint venture entre a sueco-finlandesa Stora Enso e a chilena Arauco no Uruguai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concorrente Fibria também planeja trabalhar com excedente de energia nos novos projetos. De acordo com o gerente geral de Meio Ambiente Industrial da companhia, Umberto Cinque, a construção da segunda fábrica da Fibria em Três Lagoas poderia elevar o excedente de energia na rede local dos atuais 30 MW para 150 MW. Esse volume não considera eventual repasse energético para a International Paper (IP), com quem a Fibria possui parceria para fornecimento local de utilidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fibria, por ser uma empresa focada especificamente na produção de celulose após a venda de ativos no segmento de papel ao longo dos últimos meses, é uma das mais eficientes do País. Atualmente, 80% da energia consumida pela companhia são provenientes de recursos renováveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A referência internacional prevê consumo específico de energia de 1,2 MW hora por tonelada (produzida) e hoje todas as nossas unidades estão com níveis abaixo de 1 MW hora por tonelada", destaca Cinque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantamento da Associação Brasileira de Papel e Celulose (Bracelpa) aponta que a geração elétrica do setor cresceu 7,8% entre 2009 e 2010 e a energia elétrica vendida teve alta de 25,1% no período. Hoje, quase 85% da matriz energética da indústria de papel e celulose provém do uso de licor negro (subproduto da celulose) e de biomassa, por isso o consumo de energia pelo setor é pouco expressivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Klabin &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Klabin, por ter maior atuação no mercado de papéis, trabalha com taxas menores de autossuficiência energética. Talvez por essa razão a companhia avança em várias frentes diferentes para buscar alternativas de eficiência nessa área. "Nossa autoprodução atual é de 55%, mas temos objetivo de chegar a 70%", destaca o diretor de Planejamento, Projetos e Tecnologia da empresa, Francisco Razzolini. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As novas fábricas de celulose têm um modelo de venda de energia bastante interessante porque estão integradas à base florestal", diz. "E a Klabin, em se prosseguindo o projeto de celulose, vai buscar a eficiência energética", complementa o executivo, sem revelar detalhes, mas sinalizando que o excedente energético dos novos projetos é um caminho natural do setor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-8206790447915182835?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.dgabc.com.br/News/5919936/industria-de-celulose-vende-energia-excedente.aspx' title='Indústria de celulose vende energia excedente'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/8206790447915182835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/10/industria-de-celulose-vende-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8206790447915182835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8206790447915182835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/10/industria-de-celulose-vende-energia.html' title='Indústria de celulose vende energia excedente'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6519331388921536717</id><published>2011-07-05T17:40:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T17:40:22.878-07:00</updated><title type='text'>Uma nova sociedade ou um tsunami social-ecológico?</title><content type='html'>Leonardo Boff &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último artigo aventei a idéia, sustentada por minorias, de que estamos diante de uma crise sistêmica e terminal do capitalismo e não de uma crise cíclica. Dito em outras palavras: foram destroçadas as condições de sua reprodução seja por parte da devastação da natureza e dos limites alcançados de seus bens e serviços seja por parte da desorganização radical das relações sociais, dominadas pela economia de mercado com a predominância do capital financeiro. A tendência dominante é pensar que se pode sair da crise, voltando ao que era antes, com pequenas correções, garantindo o crescimento, resgatando empregos e assegurando lucros. Portanto, continuarão os negócios as usual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bilionárias intervenções dos Estados industriais salvaram bancos, evitaram uma derrocada sistêmica, mas não transformaram o sistema econômico. Pior ainda, as injeções estatais facilitaram o triunfo do capital especulativo sobre a economia real. Aquele é tido com o principal deslanchador da crise, comandado por verdadeiros ladrões que colocam o lucro acima do destino dos povos, como se viu agora com a Grécia. A lógica do lucro máximo está destruindo os indivíduos, as relações sociais, penalizando os pobres, acusados de dificultar a implantação do capital. A bomba foi mantida com o estopim. Um problema maior qualquer poderá acender o estopim. Muitos analistas se perguntam amedrontados: a ordem mundial sobreviveria a outra crise do tipo da que tivemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sociólogo francês Alain Touraine assevera em seu recente livro Após a crise (Vozes 2011): ou a crise acelera a formação de uma nova sociedade ou vira um tsunami que poderá arrasar tudo o que encontrar pela frente, pondo em perigo mortal nossa própria existência no planeta Terra (p. 49.115). Razão a mais para sustentar a tese de que estamos em face de uma situação terminal deste tipo de capital. Impõe-se a urgência de pensar valores e princípios que poderão fundar um novo modo de habitar a Terra, organizar a produção e a distribuição dos bens, não só para nós (superar o antropocentrismo), mas para toda a comunidade de vida. Este foi o objetivo da produção da Carta da Terra, animada por M. Gorbachev que, como ex-chefe de Estado, da União Soviética, conhecia os instrumentos letais disponíveis para a destruição até da última vida humana, como afirmou em várias reuniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprovada pela UNESCO em 2003, ela contém, efetivamente, “princípios e valores para um modo de vida sustentável como critério comum para indivíduos, organizações, empresas e governos”. Urge estudá-la e deixar-se inspirar por ela, sobretudo agora, na preparação da Rio+20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém pode prever o que virá após a crise. Há apenas insinuações. Estamos ainda na fase do diagnóstico de suas causas profundas. Lamentavelmente são, sobretudo, economistas que fazem análises da crise e menos sociólogos, antropólogos, filósofos e estudiosos das culturas. O que está ficando claro é o seguinte: houve um triplo descolamento: o capital financeiro se descolou da economia real; a economia em seu conjunto, da sociedade; e a sociedade em geral, da natureza. Esta separação criou uma fumaça tal que já não vemos quais caminhos seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os “indignados” que enchem as praças de alguns países europeus e do mundo árabe, estão colocando este sistema em xeque. Ele é ruim para a maioria da humanidade. Até agora eram vítimas silenciosas. Agora gritam alto. Não só buscam emprego, mas reclamam direitos humanos fundamentais. Querem ser sujeitos, vale dizer, atores de outro tipo de sociedade na qual a economia esteja a serviço da política e a política a serviço do bem viver das pessoas entre si e com a natureza. Seguramente não basta querer. Impõe-se uma articulação mundial, a criação de organismos que viabilizem um outro modo de conviver e uma representação política ligada aos anseios gerais e não aos interesses do mercado. Trata-se de refundar a vida social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mim, vejo os indícios, em muitas partes, do surgimento de uma sociedade mundial ecocentrada e biocentrada. O eixo será o sistema-vida, o sistema-Terra e a Humanidade. Tudo deve servir a esta nova centralidade. Caso contrário, dificilmente evitaremos um tsunami ecológico-social possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Boff é teólogo e professor emérito de ética da UERJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/uma-nova-sociedade-ou-um-tsunami-social-ecologico/"&gt;http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/uma-nova-sociedade-ou-um-tsunami-social-ecologico/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6519331388921536717?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/uma-nova-sociedade-ou-um-tsunami-social-ecologico/' title='Uma nova sociedade ou um tsunami social-ecológico?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6519331388921536717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/uma-nova-sociedade-ou-um-tsunami-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6519331388921536717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6519331388921536717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/uma-nova-sociedade-ou-um-tsunami-social.html' title='Uma nova sociedade ou um tsunami social-ecológico?'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3009582855684177023</id><published>2011-07-05T17:16:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T17:16:29.351-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Entrevista com Ricardo Voltolini:&lt;br /&gt;Conversas com Líderes Sustentáveis&lt;br /&gt;Vídeo 1 (HSM) &lt;a href="http://www.ideiasustentavel.com.br/2011/06/o-lider-sustentavel-2/"&gt;http://www.ideiasustentavel.com.br/2011/06/o-lider-sustentavel-2/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vídeo 2 (fonte youtube)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; 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Apesar dessa consciência, 70% dos participantes do estudo acreditam que as empresas, de maneira geral, estão preocupadas, mas não direcionam seus investimentos em inovações com foco no crescimento sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento mostra que 27% dos entrevistados apontaram a gestão como a principal preocupação das empresas em que trabalham, enquanto 22% indicaram a sustentabilidade e 19% a redução de custos. Além disso, os participantes consideraram que os três setores da economia mais alinhados aos princípios da inovação para sustentabilidade são, na ordem, energia, automobilístico e de papel e celulose. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jairo Martins, superintendente-geral da FNQ, os resultados da pesquisa mostram que a maioria das empresas ainda ignora o tamanho do problema da sustentabilidade. "Enquanto dominar o pensamento pelo viés econômico, cujo sucesso é medido pelo PIB, o atual modelo de desenvolvimento insustentável não vai mudar e não serão incluídas na pauta das organizações as questões socioambientais. É um desafio de gestão para as empresas", destaca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O executivo ressalta que as empresas ainda relacionam inovação à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico, mas é necessário ter uma visão sistêmica da gestão e compreender que a inovação deve acontecer também na liderança, nas ações de marketing e no modelo de negócios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A inovação para sustentabilidade precisa fazer parte do planejamento estratégico da empresa. Hoje, as organizações enxergam a sustentabilidade como um subconjunto da gestão e não como parte integrante do processo de gestão como um todo - conclui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criada em 1991, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é disseminar amplamente os Fundamentos da Excelência em Gestão para organizações de todos os setores e portes. A instituição é responsável pela organização, promoção e avaliação do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), que reconhece anualmente as melhores práticas de excelência de gestão das empresas brasileiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1363755622967605434?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1363755622967605434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/empresas-filiadas-fnq-consideram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1363755622967605434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1363755622967605434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/empresas-filiadas-fnq-consideram.html' title='Empresas filiadas à FNQ consideram fundamental inovação para sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-2946962939690506011</id><published>2011-07-05T16:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T16:39:22.902-07:00</updated><title type='text'>São Paulo terá núcleo de pesquisa em bioenergia e sustentabilidade</title><content type='html'>09/06/2011 14:28:38 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo terá núcleo de pesquisa em bioenergia e sustentabilidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mônica Pileggi, da Agência Fapesp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunir especialistas das três universidades públicas de São Paulo – Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) –, para realizar pesquisas e formar especialistas focados na geração de energia a partir de biomassa, é a principal proposta do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Bioenergia e Sustentabilidade (NAPBS), lançado no dia 3 de junho na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP (ES&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;A&lt;/span&gt;LQ-USP), em Piracicaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio feito pelo reitor da USP, João Grandino Rodas, fez parte da cerimônia de comemoração dos 110 anos da Esalq e contou com a presença do pró-reitor de Pesquisa da USP, Marco Antônio Zago, do vice-reitor administrativo da universidade, Antônio Roque Dechen, do diretor da Esalq, José Vicente Caixeta Filho, do presidente da comissão de pesquisas da Esalq, José Lehmann Coutinho, e do diretor administrativo da FAPESP, Joaquim José de Camargo Engler, além de representantes do governo estadual e de institutos de pesquisa como a Embrapa e o Instituto Agronômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo núcleo, ainda sem sede definida, tem por objetivo estimular e articular pesquisas sobre biomassa e tecnologias de transformação em biocombustíveis, além de promover e integrar o conhecimento gerado. De acordo com Dechen, coordenador-geral do núcleo, a principal meta do NAPBS é a implantação de um programa de pós-graduação interuniversidades em bioenergia e sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aporte de R$ 20 milhões do governo estadual para infraestrutura e o apoio da FAPESP para projetos de pesquisa, estão envolvidos na fase inicial do NAPBS pesquisadores da Esalq, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, do Instituto de Física de São Carlos, do Instituto de Química, do Instituto de Biociências, do Instituto de Ciências Biológicas, da Escola Politécnica, das unidades de Ribeirão Preto e da Escola de Engenharia de Lorena, todas unidades da USP. “O foco será na energia, mas voltada à sustentabilidade”, disse Dechen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses grupos de pesquisa atuam em áreas que vão desde a agricultura e genética de plantas a impactos socioeconômicos e ambientais, sendo o núcleo estruturado em seis eixos principais. “Muito se fez e muito se fará pela pesquisa com a implantação desse núcleo”, afirmou o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os eixos são: “Produção de Biomassa”, “Genômica Funcional”, “Transformação da Biomassa em Biocombustíveis”, “Morfologia e Composição de Biomassa”, “Processos Industriais” e “Sustentabilidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a cerimônia, José Vicente Caixeta Filho, diretor da Esalq, aproveitou para anunciar a construção de um centro de convenções em um local próximo ao campus de Piracicaba, com recursos da USP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendimento, cuja área total envolve 216 mil metros quadrados, será dividido em três blocos. Terá um teatro principal com capacidade para mil pessoas e dois espaços de 2.700 m2 cada, destinado a eventos. Além disso, o centro contará com um estacionamento para 1,3 mil veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Caixeta, o novo centro de convenções servirá tanto à universidade como à comunidade. “É um polo a mais para que a USP possa estreitar laços locais e regionais”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia do espaço visa também economizar e facilitar a logística de seminários e outros eventos. De acordo com as estatísticas da USP, a cada dois dias um evento de extensão é realizado no campus de Piracicaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Fapesp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-2946962939690506011?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/2946962939690506011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-tera-nucleo-de-pesquisa-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2946962939690506011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2946962939690506011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-tera-nucleo-de-pesquisa-em.html' title='São Paulo terá núcleo de pesquisa em bioenergia e sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5524292129951304275</id><published>2011-07-03T10:59:00.001-07:00</published><updated>2011-07-03T10:59:20.750-07:00</updated><title type='text'>Brasil, enfim, entre os top 15 da energia renovável</title><content type='html'>Desde 2003, a consultoria Ernst &amp; Young publica trimestralmente um ranking com os 35 países mais atrativos para investimentos relacionados a energias renováveis. Após oito anos, o Brasil entrou para a lista dos top 15. A expansão da energia eólica foi decisiva para que o país subisse quatro posições no último trimestre, da 16ª para a 12ª.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curioso é que, em movimento inverso, os demais países mais bem classificados restraram uma ligeira queda em seus índices – reflexo da redução de incentivos e restrição de acesso ao capital para projetos desta natureza. Ainda assim, o estudo prevê que eventos globais recentes, como o tsunami (e o consequente desastre nuclear) no Japão e as sucessivas turbulências políticas no Oriente Médio e norte da África servirão de estímulo para que os países ampliem o uso de energias renováveis em seu portfólio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China manteve a primeira posição no ranking, muito em função de seus projetos de geração de energia eólica em águas marítimas rasas e à meta de, até 2015, obter 11,3% de sua energia a partir de combustíveis não fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma série de projetos de energia solar em andamento e boas perspectivas para este setor, os Estados Unidos permaneceram no segundo lugar. A Índia, dando sequência aos resultados registrados nos boletins anteriores da consultoria, continuou subindo no ranking. Ultrapassou a tradicionalmente verde Alemanha e se posicionou em terceiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista dos 35 países mais promissores para investimentos em renováveis ganhou quatro novos nomes. Marrocos foi um deles, ocupando o 27º lugar, graças a projetos de energia solar e eólica e a uma demanda crescente por novos investimentos nestes setores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empreendimentos de energia solar e o potencial da eólica também permitiram a Taiwan ingressar na lista. O estudo apontou, ainda, que a exploração do potencial natural de Bulgária e Chile vêm sendo minados por barreiras políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Japão perdeu três posições no ranking após adotar a estratégia de utilizar mais gás natural e importar petróleo para substituir a capacidade de geração de energia nuclear comprometida depois do acidente em Fukushima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5524292129951304275?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5524292129951304275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/brasil-enfim-entre-os-top-15-da-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5524292129951304275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5524292129951304275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/07/brasil-enfim-entre-os-top-15-da-energia.html' title='Brasil, enfim, entre os top 15 da energia renovável'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3282892645716579751</id><published>2011-05-26T17:21:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:21:33.682-07:00</updated><title type='text'>Práticas de negócio sustentáveis</title><content type='html'>Pesquisa da KPMG International realizada em conjunto com a Economist Intelligence Unit (EIU) indicou que apesar dos principais motivos para as empresas adotarem estratégias de sustentabilidade ainda ser a pressão dos órgãos regulatórios e o potencial de dano à reputação, 60% dos respondentes indicaram maior apoio a métodos sustentáveis no terreno operacional e comercial, uma vez que os benefícios práticos foram obtidos.&lt;br /&gt;O levantamento ‘A Review of Corporate Sustainability’, que foi realizado com 378 empresas de grande e médio porte de 61 países, mostrou que 62% dessas companhias já possuem um programa de sustentabilidade em vigor e que 11% delas já estão desenvolvendo algum projeto nessa área, atualmente.&lt;br /&gt;Das empresas com programas ativos, 61% constataram que manter essa estratégia trouxe mais benefícios que inconvenientes, apesar do aumento de investimento. Esse número aumenta para 72% entre as grandes empresas, com receitas superiores a cinco bilhões de dólares. Uma companhia entrevistada reportou que obteve um retorno financeiro de US$1,50 a US$2,00 para cada dólar investido em um programa de sustentabilidade de longo prazo.&lt;br /&gt;Os benefícios identificados incluem reduções significativas nos custos de energia, melhor relacionamento com clientes e fornecedores e uso mais eficiente dos recursos, especialmente da água. Alguns dos participantes também verificaram que o foco na sustentabilidade estimulou a inovação em suas empresas, estreando novas linhas de produtos e abrindo novos mercados.&lt;br /&gt;“A demanda por processos sustentáveis está se tornando parte do ambiente de negócios. Inicialmente, as organizações podem reagir a isso da mesma maneira que iriam reagir a qualquer outro sinal de seus mercados, mas uma vez que começarem a analisar suas operações pelas lentes da sustentabilidade, a maioria vai constatar que os benefícios comerciais são óbvios e que a agenda de sustentabilidade ganha vida própria”, diz Sidney Ito, sócio-líder da área de Governança e Sustentabilidade da KPMG no Brasil e na América do Sul.&lt;br /&gt;Um tópico importante entre as empresas que adotaram práticas sustentáveis, porém, é como mensurar sua eficácia e reportar o progresso às partes interessadas. No que tange à prestação de contas, o estudo revela que 38% dos respondentes não têm planos de reportar seu desempenho em sustentabilidade. Os motivos alegados incluem falta de dados e benchmarks confiáveis, além do ceticismo sobre a validade desses relatórios.&lt;br /&gt;Além disso, apesar de 46% dos participantes considerarem que um acordo climático global irá aumentar a pressão regulatória e outros 41% afirmarem que isso também aumentaria seus custos operacionais, a principal ação que essas empresas cobram do poder público é justamente uma regulamentação mais rígida, preferivelmente em uma base internacional. Nesse contexto, mais de 66% das companhias enfatizaram que a regulamentação do segundo período de compromisso do Protocolo de Kyoto (2013 – 2020) é muito importante, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A prestação de contas sobre sustentabilidade é o caminho para corporações mais eficientes e preocupadas com a boa gestão e governança.. Para eliminar totalmente o ceticismo que cerca as organizações em relação a isso, é preciso fornecer informações melhores, precisas e confiáveis, baseada em uma estrutura regulatória sólida”, conclui Ito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: IDÉIA SUSTENTÁVEL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3282892645716579751?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3282892645716579751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/05/praticas-de-negocio-sustentaveis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3282892645716579751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3282892645716579751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/05/praticas-de-negocio-sustentaveis.html' title='Práticas de negócio sustentáveis'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-791847675749943331</id><published>2011-04-04T16:49:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T16:49:15.289-07:00</updated><title type='text'>Microalga se alimenta de CO2 e produz biopetróleo</title><content type='html'>DA FRANCE PRESSE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande quantidade de tubos de oito metros de altura, perto de Alicante, no leste da Espanha, macera o que pode ser o combustível do amanhã: biopetróleo produzido com as microalgas que se alimentam do anídrido carbônico lançado por uma fábrica vizinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 400 tubos de cor verde escura nos quais crescem milhões de microalgas estão localizados em uma planície dessa região espanhola, perto de um cemitério, que expele CO2 --um gás que é capturado e levado por meio de tubulações até a pequena fábrica de biopetróleo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores franceses e espanhóis da pequena empresa Bio Fuel Systems (BFS) desenvolvem há cinco anos este projeto, ainda experimental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um momento em que os industriais buscam soluções criativas como alternativas para o petróleo, a ideia é reproduzir e acelerar um processo que durou milhões de anos e permitiu a produção de petróleo fóssil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tentamos simular as condições que havia há milhões de anos, quando o fitoplâncton transformou-se em petróleo. Dessa forma, obtivemos um petróleo equivalente ao petróleo atual", explica o engenheiro Eloy Chapuli. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As microalgas, procedentes de uma dezena de cepas mantidas em segredo, foram recolhidas do mar Mediterrâneo e do oceano Atlântico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos tubos, reproduzem-se em grande velocidade, desdobrando-se diariamente por fotossíntese e graças ao CO2 emitido pelo cemitério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias, uma parte desse líquido muito concentrado é extraída e filtrada, permitindo a obtenção de uma biomassa que produzirá petróleo. A água restante volta a ser introduzida nos tubos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para seus inventores, a outra grande vantagem desse sistema é que ajuda a acabar com a contaminação: absorve CO2 que, de outra forma acabaria na atmosfera. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É um petróleo ecológico", assegura o presidente e fundador da BFS, o engenheiro francês Bernard Stroïazzo-Mougin, que trabalhou em campos petrolíferos no Oriente Médio antes de se instalar na Espanha. &lt;br /&gt;A fábrica de Alicante ainda tem mais de laboratório do que de fábrica. "Ainda precisaremos de cinco a dez anos mais para passar a uma produção industrial", assegura Stroïazzo-Mougin, que espera poder desenvolver no curto prazo um primeiro projeto em grande escala no sul da Espanha e outro na ilha portuguesa de Madeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uma unidade de cerca de 50 km por 50 km, o que não é algo muito grande nas zonas desérticas do sul da Espanha, poderia produzir em torno de 1,25 milhão de barris diários", ou seja, quase tanto como as exportações cotidianas de petróleo iraquiano, afirma o engenheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BFS, uma empresa de capital privado, busca agora negociar com "vários países para que patrocinem a instalação de campos petrolíferos artificiais", explica seu presidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa assegura que poderá vender seus barris a um preço competitivo, apoiando-se na venda de produtos derivados, como ácidos graxos do tipo ômega 3 obtidos a partir da biomassa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros projetos semelhantes estão sendo estudados em outras regiões do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Alemanha, o grupo estatal sueco de energia Vattenfall lançou em 2010 um projeto de absorção por meio de algas do dióxido de carbono emitido pelas centrais que funcionam com carvão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gigante americano do petróleo ExxonMobil previu um investimento de até US$ 600 milhões em pesquisas destinadas a produzir petróleo a partir de algas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os industriais, particularmente no âmbito aeronáutico, estão interessados nessas pesquisas, nas quais esperam encontrar soluções para substituir o petróleo clássico, cada vez mais escasso e cujos preços são variáveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-791847675749943331?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/791847675749943331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/04/microalga-se-alimenta-de-co2-e-produz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/791847675749943331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/791847675749943331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/04/microalga-se-alimenta-de-co2-e-produz.html' title='Microalga se alimenta de CO2 e produz biopetróleo'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-9154747289197959610</id><published>2011-03-13T09:26:00.001-07:00</published><updated>2011-03-13T09:41:22.322-07:00</updated><title type='text'>Sustainability</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-CrHiwtLL-GY/TXzwE_kIzII/AAAAAAAAAd0/Xhtmabg0qsU/s1600/sustainability.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="321" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-CrHiwtLL-GY/TXzwE_kIzII/AAAAAAAAAd0/Xhtmabg0qsU/s400/sustainability.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Após analisarmos os fatores que nortearão a competitividade das empresas nos próximos anos, percebemos que sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. Portanto, para que as empresas consigam ter sucesso, seu ambiente, seu todo, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar, o que torna a empresa co-responsável por este processo, juntamente com governos, Academia, ONGs e os próprios cidadãos. &lt;/div&gt;Ultimamente, Sustentabilidade Corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas, seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial.&lt;br /&gt;Portanto, o conceito de Sustentabilidade Corporativa, embasado no chamado "triple bottom line" (ou tripé resultado econômico-financeiro x resultado social e x resultado ambiental) é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tudo, Sustentabilidade Corporativa se refere a uma postura, uma forma de conduzir as atividades empresariais. Ser, pensar, decidir e agir de forma sustentável requer um processo de entendimento, negociação e integração construtiva entre todos os agentes de relacionamento de uma empresa ao olhar os princípios e valores da própria organização e de sua ética.&lt;br /&gt;A forma como a empresa se relaciona com seus acionistas, clientes, sociedade, fornecedores, Estado, meio-ambiente ou com os seus funcionários deve refletir esses valores e essa postura ética e deve ser questionada e medida sistematicamente, uma vez que todos esses stakeholders (ou seja, sua cadeia de valor e interesses) são co-responsáveis pelo crescimento sustentado e equilibrado do todo.&lt;br /&gt;Mas, como tudo em tendências corporativas, há quem não goste do modismo do tema.&lt;br /&gt;E com razão.&lt;br /&gt;O americano Milton Friedman, um dos mais destacados economistas do século XX, influente teórico do liberalismo econômico, conselheiro de Nixon, Ford e Reagan, era um crítico da idéia de responsabilidade social nas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prêmio Nobel de Economia de 1976 por suas realizações nos campos da análise do consumo, da teoria e demonstração da complexidade da política de estabilização, Friedman defendia que "A empresa pertence aos acionistas. Sua missão é gerar a maior quantidade possível de lucros para eles, respeitando as leis de cada país.". Para ele, o conceito de responsabilidade social era ''fundamentalmente subversivo''.&lt;br /&gt;O fato é que por muitos anos esse tipo de mentalidade influenciou a visão das empresas americanas. Apenas recentemente, com exemplos vindos dos mais diversos países, empresas e do terceiro setor, é que a maioria das empresas daquele país começou a perceber que as regras do jogo mudaram e caso não incorporassem as práticas de Sustentabilidade seriam boicotadas e preteridas pelos consumidores globais, com poder e atuação em rede, fora possíveis liabilities a que seriam submetidas, principalmente no campo ambiental e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, é difícil discordar integralmente de Friedman. De certo, as empresas têm como premissa primeira atingir sua missão, gerando o máximo lucro possível aos acionistas. Ou seja, a missão da empresa vem em primeiro lugar e é seu norte central.&lt;br /&gt;Portanto, pensar no lucro é premissa de existência de uma empresa; mas não sua finalidade única. O lucro empresarial é imperativo e deve ser exigido das empresas (como forma de mensuração de seu direito de existir como agente econômico de transformação); porém, deve ser entendido como meio, energia, combustível que permite à empresa atingir seus objetivos, sua missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tal, a organização está sujeita a condicionantes-meio fundamentais, como respeito às leis e regulamentações de cada país, desenvolvimento da sociedade e preservação do meio-ambiente. Ou seja, a Sustentabilidade é meio – e não fim – para as empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, evitar a extinção dos ursos panda ou ajudar aos necessitados do Haiti é prerrogativa primeira organizações construídas com tal missão, ou seja, ONGs, ou órgãos dos governos e mesmo empresas, mas a partir de seus institutos, fundações e apoios filantrópicas e assistencialistas... o que difere radicalmente em conceito e convocatória do tema Sustentabilidade.&lt;br /&gt;Se até algum tempo atrás, a relação do consumidor com as empresas se estabelecia basicamente em torno do produto/serviço fornecido, hoje a sociedade, na figura de suas ONGs, dos órgãos governamentais, da imprensa e na própria figura do indivíduo-cidadão (como eleitor, consumidor e acionista/investidor) passa a exigir das empresas, principalmente das de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas, obrigando-as a mostrar a quem de direito que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzirem essa riqueza. Mais que intenção, Sustentabilidade "triple bottom line" é resultado aparente e transparente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-9154747289197959610?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-perigosa-moda-da-sustentabilidade/53063/' title='Sustainability'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/9154747289197959610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/03/sustainability.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9154747289197959610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9154747289197959610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/03/sustainability.html' title='Sustainability'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-CrHiwtLL-GY/TXzwE_kIzII/AAAAAAAAAd0/Xhtmabg0qsU/s72-c/sustainability.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6248267264629163907</id><published>2011-02-20T09:55:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T09:55:33.125-08:00</updated><title type='text'>Brasil precisa de investimento em energia limpa, diz Ipea</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;A meta de consolidar uma matriz de energia "limpa" no Brasil a partir dos avanços em biocombustíveis e outras fontes alternativas requer um maior investimento para os próximos anos, apontou um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3vnsvGzvZQw/TWFVfyvY4FI/AAAAAAAAAdw/4o_eAzODlzM/s1600/e140e8d4596b4890c44c0c1828b5e442.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-3vnsvGzvZQw/TWFVfyvY4FI/AAAAAAAAAdw/4o_eAzODlzM/s1600/e140e8d4596b4890c44c0c1828b5e442.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O relatório "Energia e Meio Ambiente no Brasil" reconheceu o potencial do país sul-americano, mas destacou a necessidade de aumentar os investimentos em pesquisa e projetos, sem vê-los como "um sacrifício para a economia nacional" e sim como uma política de "responsabilidade social e ambiental".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;No caso dos biocombustíveis, para competir com os derivados do petróleo, o estudo sugere estímulos como os subsídios e até as isenções fiscais por parte do governo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;O estudo revela que o Brasil consome anualmente 25 bilhões de litros de etanol, segundo dados de 2009, e que essa demanda pode chegar aos 60 bilhões de litros em 2017.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Mais de 90% dos veículos automotores novos no Brasil estão dotados com a tecnologia flex, que permite a combustão com gasolina, etanol ou a mistura de ambos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Apesar do crescimento da demanda de biocombustíveis no Brasil, o estudo mostrou também uma tendência ao aumento do consumo de combustíveis fósseis no país até 2030.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;As mesmas projeções apontam que a energia eólica e a gerada a partir de resíduos sólidos também devem crescer no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Fonte: Folha on line&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6248267264629163907?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/876405-brasil-precisa-de-investimento-em-energia-limpa-diz-ipea.shtml' title='Brasil precisa de investimento em energia limpa, diz Ipea'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6248267264629163907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/02/brasil-precisa-de-investimento-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6248267264629163907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6248267264629163907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/02/brasil-precisa-de-investimento-em.html' title='Brasil precisa de investimento em energia limpa, diz Ipea'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3vnsvGzvZQw/TWFVfyvY4FI/AAAAAAAAAdw/4o_eAzODlzM/s72-c/e140e8d4596b4890c44c0c1828b5e442.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-1528969047322212024</id><published>2011-02-08T15:59:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T15:59:14.274-08:00</updated><title type='text'>O pré-sal e o etanol</title><content type='html'>Rogério Cézar de Cerqueira Leite &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pré-sal e o etanol &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A despeito da inquestionável competência da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal quanto à sustentabilidade&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as últimas avaliações da Petrobras, a reserva total do pré-sal soma cerca de 13 bilhões de barris, o que corresponde a aproximadamente 1% das reservas restantes mundiais e que nada significaria para a humanidade quanto ao deslocamento do pico de produção. &lt;br /&gt;Admitindo um tempo de vida de 80 anos para as reservas dos campos do pré-sal, calculamos que sua contribuição será, em média, de aproximadamente 20% acima da atual produção nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, com o barril de petróleo a preços superiores a US$ 90, até as avaliações menos otimistas de custos de produção do barril de petróleo do pré-sal talvez justificassem o investimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a comparação de vantagens financeiras entre combustíveis são essenciais duas variáveis: os custos de produção da unidade de energia e os custos de investimento por unidade de energia por dia. &lt;br /&gt;Pois bem, dentro dos limites tecnológicos atuais, o melhor que se pode esperar para o pré-sal é um custo de produção de pelo menos o dobro daquele da produção de etanol. Quanto aos custos de investimento, tudo parece indicar que a situação é ainda pior para o pré-sal. &lt;br /&gt;Um terceiro fator a ser considerado é o risco financeiro. &lt;br /&gt;Em primeiro lugar, há a questão de um mercado cujos governos encontram sucessivos sofismas para retardar a penetração do etanol brasileiro. Por outro lado, os riscos de produção do etanol são ínfimos em comparação com os do petróleo do pré-sal, cuja tecnologia de extração ainda não está desenvolvida. &lt;br /&gt;Consideremos agora a questão da sustentabilidade e, sob esse aspecto, do aquecimento global. Enquanto o petróleo é o problema, o etanol de cana-de-açúcar é a solução. Mas não é apenas sob esse importante ângulo de sustentabilidade que a imensa superioridade do etanol sobre o petróleo do pré-sal deve ser considerada. &lt;br /&gt;Risco de vazamento a grandes profundidades e sob altas pressões são imprevisíveis. Portanto, a despeito da inquestionável competência técnica da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal sob qualquer aspecto de sustentabilidade. &lt;br /&gt;Enquanto a produção de etanol é intensiva em mão de obra, a de petróleo o é em capital, o que é uma desvantagem para um país em desenvolvimento, em que o crescimento populacional exige a criação de empregos em vários níveis de especialização. Portanto, também sob o ponto de vista social, o etanol é preferível ao petróleo do pré-sal. &lt;br /&gt;Com apenas 8% dos 200 milhões de hectares de pastagem, seria possível substituir por etanol 5% da gasolina consumida no planeta. Ou seja, a opção pelo etanol nessa medida, bastante conservadora, proporcionaria uma produção de combustível líquido entre três e quatro vezes maior que todo o petróleo do pré-sal até hoje confirmado, e não apenas por 60 ou 80 anos, mas indefinidamente. &lt;br /&gt;Se tudo o que foi dito aqui é verdade, ou pelo menos verossímil, então como se explica a opção pelo pré-sal? Ou é um grande equívoco ou é uma revelação. A imensa intuição do presidente Lula deve ter percebido que o Brasil, nesse estado juvenil de desenvolvimento em que se encontra, precisa de um projeto nacional, pioneiro. Precisa de seu "homem na Lua". &lt;br /&gt;Enquanto o etanol seria só um pouco mais da mesmice prosaica do século passado, o pré-sal, com seus imensos desafios tecnológicos e financeiros, seria a bandeira do desenvolvimentismo ousado, para não dizer agressivo, que deveria propelir o país no século 21. O Brasil chegaria, assim, mais fundo, aonde nenhum outro país teria ousado ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo, edição de 08 de fevereiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogério Cézar de Cerqueira Leite é físico e professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial do jornal Folha de S. Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1528969047322212024?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1528969047322212024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/02/o-pre-sal-e-o-etanol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1528969047322212024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1528969047322212024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/02/o-pre-sal-e-o-etanol.html' title='O pré-sal e o etanol'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-1843778176205202704</id><published>2011-01-03T17:02:00.000-08:00</published><updated>2011-01-03T17:02:58.421-08:00</updated><title type='text'>Ministérios se unem para incentivar energia solar</title><content type='html'>Embora a matriz energética brasileira já seja predominantemente baseada em energias renováveis e o Brasil tenha elevado potencial de irradiação, a participação da energia solar ainda é incipiente no País.&lt;br /&gt;Reportagem recente da revista Photon (importante publicação de energia solar fotovoltaica em âmbito internacional) intitula o Brasil como "o gigante que está dormindo embaixo do sol".&lt;br /&gt;Mas talvez este cenário possa começar a mudar a partir de 2011.&lt;br /&gt;A reboque das iniciativas do setor privado, voltadas sobretudo para o uso da energia solar térmica para o aquecimento de água residencial, o governo federal deu os primeiros passos para uma política pública mais sólida para o setor da energia solar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia heliotérmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assinado nesta semana, em Brasília, um Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e de Minas e Energia (MME) com o objetivo de fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico para o aproveitamento da energia solar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco dos esforços será a energia heliotérmica, que usa concentradores solares para aquecer fluidos e gerar eletricidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio de funcionamento de uma usina heliotérmica é similar ao de uma termelétrica, com a diferença que o calor que alimenta as turbinas é gerado pela luz do Sol. Atualmente existem três tecnologias principais na área: cilindros parabólicos, torre central e disco parabólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo entre os Ministérios prevê o acompanhamento conjunto de atividades, compartilhamento de informações, fomento para a elaboração de projetos-piloto, de pesquisa e demonstrações, de capacitação técnica e de acordos nacionais e internacionais, além da criação um Comitê Gestor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heliotérmica em Pernambuco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Coordenador de Energia e Inovação de Tecnologia do MCT, Eduardo Soriano, "o acordo vai alavancar a implantação da Planta Piloto de Geração Heliotérmica no Semiárido", em Pernambuco, com aporte inicial de R$ 23 milhões, sendo R$ 18 milhões do Fundo Setorial de Energia (CT-Energ) e R$ 5 milhões da Secretaria de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente do estado (Sectma).&lt;br /&gt;A Plataforma de Pesquisa Experimental abrange tecnologias de diversos tipos de sistemas, nos moldes de plataformas de pesquisa existentes no exterior, como a de Almeira (na Espanha). A primeira tecnologia a ser implantada será a de cilindros parabólicos.&lt;br /&gt;O projeto conta com parceiros como a Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina , o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), dentre outras instituições em fase de negociação.&lt;br /&gt;Tecnologia solar no Brasil&lt;br /&gt;Na avaliação do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o documento é um marco do desenvolvimento da tecnologia solar no Brasil e, para isso, é essencial que o País elabore mecanismos que estimulem a produção de pesquisas e tecnologia nacional.&lt;br /&gt;"É importante o Brasil não somente ir lá fora e comprar uma central solar, mas trazer a comunidade acadêmica, centros de pesquisa e também, numa outra etapa, as empresas que pretendem participar de todo o processo", afirmou Zimmermann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inocaçãotecnologica.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1843778176205202704?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1843778176205202704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/01/ministerios-se-unem-para-incentivar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1843778176205202704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1843778176205202704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/01/ministerios-se-unem-para-incentivar.html' title='Ministérios se unem para incentivar energia solar'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-2406489721024021290</id><published>2011-01-02T04:52:00.000-08:00</published><updated>2011-01-02T04:52:40.988-08:00</updated><title type='text'>Accenture mostra os resultados da maior pesquisa com CEOs sobre Sustentabilidade Empresarial</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Chefes executivos acreditam que a sustentabilidade tornou-se fundamental para seu sucesso, e poderia ser plenamente integrada na Core Business Dentro de dez anos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Nova York,&amp;nbsp; 2010) – Apesar da recente recessão econômica, uma esmagadora maioria dos CEOs das empresas – 93% – dizem que a sustentabilidade será fundamental para o sucesso futuro de suas empresas. Além disso, os CEOs acreditam que, dentro de uma década, um ponto de inflexão que pode ser alcançado, em que sustentabilidade se atrele com o core business – em suas capacidades, processos e sistemas, e toda a cadeia de abastecimento global e filiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são algumas das principais conclusões de uma pesquisa com 766 CEOs em todo o mundo – o maior estudo com executivo já realizado sobre o tema da sustentabilidade – divulgado hoje pela United Nations Global Compact e Accenture (NYSE: ACN). Além de uma pesquisa on-line, o estudo incluiu entrevistas em profundidade com 50 dos principais CEOs do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa, A New Era of Sustainability: UN Global Compact-Accenture CEO Study 2010, a crise econômica mundial fez pouco para abafar o compromisso das empresas com a sustentabilidade. Na verdade, parece ter feito o contrário: 80 por cento dos CEOs dizem que a crise elevou a importância da sustentabilidade. Enquanto as empresas recorrem aos desafios da crise financeira, a sustentabilidade está sendo reconhecida como uma fonte de ganhos de eficiência e crescimento das receitas. Além disso, muitas empresas visualizam a sustentabilidade como um elemento fundamental na condução do crescimento em novos mercados quando olham para a recuperação econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados da pesquisa indicam que as empresas estão levando a sustentabilidade mais a sério. Em uma pesquisa similar realizada em 2007, 50 por cento dos CEOs entrevistados disseram que as questões de sustentabilidade tornaram-se parte da estratégia e operações da empresa. No levantamento de 2010, esse número saltou para 81 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora reconhecendo a dimensão e a complexidade dos desafios globais, muitos CEOs dizem que houve progressos ao longo dos últimos três anos no processo de transição do desenvolvimento de uma estratégia de sustentabilidade para sua execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CEOs citaram várias barreiras para alcançar seus objetivos de sustentabilidade, incluindo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•A complexidade na implementação da estratégia em todas as áreas da empresa (citado por 49 por cento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Prioridades estratégicas competitivas (48 por cento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Falta de reconhecimento dos mercados financeiros (34 por cento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CEOs acreditam também que algumas condições devem ser satisfeitas antes da sustentabilidade ser completamente integrada ao core business, e que as empresas precisam assumir um papel de liderança ao tratar disso. A ação das empresas será necessária em cinco áreas chave:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Configurar o gosto do consumidor, a fim de construir um forte mercado de produtos sustentáveis. • Treinar a gerência (gestão), os funcionários e a próxima geração de líderes para lidar com questões de sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Comunicar-se com investidores para criar uma melhor compreensão do impacto da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Mensurar o desempenho em sustentabilidade – e explicar o valor das empresas na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Trabalhar com os governos para definir uma clara regulação e criar condições de concorrência equitativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a questão da criação de um ambiente investidor mais amigável para a sustentabilidade dos negócios, menos de 50 por cento dos executivos entrevistados indicou que a sustentabilidade pauta suas discussões com os analistas financeiros. Ainda que os CEOs acreditem, em sua maioria, que as suas atividades de sustentabilidade têm um impacto positivo na valorização da sua empresa – em termos de crescimento de receita, redução de custos, redução dos riscos e a reputação de marca – quantificar esse valor com métricas tradicionais como redução de custos e crescimento da receita foi ilusório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alcançar uma sustentabilidade social e ambiental leva tempo, esforço e um comprometimento sincero de liderança”, disse Georg Kell, diretor executivo do Pacto Global das Nações Unidas. “Dois terços dos CEOs entrevistados estão olhando para o Pacto Global como um fórum para a partilha de boas práticas e ideias emergentes em matéria de sustentabilidade, e estamos ansiosos para ajudar a orientar os seus esforços para desenvolver políticas e práticas eficazes e tangíveis.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Warming investors to the notion that sustainability is good for the bottom line and regaining trust of all stakeholders in the wake of the global financial crisis are other critical issues CEOs face, according to the survey.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alertar os investidores que a sustentabilidade é boa para a questão central e para a retomada de confiança dos stakeholders (públicos interessados) no rastro da crise financeira é outro problema fundamental que CEOs enfrentam, de acordo com a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os CEOs nos disseram que têm a necessidade de se retrair durante a recessão, mas que sentem que agora é a hora de começar com o alinhamento da sustentabilidade com a estratégia de negócios e execução”, disse Mark Foster, chefe executivo do grupo Accenture. “Os empresários reconhecem que vão ter de assumir uma liderança real, por exemplo, mantendo a linha de sustentabilidade em seus modelos de negócios, a luta contra os obstáculos com diligência no duro de roer áreas como a cadeia de suprimentos e gestão de desempenho e trabalho duro para responder a forma e as exigências dos clientes que se transformam em uma oportunidade de sustentabilidade para o crescimento e inovação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as conclusões da pesquisa, três atributos corporativos foram considerados as primeiras – a marca, confiança e reputação – eram de longe as primeiras considerações dos CEOs, mencionadas para agir sobre a sustentabilidade. Eles foram identificados como 72% dos inquiridos como um dos seus maiores motivadores, seguido por: potencial de crescimento de receita e redução de custos (citado por 44%), motivação pessoal (42%), dos consumidores e necessidades dos clientes (39%) e engajamento de funcionários e de retenção (31%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•83 por cento disse que a crise econômica elevou o papel da sustentabilidade e ética na construção da confiança nos negócios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•80 por cento disse que levantou a importância da sustentabilidade como uma questão de liderança para gestão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•77 por cento disse que os levou a ter uma visão de longo prazo dos negócios e do papel da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os resultados adicionais da pesquisa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Educação e mudança climática foram apontados pelos entrevistados como as “grandes questões” que enfrentam, com a escassez de recursos e de saúde começam a aparecer no horizonte. Educação foi identificada em 72% dos inquiridos como a questão de desenvolvimento mais importante para o sucesso de seus negócios, seguido pela mudança climática, em 66%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•91% dos CEOs disseram que suas empresas empregariam novas tecnologias para resolver problemas de sustentabilidade ao longo dos próximos cinco anos, como o desenvolvimento de energias renováveis e a criação de uma maior eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•78% dos inquiridos acreditam que as empresas deveriam empenhar-se em colaboração com uma variedade de partes interessadas para tratar de questões de sustentabilidade. Exemplos de potenciais parcerias incluem fornecedores, ONGs e governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fica evidente, a partir dos resultados da pesquisa, que a empresa global tem seu trabalho cortado para a construção de programas de sustentabilidade, que se tornam elementos essenciais do core business de uma empresa”, disse Peter Lacy, que liderou o estudo. “Se a sustentabilidade se torna plenamente integrada a empresas globais na próxima década, a regulação, tecnologia, investimentos e mudanças de consumo necessários serão surpreendentes, criando vencedores e perdedores significativos entre as empresas e indústrias. “Ainda assim, é ótimo ver que algum progresso está sendo feito, e que o movimento em direção a uma economia mais sustentável e no contexto dos negócios esta claramente ganhando ímpeto.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pacto Global Rede Brasileira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-2406489721024021290?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/2406489721024021290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/01/accenture-mostra-os-resultados-da-maior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2406489721024021290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2406489721024021290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2011/01/accenture-mostra-os-resultados-da-maior.html' title='Accenture mostra os resultados da maior pesquisa com CEOs sobre Sustentabilidade Empresarial'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5336431744895766650</id><published>2010-11-17T15:28:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T15:28:49.813-08:00</updated><title type='text'>86% da matriz mundial dependerá do petróleo em 2030</title><content type='html'>Por Lilian Milena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas décadas de estudos e pesquisas não serão suficientes para eliminar a dependência humana das fontes de origem fóssil. O petróleo continuará sendo a principal matriz energética em 2030, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007, 87% da matriz mundial era composta por petróleo, gás natural e carvão mineral, restando às fontes renováveis a participação de 13% sobre a oferta. Em 2030, o consumo será o dobro do atual, sendo 86% da matriz formada por fontes fósseis e apenas 14% pelos demais insumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão foi um dos temas centrais do 3º Fórum de Debates Brasilianas.org, que tratou da Sustentabilidade. Luis Cesar Stano, gerente de Desenvolvimento em SMS e Eficiência Energética da Petrobras, destacou que no Brasil não será diferente. Em 2030, o consumo energético do país será duas vezes maior, e a participação das fontes renováveis (hidroeletricidade, biocombustíveis e outros) se manterá em 46% da matriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surge desse cenário duas preocupações: a primeira, relacionada a redução dos gases de efeito-estufa, já que existe consenso de que a ciência não será capaz de criar um insumo sustentável com qualidade equivalente ao petróleo a ponto de tornar a humanidade menos dependente de fontes fósseis, pelo menos nos próximos vinte anos. A segunda, é o forte declínio da produção de petróleo previsto pela AIE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em duas décadas, a demanda global por petróleo deverá atingir 107 milhões de barris por dia (MM bpd), ante cerca de 84 MM bpd produzidos em 2010. Em 2030 as reservas mundiais disponíveis serão equivalentes a 32% das necessidades. (Agora, pensem na questão do PRE-SAL... aquele mundo de petroleo de alta qualidade em costas brasileiras... querem ver algo interessante? Sugiro que se informem sobre o "Plano Nacional de Defesa"...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento da eficiência energética é apontado por Stano como uma das saídas mais estudadas no mundo que, conjugada ao uso de novas fontes, ajudará a atender as demandas. A Europa conseguiu reduzir seu consumo em 50% nos últimos 30 anos a partir da eficiência energética, que pode ser conseguida tanto nos processos de produção e transmissão quanto no uso final da matriz â€“ opção de lâmpadas incandescentes, eletrodomésticos com tecnologia de consumo menor de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparação Internacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos a eficiência energética é de aproximadamente 39%, na China, de 31%, e na Índia 29% - ou seja, mais de 50% da energia queimada nesses países não chega a ser utilizada efetivamente, tendo em vista que a principal matriz de energia elétrica deles é o carvão mineral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco Aurélio Carvalho, diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE), explica que os números no Brasil não são muito diferentes. O total de perdas na matriz energética atinge 63%, logo o aproveitamento brasileiro é de 37%. "Isso, dentro do conceito que chamamos 'do poço a roda'. Ou seja, que vem desde o processo de produção, transmissão, até durante o uso pelo consumidor", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O porta-voz do INEE explica que já existem processos capazes de reduzir substancialmente os desperdícios com o uso de cogeração, modalidade que permite a geração de energia com rejeitos de outros processos produtivos, como biogás e térmicas de bagaço de cana-de-açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veículos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando como exemplo o caso dos veículos, Carvalho explica que o rendimento energético dos motores movidos a gasolina, e até mesmo os flex, é de apenas 30%. Boa parte dos 70% restantes é perdida na forma de calor. Mas, se o combustível usado para mover o motor fosse à energia elétrica, o aproveitamento dobraria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do INEE diz que, em se tratando de eficiência energética, os modelos híbridos (carros que são carregados eletricamente a combustão interna do motor, movido por gasolina) compensam menos que os 100% elétricos. Em contrapartida, quando se trata de custo/benefício, os híbridos são melhores, pois os totalmente elétricos ainda precisam ser melhorados tecnologicamente para saírem das fábricas como produto competitivo â€“ as baterias são pesadas, resultando na queda de velocidade, e o tempo para recarregá-las é muito elevado (8 horas em média).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Cardozo, já existem modelos de híbridos com desempenho de 40 a 100 quilômetros por litro de gasolina maior comparado aos modelos convencionais, testados na Europa e Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eficiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O porta-voz da INEE destaca que há espaço para expandir significativamente a eficiência energética em vários setores, a exemplo das usinas de etanol. "Existem contingentes de caldeiras de baixa pressão, do nível de 22 BAR (unidade de pressão energética) em funcionamento nas usinas, sendo que já são fabricadas caldeiras operando a 90 BAR, portanto muito mais eficientes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de etanol no Brasil já é considerada eficiente pelo fato de aproveitar o bagaço da cana de açúcar â€“ dispensável para produção do etanol de primeira geração â€“ como combustível das caldeiras que produzem o biocombustível. O excedente energético dessa operação é vendido às redes de linha de transmissão de energia elétrica ou utilizado pela própria usina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no Plano Decenal de Energia (PDE) 2010-2019, estima que o país poderá aumentar a eficiência em 12,5% no consumo atual de petróleo â€“ 50% dessa economia se dará no setor industrial e 41% no setor de transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propostas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Mundial de Energia, no relatório "Energy Efficiency: A Recipe for Success" (2010), verificou que 30% dos 90 países pesquisados realizam atualmente a redução de impostos sobre equipamentos de eficiência energética ou investimentos para minimizar os desperdícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de lâmpada florescente compacta é a ação mais incentivada fora da OCDE. Alguns países europeus optaram pela redução do IVA (imposto sobre valor acrescido ou agregado), dos produtos de melhor eficiência energética. Outra prática bastante difundida é o incentivo fiscal as empresas que assumem compromissos de reduzir o consumo de energia, logo, suas emissões de CO2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as medidas brasileiras está a identificação do nível de eficiência de eletrodomésticos pelo selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). Houve também, durante o período de isenção do IPI a eletrodomésticos, redução maior de impostos para produtos com melhor eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, Cardozo critica a falta de incentivos fiscais à produção de veículos elétricos. "Atualmente os impostos que incidem sobre a produção de um carro movido a energia elétrica prejudicam significativamente a competitividade desses modelos no mercado", avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo "Lighting the way: Toward a Sustainable Energy Future", publicado em 2007, e coordenado por José Goldemberg, cientista físico e ex-secretário do Ministério do Meio Ambiente, junto com o prêmio Nobel Steven Chu, aponta que o crescimento mundial/ano da quantidade de energia produzida por fontes renováveis é de aproximadamente 6%, ao passo que o aumento do consumo de energia de combustíveis fósseis é de apenas 2% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o trabalho, elaborado por 15 cientistas da InterAcademy Cauncil, reitera que as energias renováveis só vão passar a contribuir efetivamente para a matriz mundial em trinta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O etanol brasileiro é colocado como uma opção sustentável para a frota de veículos. Em três décadas o país conseguiu aumentar de três mil para 6 mil litros por hectare a produção do biocombustível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obtenção do biocombustível da cana-de-açúcar que consiste na fermentação do caldo extraído da planta, recebeu o nome de etanol da primeira geração, e está próxima do aproveitamento máximo de produtividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) calculam para um rendimento médio de 91% nas usinas que deve chegar a praticamente 100%, nos próximos anos, com a melhora do processo fermentativo â€“ estágio onde mais ocorrem perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda geração de etanol está em processo de aprimoramento. Trata-se de produzir combustível a partir de resíduos vegetais, ricos em celulose, como o bagaço da cana-de-açúcar. Estima-se que uma destilaria que produz cerca de 1 milhão de litros de etanol por dia, com o caldo da cana, pode gerar mais 150 mil litros de etanol a partir do bagaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista norte-americano Lee Lynd coordena estudos de uma técnica que possibilita a produção de etanol desses resíduos em uma única fase, e não em quatro, como usualmente. O processo, chamado de bioprocessamento consolidado (CBP, na sigla em inglês) é feito por microorganismos geneticamente modificados que produzem anaerobicamente substâncias enzimáticas com potencial mais avançado que as enzimas aplicadas em outros processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador estima que a partir da segunda geração o mundo terá condições de atender até 25% da frota de veículos. "A cana, francamente, tem mais mérito em relação a outras culturas. E a biomassa celulósica é uma matéria prima bastante promissora", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura do Brasil se destaca por ser mais sustentável em relação às espécies plantadas com a mesma finalidade pelo mundo â€“ têm baixas emissões de gases estufa, elevada produção de combustível por hectares e menores impactos sobre a poluição da água.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5336431744895766650?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5336431744895766650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/11/86-da-matriz-mundial-dependera-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5336431744895766650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5336431744895766650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/11/86-da-matriz-mundial-dependera-do.html' title='86% da matriz mundial dependerá do petróleo em 2030'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-7528249184693415548</id><published>2010-10-19T17:56:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T17:56:50.454-07:00</updated><title type='text'>O economista chileno Manfred Max-Neef contrapõe crescimento econômico e qualidade de vida</title><content type='html'>O economista e ecologista chileno Manfred Max-Neef é considerado uma personalidade polêmica por andar na contramão da economia ortodoxa, por acreditar que o modelo atual de globalização é desastroso para o meio ambiente e, principalmente, por considerar que o crescimento econômico, depois de um determinado ponto, pode gerar queda na qualidade de vida das pessoas. Defensor do desenvolvimento local, ele sugere a criação de um sistema fiscal que tribute os gastos de energia e que fortaleça os pequenos negócios. &lt;br /&gt;Max-Neef também ficou conhecido por suas idéias sobre as necessidades humanas, com base no ser, no ter, no estar e no fazer, e em necessidades como: subsistência, afeto, proteção, entendimento, participação, ócio, criação, identificação e liberdade. Para ele, as necessidades das pessoas são sempre as mesmas, independentemente de época e costumes. A diferença está no fator "satisfação". "As necessidades de um monge e de uma pessoa consumista são as mesmas. A diferença é a forma como eles satisfazem suas necessidades", afirma. Esse seu pensamento inspirou a exposição de artes sobre o tema "All We Need", que vai acontecer este ano em Luxemburgo, apontada como capital cultural da União Européia, em 2007. &lt;br /&gt;Max-Neef deu aulas na Universidade da Califórnia, em Berkeley, e atuou como professor convidado em diversos locais dos Estados Unidos e da América Latina. Dedicou sua carreira aos problemas dos países em desenvolvimento da América Latina e registrou as principais experiências no livro From the Outside Looking In: Experiences in Barefoot Economics, ainda não publicado no Brasil. Por seus trabalhos, recebeu diversos prêmios, entre os quais o Right Livelihood Award, conhecido como "Prêmio Nobel alternativo", em 1983, o Premio Nacional por la Promoción y Defensa de los Derechos Humanos, do Chile, em 1987, e o University Award of Highest Honour, pela Soka University, do Japão, em 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o 15º. Seminário Internacional em Busca da Excelência, da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), que ocorreu entre os dias 11 e 13 de abril de 2007, Max-Neef esteve no Brasil. Em entrevista coletiva, falou aos jornalistas sobre suas principais teorias. A seguir, leia os trechos mais importantes. &lt;br /&gt;Instituto Ethos: O senhor acredita que o crescimento econômico, após atingir um determinado ponto, tem efeito negativo para a sociedade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manfred Max-Neef: Segundo a Teoria do Umbral, que criei com meus colegas há 15 anos, o crescimento econômico está alinhado à qualidade de vida de uma sociedade somente até certo ponto. Depois disso, a tendência é que ele se torne maligno ao bem-estar das pessoas. Essa teoria foi comprovada em todos os países onde realizamos o estudo, como Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Suécia, Áustria, Dinamarca, Chile e Tailândia. Todos eles tiveram um grande período de crescimento econômico e desenvolvimento até o ano de 1970. Após essa data, o nível de qualidade de vida da população começou a cair. Para obter esse resultado, comparamos a curva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) com a de outro índice, o Genuine Progress Indicator (GPI), que mede a qualidade de vida. Por meio de gráficos, percebemos que o crescimento econômico continuou aumentando, enquanto o GPI apresentou queda. Para mim, o PIB é um indicador muito curioso, no qual tudo pode ser somado sem levar em conta o que é bom ou o que é ruim. Por exemplo, os acidentes de carro, o aumento do consumo de serviços médicos e as epidemias são fantásticos para o PIB. No GPI o método é outro. Soma-se tudo aquilo que tem impacto positivo para a sociedade e deixam-se de lado os aspectos negativos, como os custos de poluição e de degradação do solo. O GPI também soma exterioridades que não são consideradas pelo PIB, como o trabalho doméstico e o trabalho voluntário. O PIB é um índice machista, pois para ele a parcela de mulheres no mundo que trabalha em casa (80%) não é considerada. O trabalho de uma pessoa que caminha quilômetros a fim de buscar água para sua família também não é acatado. Ou seja, o PIB não reflete o desenvolvimento da sociedade. Se o PIB de São Paulo for examinado durante 20 anos, vamos perceber que grande parte do investimento é destinado a corrigir problemas gerais decorrentes do crescimento excessivo da cidade. Essa verba poderia ter sido aplicada em outro projeto de maior utilidade para a sociedade. O crescimento após determinado momento se torna antropofágico.&lt;br /&gt;Instituto Ethos: O senhor costuma dizer que as empresas estão amarradas num modelo do século passado. Como seria a empresa ideal para o momento em que estamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Eu fiquei muito impressionado com uma indústria brasileira que visitei num desses dias, que é a Natura. Tive a percepção de que lá tudo está concentrado nas pessoas. A água consumida é reciclada. O que a empresa produz não afeta a natureza. Ela consegue explorar os recursos do próprio país. Todos os aspectos são coerentes com os princípios sustentáveis e com uma economia humanizada. Para muitas outras empresas, o mais importante é o lucro. A custo de quê? De explorar o trabalhador e destruir a natureza. Para mim, a empresa deste momento é aquela que coloca a economia a serviço das pessoas, e não o contrário. &lt;br /&gt;Agência Sebrae: O senhor comentou sobre uma grande empresa. Mas como os pequenos negócios podem se adequar a esses padrões sustentáveis? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Sozinhos não podem fazer grandes mudanças. É preciso uma política de Estado que estimule as boas práticas. A grande empresa pode fazer muitas coisas sem a permissão de ninguém, mas o pequeno precisa ser visto dentro de um contexto global. Uma das condições fundamentais para se ter uma boa economia e uma sociedade sustentável é modificar drasticamente o sistema tributário. Defendo que os impostos devam ser tributados de acordo com a energia que a empresa consome e não com o que ela ganha. Por que querem castigar alguém por trabalhar? Esse castigo deveria ser para quem consome muita energia ou para quem tem muitos automóveis. Se isso fosse feito, todas as empresas iriam descobrir formas de consumir menos energia. Já com o sistema tributário corrente não há nenhum estímulo nesse sentido. As empresas procuram o contador apenas para descobrir o que podem fazer para pagar menos impostos. Se as empresas fossem tributadas a partir do que elas gastam com energia, haveria uma grande mudança no sistema de comércio atual, que eu considero absurdo em termos ambientais. Qual o sentido de o Brasil exportar e importar sabão ao mesmo tempo para um mesmo país? A região em que vivo, no Chile, é uma grande produtora de leite, e mesmo assim você encontra no mercado local manteiga fabricada na Nova Zelândia. É um absurdo a quantidade de CO2 gerado sem necessidade para trazer esse produto de tão longe. Acredito que os processos econômicos devam ser analisados a partir da perspectiva dos gastos energéticos. A globalização acontece porque gera crescimento para o PIB, mas é um agressão à biosfera. &lt;br /&gt;Instituto Ethos: É por isso que o senhor é contra o Acordo de Livre Comércio das Américas (Alca)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Não é só por isso. Os tratados de livre comércio não são livres. Os grandes sócios acabam tendo direitos com os quais os pequenos não são contemplados. Os Estados Unidos, por exemplo, não enfrentam problemas por subsidiar seus produtos agrícolas, enquanto os governos mexicano e chileno sofreriam retaliações se o fizessem. As conseqüências dessa forma de comércio são devastadoras. O milho no México, por exemplo, não é apenas um produto econômico. Esse grão faz parte da cultura mexicana, de seus mitos e de seus deuses. Mas, hoje, 40% do milho consumido no México é importado dos Estados Unidos, onde foi subsidiado. Muito desse milho é transgênico e já está contaminando as plantações nativas mexicanas, por meio da polinização. Isso é um tratado que se pode chamar de livre comércio?&lt;br /&gt;Instituto Ethos: Para que a sustentabilidade seja vista como um bom negócio, é preciso alterar o modo de pensar da sociedade. Como conseguir essa mudança de paradigma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Isso se faz por meio de um grande contrato social entre empresários, governo e trabalhadores, os quais decidem aquilo que querem para o país. Isso aconteceu na Suécia. O país se preparou durante dez anos para uma mudança no sistema tributário. Embora pague o imposto mais alto do mundo, cada cidadão está garantido por toda a vida. E o salário do presidente de uma empresa é apenas cinco vezes maior do que o do faxineiro. No Chile, essa diferença é de pelo menos 200 vezes. O maior crime que o homem pode cometer na Suécia é ser machista e não pagar impostos. Esse é o grau de consciência deles. &lt;br /&gt;FNQ: O controle populacional é um aspecto importante da sustentabilidade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Há um erro muito grande nesse pensamento, porque para a demografia toda pessoa é igual. E isso não é verdade. Não estou falando em relação a raça ou gênero. Eu me refiro ao peso de cada pessoa para a biosfera. Um bebê que nasce nos EUA equivale a 20 bebês nascidos em Serra Leoa. Os EUA têm um grande peso mesmo em relação a países mais populosos. Os 300 milhões de cidadãos americanos consomem três vezes mais do que a China, com seu 1,3 bilhão de habitantes, e nove vezes mais do que a Índia, que tem 1 bilhão. &lt;br /&gt;Instituto Ethos: Qual é o papel das universidades nesse contexto, que exige mudanças de comportamento da sociedade?&lt;br /&gt;MM-N: A universidade não está cumprindo o papel que deveria. Ela deixou de ser uma instituição orientadora, que fazia críticas à sociedade, para se converter numa máquina a serviço do mercado. A universidade é cúmplice de um mundo que ela não aprova. Considero um escândalo o modo como a economia vem sendo ensinada dentro das escolas e como ela é aplicada na prática. Estou profundamente decepcionado com o que aconteceu com essa disciplina. Como é possível educar um economista hoje com livros clássicos que não contêm palavras como ecossistema e natureza? Como é possível aceitar que a economia se considere um sistema fechado, sem nenhuma relação com outros sistemas? Um economista não pode ignorar o funcionamento do ecossistema. Se isso ocorre, a responsabilidade é da universidade. Para ensinar aos alunos temas relacionados ao meio ambiente, o professor precisa fazê-lo por fora, como subversivo. &lt;br /&gt;FNQ: O senhor se considera um otimista ou um pessimista? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: O pessimista acredita que já não há mais nada a fazer, enquanto o otimista não faz nada porque acha que o mundo está ótimo. Eu me considero um pessimista ativo. Creio que as coisas não estão bem e que precisamos nos adaptar a isso da melhor forma possível. É preciso surgir neste século a filosofia da solidariedade. Estamos todos na mesma situação. Se não formos solidários, não estaremos preparados para as condições desse novo planeta. Não ser solidário é estúpido e um mau negócio. &lt;br /&gt;Instituto Ethos: Na opinião do senhor, de que forma as mudanças climáticas afetarão os povos da América Latina? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Calcula-se que pelo menos 2 milhões de pessoas terão grave carência de água, porque o aquecimento global vai afetar as neves eternas dos Andes e a grande maioria das cidades localizadas nessa região é abastecida por águas de degelo. Isso vai provocar uma migração sem precedentes. E para onde irão essas pessoas? Quem vai abrir as portas para tanta gente? Enfrentaremos um problema de solidariedade muito forte. Mas a tendência é que se levantem muros. É muito brutal que essa filosofia de cobiça e acumulação continue existindo. &lt;br /&gt;Instituto Ethos: Por que o senhor costuma dizer que acredita mais nos empresários do que nos políticos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MM-N: Há 30 anos eu fiz parte de um setor que acreditava que os empresários eram os maus da história e nós é que éramos os bons. Somente quando comecei a me abrir para o diálogo com as empresas é que percebi que estava completamente equivocado. Descobri que a grande maioria dos empresários quer dialogar e está sempre aberto a mudanças. Usando argumentos concretos, é possível convencê-los do melhor caminho a seguir. Já com os políticos é diferente. Eles estão sempre pensando no próximo ano e nos números que lhes interessam.&lt;br /&gt;FNQ: E por que, mesmo sabendo disso, o senhor foi candidato à presidência do Chile, em 1993? &lt;br /&gt;MM-N: A primeira coisa que eu disse quando me candidatei à presidência de meu país foi que eu não tinha nenhum interesse em assumir o cargo. Minha candidatura foi uma desculpa para colocar em pauta assuntos que não faziam parte das discussões políticas. Apenas quis ser o candidato dos temas ausentes.&lt;br /&gt;Instituto Ethos: O senhor acredita que os governos na América Latina estejam incluindo a sustentabilidade em suas pautas?&lt;br /&gt;MM-N: Acredito que poucos têm consciência do que está acontecendo. A Costa Rica, por exemplo, é um lugar que já despertou para o problema. O país tem muitas iniciativas que visam a sustentabilidade e melhor uso dos recursos ambientais. Mas ainda é muito pouco. Deveria haver muito mais. O Brasil é um caso extraordinário. Vocês têm uma responsabilidade histórica descomunal, porque são donos da maior biodiversidade do planeta. E o que estão fazendo? A Amazônia continua sendo destruída, porque a obsessão pelo crescimento econômico é muito maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.ethos.org.br - Notícias da Semana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-7528249184693415548?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/7528249184693415548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/o-economista-chileno-manfred-max-neef.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7528249184693415548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7528249184693415548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/o-economista-chileno-manfred-max-neef.html' title='O economista chileno Manfred Max-Neef contrapõe crescimento econômico e qualidade de vida'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6812654470227221861</id><published>2010-10-10T16:47:00.001-07:00</published><updated>2010-10-10T16:47:58.558-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://vimeo.com/7186310"&gt;http://vimeo.com/7186310&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6812654470227221861?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6812654470227221861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/httpvimeo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6812654470227221861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6812654470227221861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/httpvimeo.html' title=''/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-9042166908323822262</id><published>2010-10-10T16:05:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T16:05:36.792-07:00</updated><title type='text'>Rio sediará Fórum Global pela Sustentabilidade</title><content type='html'>O Rio de Janeiro vai sediar, em 2011, o Fórum Global pela Sustentabilidade, evento que se repetirá anualmente na cidade e que, em 2012, acontecerá meses antes da Rio+20, a Conferência Internacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que marcará os 20 anos da Rio92. Sexta-feira e na última quinta-feira, representantes de organizações internacionais, de empresas e da sociedade civil se reuniram para discutir detalhes da preparação do fórum e começar a definir os comitês responsáveis pela organização. &lt;br /&gt;Objetivo é pressionar Rio+20 a firmar compromissos &lt;br /&gt;Um dos objetivos do fórum é reunir anualmente líderes empresariais, sociais, ambientais, culturais, acadêmicos e governamentais de diversos países para dialogar, articular acordos e firmar compromissos voltados para o desenvolvimento sustentável. Segundo Oded Grajew, presidente do Instituto Ethos, uma das 13 instituições responsáveis pela organização do evento, uma das ideias é que o fórum funcione também como instrumento de pressão para a Rio+20: &lt;br /&gt;- Há temor de que os governos não apresentem propostas práticas no encontro. O fórum vai ser realizado antes e voltado para a ação, para a apresentação de compromissos que devem ser cumpridos. Vamos dizer em 2011 tudo o que a gente espera que seja feito. Queremos que a sociedade contribua nas exigências - diz Grajew. &lt;br /&gt;O encontro internacional que traçará as diretrizes para o fórum começou na quinta-feira no Palácio da Cidade, e foi aberto por Felipe Góes, secretário municipal de Desenvolvimento do Rio de Janeiro e presidente do Instituto Pereira Passos. O evento contou com a presença do prefeito Eduardo Paes e da secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e terminou ontem. Entre as entidades organizadoras estão a Associação Comercial do Rio de Janeiro, a &lt;em&gt;Fundação Roberto Marinho&lt;/em&gt; e o &lt;em&gt;Rio Como Vamos&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-9042166908323822262?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/9042166908323822262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/rio-sediara-forum-global-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9042166908323822262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9042166908323822262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/rio-sediara-forum-global-pela.html' title='Rio sediará Fórum Global pela Sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5434418724107103485</id><published>2010-10-10T16:00:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T16:00:46.834-07:00</updated><title type='text'>Cientista propõe capturar energia do vento solar</title><content type='html'>A energia do vento e a energia solar são alternativas limpas e renováveis.&lt;br /&gt;Mas junte as duas expressões e adicione uma pitada de tecnologia espacial e você terá a energia do vento solar - um super fonte energética, com potencial para gerar energia 100 bilhões de vezes mais do que a demanda mundial de energia atual.&lt;br /&gt;O grande problema ainda é trazer essa energia para a Terra, que depende de concentrar um feixe de laser com a precisão suficiente.&lt;br /&gt;Satélite Dyson-Harrop&lt;br /&gt;O vento solar é uma espécie de plasma que sai constantemente do Sol em todas as direções. É esse vento solar que alimenta as auroras boreais, que governa todo o clima espacial em nosso Sistema Solar e que muitos projetistas querem aproveitar para impulsionar espaçonaves sem motores.&lt;br /&gt;A ideia do pesquisador Brooks Harrop, um físico da Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, é aproveitar o vento solar para gerar energia, por meio do já batizado satélite Dyson-Harrop.&lt;br /&gt;O satélite-conceito possui um longo loop metálico apontado para o Sol. Esse fio é carregado para gerar um campo magnético cilíndrico suficiente para capturar os elétrons, que compõem metade da constituição do vento solar.&lt;br /&gt;Esses elétrons são afunilados rumo a um receptor metálico esférico para produzir uma corrente. Essa corrente, por sua vez, gera o campo magnético do fio, tornando o sistema autossustentável.&lt;br /&gt;O excesso de corrente, além do necessário para manter o campo magnético, alimenta um laser infravermelho apontado para antenas parabólicas instaladas no solo, projetadas para recolher a energia. Como o ar é transparente ao infravermelho, a atmosfera da Terra não consome nenhuma energia do feixe, que chega ao chão com potência total.&lt;br /&gt;Energia do vento solar&lt;br /&gt;Um satélite Dyson-Harrop relativamente pequeno, usando um fio de cobre de 1 centímetro de diâmetro e com 300 metros de comprimento, com um receptor de 2 metros de largura e uma vela solar de 10 metros de diâmetro, estável a meio caminho entre a Terra e o Sol, poderia gerar 1,7 megawatt de potência.&lt;br /&gt;Amplie esse satélite, dotando-o com um fio de 1 quilômetro (km) de comprimento e uma vela solar de 8.400 km de largura, e teremos uma potência de 1 bilhão de bilhão de gigawatts (1027 watts) de potência.&lt;br /&gt;"Isso é na verdade 200 bilhões de vezes a energia que a humanidade gasta atualmente," diz Harrop, que fez os cálculos juntamente com seu colega Dirk Schulze-Makuch.&lt;br /&gt;Segundo Harrop, não existe nenhum empecilho para que um satélite assim seja construído, uma vez que toda a tecnologia embarcada nele já está disponível. Ele também calcula que seu satélite produzirá uma energia mais barata do que os painéis solares fotovoltaicos porque o cobre necessário para fazer o satélite é muito mais barato do que as células solares.&lt;br /&gt;Energia do luar&lt;br /&gt;Até aí tudo bem, mas há uma grande desvantagem. Para gerar uma quantidade significativa de energia, os satélites Dyson-Harrop precisam contar com o vento solar constante encontrado acima da eclíptica - o plano definido pela órbita da Terra em torno do Sol.&lt;br /&gt;Isso significa dizer que o satélite estaria a dezenas de milhões de quilômetros da Terra. Ao percorrer essa distância, mesmo um feixe de raio laser extremamente preciso iria se espalhar tanto que cobriria uma área com milhares de quilômetros de largura quando atingisse a Terra.&lt;br /&gt;Um feixe de laser carregando dois megawatts, espalhado por uma área tão grande não teria qualquer utilidade - sua energia em um ponto qualquer seria menor do que a luz do luar.&lt;br /&gt;A solução para isso? Uma lente virtualmente perfeita medindo alguma coisa entre 10 e 100 quilômetros de diâmetro.&lt;br /&gt;E para isso ainda não existe tecnologia e nem há qualquer estudo que demonstre que tal solução seja prática. Além disso, somente alguma nova ideia ainda não concebida para trazer a energia de volta para a Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia para naves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Mankins, especializado em energia solar espacial, afirma que podem haver outros problemas com o conceito de Harrop, e afirma que são necessários estudos para verificar se o anel de cobre aguentaria tanta energia sem fundir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ele afirma que a ideia é muito boa para alimentar naves espaciais, que poderiam usar versões muito menores do satélite Dyson-Harrop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu posso vislumbrar usos para essa ideia fora do plano da eclíptica, como na geração de energia para algo como a nave espacial Ulysses, em órbita em torno dos pólos do Sol," diz Mankins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;em&gt;The Solar Wind Power Satellite as an alternative to a traditional Dyson Sphere and its implications for remote detection&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5434418724107103485?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5434418724107103485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/cientista-propoe-capturar-energia-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5434418724107103485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5434418724107103485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/10/cientista-propoe-capturar-energia-do.html' title='Cientista propõe capturar energia do vento solar'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-2550977738555692626</id><published>2010-09-06T16:00:00.000-07:00</published><updated>2010-09-06T16:00:12.952-07:00</updated><title type='text'>Etanol em crise?</title><content type='html'>BBC - 03/09/2010&lt;br /&gt;Etanol em crise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição desta semana da revista britânica The Economist traz uma reportagem sobre os desafios da produção de etanol no Brasil, em meio às eleições, ao foco na exploração de petróleo no pré-sal e ao que o setor da cana-de-açúcar considera serem falhas regulatórias do governo.&lt;br /&gt;Intitulada "A crise de meia-idade do etanol", a reportagem diz que a cana abriu caminho para formar "o núcleo de um novo complexo agroindustrial e de energia renovável", além de tornar o país o maior exportador da commodity - a rigor, especialistas consideram que o etanol ainda não é uma commodity.&lt;br /&gt;Mas a Economist avalia que a indústria ainda está lutando para "transformar todos esses benefícios econômicos e ambientais em lucros confiáveis" e cita trocas de acusações entre o setor e o governo quanto a marcos regulatórios.&lt;br /&gt;Desde que o Brasil aliviou os controles sobre o preço e a produção da cana, há duas décadas, sua colheita aumentou duas vezes e meia, segundo os cálculos da Economist, e o uso do etanol mais que dobrou desde 2002.&lt;br /&gt;Vantagens ecológicas do etanol&lt;br /&gt;Por conta das vantagens ecológicas - sua produção libera muito menos emissões que a de petróleo ou de etanol de milho -, o "etanol da cana-de-açúcar tem o potencial para se tornar uma indústria global", opina a Economist.&lt;br /&gt;No entanto, enquanto o Brasil exporta 70% de sua produção de açúcar, 75% do etanol produzido no país destina-se ao mercado interno, principalmente em decorrência das práticas protecionistas de EUA e União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentar as exportações também requer grandes investimentos em infraestrutura, aponta a revista. "Até que o mercado global do etanol decole, os produtores brasileiros permanecerão incomodamente dependentes das vendas internas e da Petrobras (...), que é tanto sua maior compradora [ao misturar etanol na gasolina] quanto sua principal concorrente" no fornecimento de combustível ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços do etanol e da gasolina&lt;br /&gt;O setor da cana-de-açúcar se queixou à Economist que, enquanto o preço do etanol sobe e desce dependendo da demanda mundial pelo açúcar, o preço da gasolina no Brasil não se ajusta rapidamente a mudanças no preço do petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já membros do governo defendem que, para garantir um fornecimento estável, o etanol deveria ser regulado pela Agência Nacional do Petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate é ofuscado, segundo a revista, pelas novas descobertas de petróleo no Brasil e pela possível eleição de Dilma Rousseff à Presidência, "que acredita mais fortemente que [Luiz Inácio Lula da Silva] no planejamento estatal da indústria energética", diz a Economist. "Até nisso a Dilma é ruim para o Brasil."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-2550977738555692626?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/2550977738555692626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/09/etanol-em-crise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2550977738555692626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2550977738555692626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/09/etanol-em-crise.html' title='Etanol em crise?'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6025740668523987017</id><published>2010-08-29T16:18:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T16:18:27.952-07:00</updated><title type='text'>Energia eólica já é uma das mais competitivas do Brasil</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Com preço médio de R$ 130,86 o MWh, fonte de energia bate até mesmo as térmicas movidas a gás natural&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renée Pereira - O Estado de S.Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/THrqgS8eaeI/AAAAAAAAAco/V8oQGlSFg5U/s1600/wind-energy-renewable-6832.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/THrqgS8eaeI/AAAAAAAAAco/V8oQGlSFg5U/s320/wind-energy-renewable-6832.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A forte disputa verificada nos leilões promovidos pelo governo federal esta semana pôs a energia eólica na lista das mais competitivas do Brasil, abaixo até do custo das térmicas movidas a gás natural, de cerca de R$ 140 o megawatt/hora (MWh). Na média, o preço da energia produzida com o vento foi negociada por R$ 130,86. No leilão do ano passado, cada MWh custou em média R$ 148,39.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;"O resultado realmente surpreendeu a todos", afirmou o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões. Ele acredita que há várias fatores para explicar a forte disputa verificada no leilão, que contratou 2.892 MW de capacidade, sendo 70% desse montante de energia eólica. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Um dos fatores é a desaceleração da economia europeia, onde a construção de parques eólicos é tradicional. Com o Produto Interno Bruto (PIB) crescendo menos, o consumo de energia cai e os projetos de geração são adiados. Isso reduz a demanda por novos geradores eólicos e derruba os preços dos equipamentos. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Nesse cenário, destaca Simões, o Brasil se tornou uma nova fronteira eólica no mundo, já que por aqui a demanda de energia elétrica continua em alta. A matriz, que até o ano passado era de 600 MW, deve pular para 4.454 MW de capacidade nos próximos três anos. "Além das multinacionais que já instalaram fábricas no País (Impsa, Alston e GE), outras empresas estão interessadas em construir novas unidades por aqui", afirma o presidente da Abeeólica. Entre elas, estão a espanhola Gamesa, a dinamarquesa Vestas, a indiana Suzlon e investidores coreanos e chineses.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A argentina Impsa não só inaugurou uma unidade em Pernambuco, como tem apostado em novas usinas. Em parceria com o Fundo de Investimento com recursos do FGTS (FI-FGTS), vendeu 211 MW no leilão de dezembro do ano passado e 270 MW, no desta semana. O diretor-geral da empresa, Luis Pescarmona, explica que, além da crise europeia, as condições de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) melhoraram a competitividade dos projetos. O prazo dos empréstimos subiu de 14 anos para 16 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Outro grupo que teve presença importante no leilão desta semana foi a joint venture entre Neoenergia e a espanhola Iberdrola. No total, eles venderam 258 MW, o que deve contribuir para a Neoenergia atingir 3 mil MW de potência instalada no País (já considerando a parcela de Belo Monte), afirma o presidente da empresa, Marcelo Corrêa. Em dois anos, diz ele, essa capacidade deverá subir para 5 mil MW.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ricardo Simões, da Abeeólica, acredita que o Brasil tem grandes oportunidades para aumentar a participação dessa fonte renovável na matriz elétrica. "O potencial do País em energia eólica é de 300 mil MW", diz ele, que também vendeu 90 MW de energia no leilão da empresa Brennand Energia. O executivo comenta que no Brasil o fator de capacidade de geração está na casa de 40%, ante 22% da Europa. Ou seja, aqui as unidades geram mais energia por MW instalado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6025740668523987017?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6025740668523987017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/08/energia-eolica-ja-e-uma-das-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6025740668523987017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6025740668523987017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/08/energia-eolica-ja-e-uma-das-mais.html' title='Energia eólica já é uma das mais competitivas do Brasil'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/THrqgS8eaeI/AAAAAAAAAco/V8oQGlSFg5U/s72-c/wind-energy-renewable-6832.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5822766512771532528</id><published>2010-08-22T16:37:00.000-07:00</published><updated>2010-08-22T16:37:28.835-07:00</updated><title type='text'>Energia eólica lidera entre fontes renováveis</title><content type='html'>Estudo aponta que parques eólicos receberam 56% dos investimentos globais em energia limpa em 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luciano Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração de energia a partir do vento foi a que mais cresceu entre as fontes de energia renovável ao longo de 2009. Segundo o relatório "Tendências Globais das Energias Limpas 2009", elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), a indústria eólica foi a responsável por 56% de todos os investimentos aplicados em energia limpa no ano passado, com US$67 milhões recebidos. O setor apresentou força mesmo após a crise econômica, com o total de recursos aplicados na fonte crescendo 9% entre 2008 e 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os países que mais acrescentaram potência instalada a seu parque eólico, a China aparece na liderança, com 13,8GW, contra 10GW dos Estados Unidos e 2,5GW da Espanha. Em todo o mundo, 38GW em usinas iniciaram a operação. O documento também destaca que hoje a energia eólica já está presente em mais de 80 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2009 também foi o segundo consecutivo em que o mundo instalou mais megawatts em empreendimentos de energia limpa do que em fontes convencionais. E, segundo a previsão da ONU, o feito deve voltar a acontecer em 2010. Entre os países, o maior crescimento na geração renovável se deu na China, que ultrapassou os Estados Unidos em investimentos, com 37GW em usinas de geração limpa. Outra região que teve grande expansão no setor foi o Mar do Norte, devido aos investimentos em usinas eólicas offshore - instaladas em alto mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das boas notícias, as fontes limpas receberam 7% menos investimentos no ano passado do que em 2008. Foram US$162 bilhões ao longo do ano. Isso porque, apesar da forte expansão eólica, outros segmentos, como a energia fotovoltaica e os biocombustíveis, apresentaram retração significativa em parte de sua cadeia produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As usinas solares fotovoltaicas receberam US$40 bilhões no ano, um número recorde, com o parque da fonte alcançando os 21GW ao final de 2009. Ainda assim, os investimentos em fabricação de equipamentos caíram 27% no ano, chegando a US$24 bilhões. De acordo com o relatório, o setor sofreu abalos por diversos fatores, como a queda nos preços, falta de financiamentos e apreensão do mercado - além da desaceleração da fonte na Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desse revés, a fonte instalou 7GW em 2009, com a Alemanha representando mais do que a metade (3,8GW) dos novos empreendimentos na área. O relatório coloca Itália, Japão, Estados Unidos, República Checa e Bulgária como países que também apostaram fortemente na geração solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a China tem se destacado na produção de equipamentos. Foi a responsável por 40% dos painéis fotovoltaicos fabricados no mundo em 2009, além de ter abocanhado 25% do mercado de turbinas eólicas - um aumento significativo em relação a 2007, quando o país detinha uma participação de apenas 10% na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, aparece a produção de energia elétrica a partir de biomassa, que recebeu US$11 bilhões, contra US$9 bilhões registrados em 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5822766512771532528?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5822766512771532528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/08/energia-eolica-lidera-entre-fontes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5822766512771532528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5822766512771532528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/08/energia-eolica-lidera-entre-fontes.html' title='Energia eólica lidera entre fontes renováveis'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-2671736341174576564</id><published>2010-08-22T16:35:00.000-07:00</published><updated>2010-08-22T16:35:41.459-07:00</updated><title type='text'>São Bernardo quer transformar lixo em energia</title><content type='html'>Município, no ABC Paulista, tem projeto orçado em R$220 milhões &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, pretende construir uma usina de recuperação de energia (URE), que geraria eletricidade através do biogás obtido do lixo. O projeto foi apresentado na última semana pelo prefeito Luiz Marinho e está orçado em R$220 milhões. O objetivo da prefeitura é viabilizar o empreendimento por meio de uma Parceria Público Privada (PPP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina seria implementada junto ao Lixão do Alvarenga e, junto com uma central de reaproveitamento e processamento de resíduos, ocuparia uma área de 30 mil m². Atualmente, São Bernardo gasta R$14 milhões por ano para descartar seu lixo no aterro Lara, em Mauá. A estimativa é de que, com o sistema em funcionamento, os custos caiam pela metade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prefeitura pretende disponibilizar em breve uma consulta pública para receber contribuições ao projeto. Após esse processo, deve ser lançado o edital de convocação para empresas interessadas em participar do empreendimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-2671736341174576564?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/2671736341174576564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/08/sao-bernardo-quer-transformar-lixo-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2671736341174576564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2671736341174576564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/08/sao-bernardo-quer-transformar-lixo-em.html' title='São Bernardo quer transformar lixo em energia'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-8070642275958195242</id><published>2010-07-12T17:52:00.001-07:00</published><updated>2010-07-12T17:52:29.299-07:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade</title><content type='html'>O descompasso entre o discurso e a prática não é uma peculiaridade dos tempos atuais. Desde a Grécia antiga e até mesmo antes dela, já se discutiam os tramas e dramas do discurso político. Nem sempre o discurso deixa que se revelem as segundas intenções por detrás da fala. Outras tantas vezes, uma análise atenta do discurso permite descortinar intenções ocultas, que infelizmente, revelam-se politicamente incorretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio Ambiente, sustentabilidade e proteção da natureza viraram idéias-força bastante difundidas atualmente e incorporadas por um número significativo de atores sociais, com interesses e posturas ambientais variadas e, até mesmo, opostas. Do radicalismo da organização não-governamental Deep Ecology (Ecologia Profunda) à diretoria de grandes empresas, todos, em uníssono, são a favor do meio ambiente. Uns dizendo que toda e qualquer atividade empresarial destrói o meio ambiente e outros afirmando que é possível se avançar em direção ao chamado “capitalismo ecológico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os otimistas isso é sinal de convergência em torno de um tema fundamental para a sobrevivência de todo o planeta, inclusive dos seres humanos: a proteção ambiental. Mas o otimismo do discurso pode encobrir um pessimismo profundo na prática. Discurso e prática, quando se fala de Responsabilidade Sócio-Ambiental de Empresas, podem caminhar bem descompassados. Infelizmente, fica sempre a desconfiança de que a prática caminha a passos bem mais lentos que o discurso. Trocando em miúdos, muita propaganda empresarial e pouca ação efetiva. Ou ainda, muito mais recursos gastos em publicidade do que na proteção ambiental em si. Prova disso são os balanços sociais de empresas, que muitas vezes encobrem essa relação entre gastos com divulgação da empresa e investimentos em meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes desafios da incorporação da agenda ambiental por parte das empresas reside no caráter instrumental que marca as relações no espaço interno das organizações. As empresas privadas, como toda e qualquer organização, são regidas por um certo grau de instrumentalidade. O que significa isso? Significa orientar ações, posturas e formas de explicar o mundo por uma racionalidade (um raciocínio) centrado na lógica de meios para atingir fins, de recursos para atingir objetivos. Sendo mais claro: no ambiente empresarial sempre se pensa nas pessoas e nos recursos disponíveis (inclusive a natureza) como meios para se atingir os objetivos propostos; como peças de um jogo de estratégia no qual o objetivo é se alcançar o máximo resultado. A maioria das relações que se estabelecem no espaço interno das empresas são marcadas por essa instrumentalidade. Por exemplo, investe-se em qualidade de vida no trabalho e em melhores salários porque se aprimora as condições de vida do empregado, mas sobretudo porque empregados felizes e satisfeitos com a empresa são mais produtivos, gerando maior lucratividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como bem já lembrava Kant, nos empreendimentos empresariais os valores, a moral e a própria ética podem se tornar um mero artifício para o alcance de metas. O filósofo alemão cita o exemplo do comerciante que agradava seus clientes não porque acreditava no valor maior de se ter bons amigos, mas sim porque se preocupava em não perder fregueses para a concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém pode pensar: mas tudo na vida envolve um certo grau de interesse, mesmo na esfera pessoal de cada indivíduo! Correto, mas o problema é que o discurso da máxima eficiência e competitividade, que domina hoje o ambiente de trabalho nas empresas, faz ampliar o grau de instrumentalidade das relações, em detrimento da adesão aos valores por si mesmos. Os interesses passam a vir antes e a sufocar o compromisso com os valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adesão das empresas a valores sócio-ambientais e a uma moral de defesa do meio ambiente pode se dar apenas como um mero recurso para reduzir a pressão de governos, comunidades, consumidores e até de acionistas (donos) sobre as próprias empresas. Afinal, a degradação do meio ambiente está se tornando, a cada dia mais, um mal negócio para as empresas. Multas, embargos legais, boicote de consumidores, manifestações de comunidades e várias outras formas de pressionar as empresas têm se tornado uma dor de cabeça para os executivos, até mesmo das grandes corporações multinacionais. Shell, McDonalds, Monsanto e Wall Mart são apenas alguns dos inúmeros exemplos de empresas transnacionais poderosas que tiveram que se curvar ao também poderoso poder de fogo de organizações não-governamentais e comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas, quando a adesão aos valores ambientais é feita meramente de forma instrumental, o forte apelo para que o homem seja entendido não como um ser exótico ao meio ambiente, mas como parte integrante dele é jogado por terra. Não se protege a natureza porque isso é algo correto ou necessário por si só, mas porque ajuda a alcançar um outro objetivo. Não se protege a vida de todos os seres vivos não-humanos porque, como viventes, eles têm direito à vida como qualquer um de nós. Protege-se a natureza para atingir uma meta maior: perpetuar a empresa e assegurar que continue dando lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso brasileiro o cenário é mais dramático ainda, pois os objetivos empresariais ainda continuam muito focados no lucro de curtíssimo-prazo. Mas agora, um lucro menos selvagem. Como diz John Elkington, as empresas continuam a ser canibais, mas agora “Canibais com Garfo e Faca”. Aliás, esse é o título de seu interessante livro, publicado pela editora Campus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo, continuo fazendo muita força para me colocar no grupo dos otimistas. Acho que depois de todo esse “oba-oba” das empresas em torno da Responsabilidade Sócio-Ambiental, as comunidades, os consumidores e os cidadãos vão começar a despertar para o fato de que, para se proteger de maneira consistente (ou se quiserem, de maneira sustentável) o meio ambiente será preciso ir além da racionalidade instrumental. Nesse dia, o meio ambiente voltará a ser mais ambiente e menos meio. Atualmente, desconfio que ele é visto pelas empresas muito mais como um meio para se reduzir a pressão das comunidades sobre suas atividades produtivas e assegurar seus lucros, do que como o ambiente que nos cerca, dá sentido à nossa vida e é essencial para nossa sobrevivência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-8070642275958195242?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/8070642275958195242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/07/sustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8070642275958195242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8070642275958195242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/07/sustentabilidade.html' title='Sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-541843971161914186</id><published>2010-06-19T16:23:00.000-07:00</published><updated>2010-06-19T16:23:39.592-07:00</updated><title type='text'>Leilão de fontes alternativas</title><content type='html'>&amp;nbsp;A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) informou hoje que 517 empreendimentos foram cadastrados para o leilão de fontes alternativas que será realizado no dia 19 de agosto. Juntos, os projetos somam &lt;strong&gt;15.774&lt;/strong&gt; megawatts (MW) de capacidade instalada &lt;em&gt;(mais que os 4,5 médios previstos na geração de Belo Monte&lt;/em&gt;). O leilão será voltado especificamente para contratação de energia proveniente de&lt;strong&gt; centrais eólicas, termelétricas movidas à biomassa (bagaço de cana-de-açúcar, resíduos de madeira e capim elefante) e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs)&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;De acordo com a EPE, terá preferência de contratação a energia ofertada pelo menor preço às distribuidoras. O fornecimento começará em janeiro de 2013 e os contratos de energia de PCHs deverão valer por 30 anos, enquanto os de biomassa e energia eólica, por 20 anos. Do total de projetos cadastrados, 478 (ou 14.529 MW) já haviam sido inscritos para o leilão de energia de reserva, que será promovido nos dias 18 e 19 de agosto. Estes projetos foram automaticamente cadastrados para o leilão de fontes alternativas e podem optar pela participação em um ou outro.&lt;br /&gt;No cadastramento aberto exclusivamente para o leilão de fontes alternativas, foram inscritos mais 39 projetos, com capacidade instalada de 1.209 MW. Destes, 26 são de centrais eólicas (645 MW), sete são de termelétricas à biomassa (429 MW) e seis são de PCHs (135 MW).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-541843971161914186?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/541843971161914186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/06/leilao-de-fontes-alternativas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/541843971161914186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/541843971161914186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/06/leilao-de-fontes-alternativas.html' title='Leilão de fontes alternativas'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4883603342046844453</id><published>2010-05-30T17:12:00.000-07:00</published><updated>2010-05-30T17:12:15.457-07:00</updated><title type='text'>Um sopro de energia renovável</title><content type='html'>Os gestores da política econômica têm a convicção de que crescimento econômico é uma panacéia para todos os males do país. Pobreza? Basta fazer a economia crescer, ou seja, incrementar a produção (consumo de energia) de bens e serviços e estimular os gastos dos consumidores, e a riqueza se espalhará de cima para baixo na sociedade. Contra o desemprego é só intensificar a demanda por bens e serviços, ofertando crédito e estimulando investimentos. Excesso de população? Basta fomentar o crescimento econômico e esperar que a transição demográfica resultante reduza as taxas de natalidade. Ora, as coisas não funcionam bem assim.&lt;br /&gt;No pensamento hegemônico que vivemos nos últimos anos, o das idéias neoliberais e privatistas, cabe aos governos criar e preservar certas condições que permitam ao mercado operar. É o capitalismo financeiro que determina os fluxos de dinheiro, os lucros obtidos, as escolhas energéticas, mas também os problemas econômicos, as crises nos países. A chamada globalização financeira leva a situação em que o mercado decide, o mercado determina.&lt;br /&gt;As consequências decorrentes dessa política neoliberal adotada levaram o mundo a produzir menores taxas de crescimento, maior desigualdade social e crises recorrentes, e que culminaram com os graves problemas enfrentados na atualidade como: a recessão-depressão econômica, a insegurança energética e alimentar e o aquecimento global. E agora, uma conjuntura de desemprego e ampliação da miséria. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) indica novos 50 milhões de desempregados em 2009, principalmente mulheres e crianças, o que eleva o número de desempregados para até 340 milhões de pessoas no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos nos lembrar sempre que a economia é parte da biosfera finita, que suporta o planeta Terra. E que a expansão da economia, afetando excessivamente o ecossistema circundante, começa a sacrificar o capital natural (como peixes, animais, vegetais, minerais e petróleo), que valem mais do que o capital criado pelo homem (estradas, fábricas, computadores e eletrodomésticos). Teremos, então, o que se pode denominar de um crescimento que produza “males” mais rapidamente do que bens - tornando-nos mais pobres, e não mais ricos. Podendo, em caso extremo, até colocar em risco a própria sobrevivência da humanidade.&lt;br /&gt;No que chamamos de desenvolvimento sustentável a energia como “mola propulsora” da economia, tem um papel fundamental no combate ao aquecimento global e as mudanças climáticas recorrentes. E ai recai a importância das escolhas energéticas, que devem priorizar a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEEs) e, assim, mitigar os impactos do aquecimento global. Tarefa urgente para ser cumprida, pois as evidências confirmadas cientificamente pelos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, sigla em inglês) da ONU, mostram o papel do homem na degradação ambiental principalmente devido ao uso e a produção de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema ganhou manchetes de jornais em todo o mundo e reforçou a pressão para que governos alterem políticas econômicas, de desenvolvimento e industriais, de modo a causar menos danos ao meio ambiente. Organizações não-governamentais de todo o mundo lançaram-se numa nova onda de pesquisas que, no limite, sugerem a necessidade de se mudar o padrão de consumo adotado no mundo rico e desenvolvido. A pesquisa mais recente divulgada é da ONG internacional WWF, segundo a qual o investimento em eficiência energética deveria ser a ação mais imediata dos governos, enquanto as energias alternativas renováveis vão sendo desenvolvidas e consolidadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constata-se que nosso país tem avançado em um modelo de desenvolvimento econômico e social que privilegia o uso intensivo de recursos naturais e o apoio a grandes empresas que são historicamente contrárias a ter limites no uso dos recursos. É este atual modelo econômico predatório que está sendo questionado, e que contribui pela desestabilização do planeta como um todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil alcançou em 2009 uma capacidade instalada de 106.301 MW com 2.180 usinas em operação, segundo dados do relatório de fiscalização da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). A participação atual na matriz energética nacional das hidrelétricas é de 71% da capacidade de geração do país, seguidas pelas termoelétricas que, segundo a ANEEL, são responsáveis por 23,6% do parque gerador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório da ANEEL mostra que os empreendimentos que entraram em operação comercial ao longo de 2008 geraram uma potência de 3.565,11 MW. Deste montante, 610,86 MW foram hidrelétricas, 463,32 MW pequenas centrais hidrelétricas, 266,93 MW eólicas e 2.224 MW de térmicas. O consumo de energia elétrica no Brasil somou 376.900 GWh em 2007, uma expansão de 5,4% em relação a 2006. Este é o maior índice de crescimento desde o fim do racionamento, segundo dados da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008 o consumo atingiu 392.688 GWh, o equivalente a uma expansão de 4% sobre 2007, sendo que o aumento da demanda foi impulsionado pelo comércio. O consumo deste setor teve alta de 6,6% entre 2006 e 2007, superando a marca de 6% das residências e de 5% das indústrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No acumulado de 2009, o consumo totalizou 388.204 GWh, abaixo dos 392.688 GWh de 2008. O resultado no ano foi devido principalmente pela queda de 6% no uso de energia pelas indústrias no país, enquanto os segmentos residenciais e comerciais apresentaram altas de cerca de 6% cada, segundo a EPE. Verificou-se que ao longo de 2009, o mercado brasileiro de energia elétrica sofreu impacto da crise financeira internacional, porém seus efeitos se concentraram na classe industrial, como conseqüência da retração da atividade deste segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério de Minas e Energia afirma que o consumo per capita no País aumentará 45% até 2017. E para atendê-lo em boa parte, será com “energia suja”, como mostraram vários depoimentos na recente audiência pública promovida pelo Ministério Público Federal para debater do Plano Decenal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ano de 2010, o consumo total de eletricidade no Brasil é estimado pela EPE em 455,2 mil GWh, o que equivale a um crescimento de 9,4% em relação a 2009. Segundo os cenários oficiais estima-se que entre 2010 e 2018 o consumo total de eletricidade no Brasil cresça a uma taxa média de 5,2% a.a., chegando a 681,7 mil GWh em 2018.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se pode afirmar é que grande parte da expansão, principalmente com as hidrelétricas amazônicas, será para atender ao consumo das empresas exportadoras eletrointensivas de alumínio, ferro gusa e celulose. Este setor já responde por cerca de 30% de todo o consumo de energia no País, com altos subsídios, pagos pela sociedade. Portanto, o interesse de outros países (EUA, China, Rússia, …) nessas indústrias é decorrente da possibilidade de beneficiarem-se do custo irrisório da energia publicamente subsidiada na Amazônia às custas de impactos ambientais, culturais e sociais, fruto de uma política sem debate público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atender aos cenários traçados, o plano do governo para geração de energia elétrica nos próximos dez anos prevê, além do aumento de usinas termelétricas - as mais poluentes -, impactos socioambientais envolvendo a construção de usinas hidrelétricas na região Amazônica, e a reativação do polêmico plano de construção de novas usinas nucleares no país, inclusive duas delas no Nordeste brasileiro. Por tudo isso e muito mais, não faz sentido que os Planos Decenais e de Expansão da Oferta de Energia sejam levados adiante pelo governo federal nos ternos em que estão. A sociedade e o saber técnico precisam ser respeitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão de energia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas contas de energia são sempre bastante controversas. Existe um planejamento que avalia sempre uma demanda futura e, portanto, tenta suprir essa necessidade com a construção imediata de hidrelétricas e usinas com outras fontes de energia. Nós vimos que, no ano passado, em função da desaceleração econômica, o Brasil não consumiu tanta energia quanto se esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São questionáveis as informações técnicas relacionadas à construção dos cenários utilizados para alimentar a modelagem sobre as projeções de consumo energético. Historicamente, o Setor Elétrico tem feito projeções com base na premissa do crescimento da economia baseado em taxas acima das atuais e que geram “previsões” irreais do consumo energético. Por exemplo, em 1987, a projeção para 2005 foi 54% acima do consumo verificado. As projeções com horizontes mais curtos também sempre foram superestimadas. Por exemplo, em 1999, o consumo projetado para 2005 foi 14% maior que o ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A correlação do aumento de consumo de eletricidade com o PIB não se comprova e, portanto não pode ser usada como norteadora do planejamento. Jamais o consumo de eletricidade vai crescer 5%, 10% ao ano e até mais, como foi durante os anos 1940 a 1990, quando o país estava ainda se eletrificando. Hoje, o país está praticamente eletrificado, de um modo ou de outro, embora a eletrificação por meio da rede rural ainda prossiga, e embora o Luz para Todos seja um investimento necessário e considerável na ampliação dos mercados para geração e distribuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de o consumo de energia no Brasil ter sido sempre superestimado criou e cria expectativas de projetos de obras de grande porte que nunca precisariam ser construídos, e distorções que impossibilitaram, ao longo do tempo, o planejamento racional sustentável do futuro energético do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As projeções feitas pela EPE da demanda de energia elétrica para os próximos anos indicam um forte crescimento do consumo a partir de 2010, justificadas na análise otimista das boas perspectivas para a economia brasileira no mesmo período. Em função dessa visão da economia brasileira, as projeções de demanda de energia elétrica para o período 2009-2018 partiram de uma trajetória esperada de crescimento do PIB de 0,5% em 2009, 6% em 2010 e, daí em diante, 5% ao ano, em média, entre 2011 e 2018.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas análises estão contidas no Plano Decenal de Expansão de Energia (PDEE), produzido pela EPE para orientar as ações e decisões relacionadas à expansão da produção de energia nos próximos dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o Brasil, seja um dos países com maior possibilidade de ter uma matriz energética relativamente limpa e renovável, “recorre à energia suja” em seu Plano Decenal de Expansão de Energia. Dos 55 mil MW de nova potência previstos nesse documento, nada menos que 20,8 mil MW (quase 40%) virão de fontes térmicas, aí incluídas as usinas a gás, carvão, diesel, óleo combustível ou biomassa, além das nucleares; até 2017 serão 68 novas unidades movidas a combustíveis fósseis, com 15,44 mil MW; e as emissões na área passarão de 14,43 milhões de toneladas anuais para 39,3 milhões de toneladas - na hora em que o mundo, assustado com as mudanças climáticas, procura reduzir as emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas evidências desnudam que a política energética do Brasil não está baseada nos interesses reais e maiores de um desenvolvimento sustentável, a curto, médio e longo prazo. O foco é de interesses político partidários a serviço de interesses econômicos de grandes grupos multinacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PDEE prevê uma grande expansão nas usinas termelétricas, consideradas hoje uma das fontes mais poluentes de geração de energia e um grande vilão no combate às mudanças climáticas. O plano prevê a criação de 82 usinas termelétricas nos próximos dez anos, 74 delas de fontes fósseis. Hoje, existem no Brasil 77 térmicas instaladas, e se todas as usinas previstas no PDE forem concretizadas, as emissões de gases de efeito estufa provenientes de termelétricas no país subirão 172%. Uma completa contradição, com o Plano de Mudanças Climáticas lançado recentemente pelo Governo Federal, se comprometendo em reduzir a emissão de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadro preocupante é o que mostra o Plano Decenal: enquanto as usinas eólicas passarão de 0,3 para 0,9% da potência instalada no país, as biomassas (bioeletricidade) passarão a responder por 2,7% (hoje, 1%), as usinas térmicas aumentarão sua participação de 0,95 para 5,7% (mais de 500%). A expansão pífia prevista para a energia eólica contrasta com a as informações do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que afirma que os ventos poderiam atender a pelo menos 60% de todo o consumo nacional de energia, já que em mais de 71 mil km2 do território nacional a velocidade dos ventos é adequada. Não por acaso, que Europa, Ásia e Estados Unidos estão investindo pesadamente nessa área e na energia solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo o que se constata é que os atuais Planos de Energia Elétrica não refletem uma visão de sustentabilidade. O Governo Federal tem priorizado obras de grande porte e alto impacto negativo para a sociedade e o ambiente, além de privilegiar tecnologias caras e ultrapassadas. Desta forma, reproduz um modelo energético arcaico, não traz avanços para o setor e agrava os problemas já existentes. O Brasil pode e deve promover um modelo energético sustentável nacional e regional e assumir uma posição de destaque internacional ao desenvolver seu enorme potencial em eficiência energética e energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a sociedade brasileira vem condenando e não aceita mais é a falta de transparência sobre as escolha das opções energéticas, impedindo que ela tenha informações, e se manifeste, sobre como e onde seu dinheiro está sendo investido. Os custos econômicos, ambientais e sociais de usinas nucleares no Nordeste do Brasil, assim como de hidroelétricas na Amazônia, são altíssimos, e nada pode explicar tamanha insistência com projetos tão desnecessários para o país e tão ineficazes em termos de geração de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarifas mais caras do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente, as tarifas de energia elétrica no Brasil ficavam muito abaixo das vigentes nos países ricos, que são fortemente dependentes de petróleo importado. No Brasil, as hidrelétricas respondem por 2/3 da energia elétrica produzida no País com custo praticamente zero para o combustível, que é a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema brasileiro prevê um “custo para a água” basicamente para cobrir despesas de compensação ambiental aos governos estaduais e municipais. Nos Estados Unidos e na Europa, a energia elétrica é gerada a partir de combustíveis fósseis, especialmente o carvão e derivados de petróleo. A grande exceção é a França, onde 75% da energia provêm de centrais nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inversão ocorreu nos últimos dez anos, com os fortes reajustes para as tarifas do setor elétrico. Entre dezembro de 1995 e o final de 2005 a ANEEL reajustou as tarifas residenciais em 386,2%, quase o dobro do reajuste da inflação aferida pelo IPCA no mesmo período, que acumulou variação de 210,15%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reajustes para as residências, porém, ficaram abaixo dos registrados para o setor industrial nesse mesmo período. No período de dez anos, a agência reguladora reajustou as tarifas pagas pela indústria em 476,44%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reajustes mais acelerados para a indústria foram maiores no governo Lula, que inverteu a tendência registrada no governo anterior. Na gestão de Fernando Henrique Cardoso, os aumentos foram maiores para os consumidores residenciais e mais baixos para as indústrias, embora também muito acima do aumento da inflação no mesmo período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tarifas residenciais de energia elétrica no Brasil estão entre as mais elevadas do mundo e custam cerca de 65% acima dos preços pagos pelos consumidores residenciais norte-americanos. Os preços pagos no Brasil estão acima até dos vigentes em alguns países europeus, como Espanha e França, embora fiquem abaixo dos registrados na Irlanda, Portugal e Inglaterra. Conforme dados da ANEEL a tarifa média das 65 distribuidoras de energia no País está em torno de R$ 327,21 por MWh, o que corresponde a cerca de US$ 172 (câmbio de R$ 1,90 por dólar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, pelos dados da EIA (Energy Information Administration), agência do governo americano, a tarifa média residencial está em torno de US$ 104 por MWh. Na França o MWh estava em torno de US$ 144, enquanto na Espanha a tarifa média oscilava em torno de US$ 165.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em Portugal, Inglaterra e Irlanda os preços estavam acima dos praticados no Brasil, com tarifas de US$ 184 por MWh, US$ 186 e US$ 258 por MWh, respectivamente. No México, a tarifa média estava em US$ 101 por MWh. Os dados referentes aos países europeus e ao México foram extraídos da IEA (International Energy Agency), formada pelos principais países consumidores de energia do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida para essa exorbitante tarifa contribui a descoberta feita pelo TCU, o Tribunal de Contas da União, de algo que há muito se suspeitava que os próprios contratos de concessão contem gravíssimas falhas no mecanismo de reajuste tarifário, fazendo com que a população, desde o fim da década de 90, venha sistematicamente pagando aumentos de tarifa superiores aos preconizados, porque a fórmula usada no contrato está contra a lei. O que significa uma transferência de mais de 1 bilhão de reais por ano pagos indevidamente pela população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: orange;"&gt;&lt;strong&gt;Fontes renováveis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está diante do desafio de alterar as fontes atuais de energia que movem a economia do planeta. Petróleo e gás natural ainda respondem por mais de 50% da matriz energética mundial, enquanto apenas 13% das fontes de energia do mundo provêm de fontes renováveis como hidroeletricidade, biomassa, energia eólica e solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje no Brasil, as energias renováveis respondem por 46% da matriz de energia elétrica do país, o que faz do Brasil modelo para o mundo, cuja média mundial é de 12% a 13%. Nos países desenvolvidos, as energias renováveis equivalem a apenas 7% da matriz elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em eficiência energética e em economia de energia o PROCEL (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) - investiu R$ 971 milhões e obteve uma economia de energia de 24.598 GWh/ano, o equivalente à geração de uma usina com capacidade para 6.612 MW. Daí pode-se verificar o enorme potencial dos programas de conservação de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aproveitamento das energias renováveis é relegado nos Planos Decenais, enquanto deveriam ser encaradas como a grande solução para a questão energética. Apesar de a Europa planejar que 20% de sua matriz energética seja composta por novas fontes renováveis até 2020, o Brasil segue desconsiderando essa tendência internacional apesar de possuir potencial para suprir totalmente a demanda nacional atual e também para fornecer eletricidade a locais remotos que não a possuem ou que utilizam outras fontes como a geração a diesel ou a gás. Essas fontes poderiam também resolver problemas atuais do setor como o pico de consumo nas regiões Sul e Sudeste causado por chuveiros elétricos e que pode ser reduzido por energia solar térmica, beneficiando a todos, inclusive às concessionárias. Assim a demanda poderia ser mais balanceada e o fator de carga elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As energias renováveis somente foram abordadas no PDEE através do PROINFA (Programa de Incentivo as Fontes Alternativas de Energia), que é um programa que limita a quantidade de energia que deverá ser gerada, ao invés de adotar estas fontes de forma contínua e definitiva. A limitação temporal acaba inclusive por dificultar investimentos privados no setor, pela ausência de perspectiva quantitativa maior e de longo prazo. Nem a energia solar térmica nem a solar fotovoltaica são consideradas, apesar do imenso potencial que o país possui e das iniciativas de suporte já existentes por parte da sociedade civil (por ex. do Instituto Vitae Civilis) e em focos governamentais locais (por ex. projeto de lei de energia solar térmica para a cidade de São Paulo). O Plano não analisa nem propõe soluções aos problemas que já ocorrem no planejamento e na implementação do PROINFA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo total previsto pela Eletrobrás para o PROINFA será de R$ 1,816 bilhão em 2010, segundo Plano Anual (PAP), orçamento aprovado pela diretoria da ANEEL. Do total, as distribuidoras pagarão R$ 1,640 bilhão, as transmissoras, R$ 174,046 milhões, e as permissionárias cooperativas, R$ 1,960 milhão. O número de empreendimentos previstos para operar em 2010 dentro do PROINFA, segundo a Eletrobrás, representam um total de 3.137 MW de potência instalada e uma geração prevista de 10.601.823,59 MWh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade da situação climática no mundo exige que governantes (e os candidatos) se posicionem quanto à nossa matriz energética. Não faz sentido continuar destinando às usinas termoelétricas, altamente poluidoras, boa parte dos leilões de energia. É preciso dar muito mais força à energia eólica e solar, além de biocombustíveis produzidos adequadamente. Não é faz sentido ignorar os estudos científicos que indicam ser possível ganhar até 30% no consumo de energia com políticas eficazes de eficiência e conservação, mais 10% com redução de perdas em linhas de transmissão, outro tanto com repotenciação de geradores defasados. Esses caminhos custariam algumas vezes menos que o da implantação de novas mega-usinas e ainda evitariam conflitos sociais e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projetos faraônicos propostos pelo governo federal encobrem questões estruturais cuja solução é sempre adiada. A História mostra que a cultura predominantemente aventureira, nômade e exploratória resultou, com raríssimas exceções, apenas em atraso, desigualdades socioeconômicas e falta de melhores perspectivas para o futuro. Por outro lado, as culturas em que predominam os valores do trabalho, da construção e da permanência levaram ao florescimento das mais prósperas sociedades que conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, nosso País tem sido objeto da primeira modalidade ao longo dos últimos cinco séculos. Das entradas e bandeiras às atuais derrubadas e queimadas de árvores da Amazônia, o que se constata é o enriquecimento de uns poucos em detrimento de uma multidão de pessoas atoladas no lamaçal da pobreza e da miséria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio de gerar energia com baixa emissão de carbono tem um longo caminho pela frente e cada vez mais é urgente a implementação de políticas públicas de incentivo a energias renováveis e limpas, e a eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, boas notícias parecem mostrar avanços: dados que constam no documento Tendências Mundiais dos Investimentos em Energia Sustentável 2009, divulgado pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) em agosto de 2009, apontam que o ano de 2008 foi o primeiro em que houve mais investimentos em fontes energéticas renováveis do que na energia nuclear e na que exige alto uso de carvão. Foram alocados US$ 155 bilhões em empresas e projetos de energias limpas, principalmente na eólica e solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos países vêm fazendo o dever de casa e planejando seus investimentos em fontes alternativas de energia. No entanto, o Brasil parece seguir uma estratégia de desenvolvimento que vai na contramão dessa realidade. O país que possui 46% da energia produzida proveniente de fontes renováveis é o mesmo que apresenta uma série de contradições em relação à questão energética, como por exemplo, o incentivo à ampliação de termelétricas e elevados investimentos para exploração de petróleo, com a descoberta da camada de pré-sal. O Plano Decenal de Energia tem sido duramente criticado por ambientalistas e alguns especialistas do setor energético, pelas opções adotadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustentabilidade energética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual política energética e ambiental adotada, lamentavelmente tem levado o Brasil a caminhar na contramão do que vem sendo implementado em várias partes do mundo, a opção pelo uso de fontes renováveis de energia. Não só na geração de energia elétrica, mas também no aquecimento de água solar que evita o consumo de eletricidade nos chuveiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atual política de expansão da oferta de energia para o país, fica evidente o tratamento especial dado para a construção de mega-hidrelétricas na região Amazônica, de termoelétricas a carvão mineral e óleo combustível e a instalação de usinas nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse gigantismo para mega-obras, típico de mentes tecnocráticas e autoritárias, beira a insensatez, pois, dada a crise ambiental global, todos recomendam obras menores, que valorizam matrizes energéticas com fontes de energia renováveis, que menos agridem o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há um país no mundo que goza das melhores oportunidades ecológicas e geopolíticas para ajudar a formular um outro mundo necessário para toda a humanidade, este país é o nosso. Ele é a potência das águas, possui a maior biodiversidade do planeta, as maiores florestas tropicais, a possibilidade de uma matriz energética menos agressiva ao meio ambiente - à base da água, do vento, do sol, das marés, das ondas do mar e da biomassa. Entretanto, ainda não acordamos para isso. E tudo isso nós temos em abundância. Nos fóruns mundiais vive em permanente estado de letargia política, inconsciente, “deitado eternamente em berço esplêndido”. Não despertou para as suas possibilidades e para a sua responsabilidade face à preservação da Terra e da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se constata em nosso país são as várias alternativas existentes para aumentar a oferta de energia sem a construção de novas centrais, através da eficiência energética e do uso de fontes renováveis de energia para a diversificação e complementação de nossa matriz energética. Simplesmente essas vantagens comparativas não são levadas em conta. Ainda a tempo de freiar a construção destas monstruosidades que são as mega-hidrelétricas na Amazônia, as térmicas a combustíveis fósseis, e as usinas nucleares, porque há alternativas melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir reproduzimos as opções apresentadas pelos estudiosos da UNICAMP, USP, CHESF, que levam em conta as possibilidades de redução da energia na demanda tanto do lado da oferta, como do lado do consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maiores potenciais de redução da demanda no lado da oferta são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repotenciação de usinas hidroelétricas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No PDEE, não há menção à repotenciação das centrais geradoras existentes, mesmo que estudos reconhecidos já tenham sido desenvolvidos pelo IEE (Instituto de Eletrotécnica e Energia) da USP, UNICAMP e pelo WWF indicando possibilidades de repotenciação e de novos conceitos para realização de despachos de usinas que poderiam aproveitar melhor o sistema de reservatórios de bacias hidrográficas em coordenação com a operação de termoelétricas existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo da UNICAMP calculou que a repotenciação (recuperar equipamentos desgastados de usinas com mais de 20 anos: turbinas, gerador, rotor) acrescentaria mais de 11 mil MW de potência, quase tudo o que o PAC planeja acrescentar até o final de 2010, e praticamente o dobro das duas usinas do Madeira, que terão uma potência de 6.500 MWh, em torno de 4.000 MW médios de energia firme. O custo por MW da repotenciação é de 1/3 a 1/5 do custo do MW de uma usina nova. Segundo cálculos realizados o custo total de repotenciação das 67 usinas seria R$ 5,4 bilhões para 8 mil MW. O custo inicial das usinas do Rio Madeira seria R$ 25,72 bilhões, além do custo adicional estimado entre R$ 10 e R$ 15 bilhões para as linhas de transmissão. A repotenciação não implica em nova obra civil, pois não há nenhuma modificação no ponto de vista ambiental e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas melhorias poderiam acrescentar até 10% do total de energia gerada com a mesma capacidade instalada de geração hidrelétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maiores obstáculos para um avanço do mercado da repotenciação são de ordem normativa e cultural. No primeiro caso, as geradoras são penalizadas caso não assegurem a energia firme proposta nos contratos, uma vez que a modernização dos equipamentos implica em indisponibilidade na faixa entre três e quatro meses. O outro ponto é o político, pois a reforma de uma usina não tem a mesma visibilidade que pode ser obtida por meio de uma obra nova. A modernização das usinas não elimina a necessidade de novas plantas, porém abre espaço para uma redução em escala da busca de novos projetos, de forma incisiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redução de perdas no sistema de transmissão e distribuição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As perdas na transmissão e distribuição de eletricidade são consideráveis no país devido às longas linhas de transmissão e dificuldades de correto dimensionamento e manutenção da rede básica e dos transformadores, em grande parte, das empresas de eletricidade. O Tribunal de Contas da União afirma que o Brasil perde pelo menos entre 16% a 17% da energia que gera, principalmente na cadeia de transmissão e distribuição, quando um índice de perdas de 8% em 2020 poderá ser conseguido, por exemplo, através dos investimentos em P&amp;amp;D das concessionárias e do próprio CTEnerg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistemas de co-geração e geração distribuída&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente preocupação com qualidade de energia e segurança e confiabilidade de suprimento tem estimulado o desenvolvimento e comercialização de tecnologias que possibilitam a geração e distribuição descentralizada de eletricidade e assim a redução de custos com a transmissão e, consequentemente, os impactos ambientais associados a esses empreendimentos. A produção combinada de calor e eletricidade, com enorme potencial, é sub-explorada no país. A contribuição da co-geração e geração descentralizada poderia atingir 10 a 15% da capacidade instalada em 2010. Estima-se também que em 2020, 26% da geração de energia ocorrerão através de sistemas de cogeração e geração distribuída, sendo 22% a partir de fontes renováveis e o restante com sistemas a gás natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhoria de eficiência de termelétricas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte das termelétricas construídas no país são usinas de ciclo aberto, o que significa uma eficiência de cerca de 35%, em lugar de usinas de ciclo combinado que podem chegar a 60-65% de eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florestas energéticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só no Nordeste do Brasil, poderiam vir a ser produzidos mais de 22.500 MW médios, segundo estudos realizados por técnicos e engenheiros da CHESF, com a plantação de florestas energéticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Potenciais de redução da demanda no lado do consumo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já foi dito, não se pode considerar metas de redução de consumo de energia elétrica sem uma revisão da política industrial que beneficia a ampliação de setores eletrointensivos produtores de bens de baixo valor agregado para exportação. As indústrias que compõem o setor eletrointensivo consomem cerca de 30% da energia do país, geram pouco emprego e causam grandes danos sociais e ambientais. Enquanto isso existe no Brasil cinco milhões de domicílios sem energia elétrica, cuja demanda, para ser atendida, necessitaria da produção de 800 MW de energia, o equivalente a soma do consumo de apenas três indústrias de alumínio no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros potenciais de redução do consumo estão nas seguintes áreas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motores industriais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimativas apontam que a evolução da eficiência energética, de 2000 a 2020, será em média de 20% para os motores industriais. Além da troca de motores, a opção de utilizar controladores de velocidade resulta em importantes economias de eletricidade. Podem ser utilizados em bombas, ventiladores e compressores, com uma economia que pode alcançar de 15 a 40%, e para compressores, aproximadamente, 5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iluminação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 17% do consumo total de energia elétrica está associado a produção de luz, incluindo a iluminação pública. As tecnologias de iluminação têm avançado significativamente nas últimas décadas. Há ainda um grande potencial de troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas de descarga. Existe um enorme espaço para redução de consumo, através de avanços na tecnologia LED e na sua utilização em projetos arquitetônicos e luminotécnicos, além da maior utilização de sensores de presença, que devem ser previstos nos códigos de obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipamentos eletrodomésticos e de refrigeração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipamentos usados para refrigeração e condicionamento ambiental (ar-condicionado) têm um potencial significativo de redução de consumo que tem sido buscado através do PROCEL. A introdução de equipamentos com níveis de consumo como aqueles disponíveis no mercado internacional possibilitariam a imediata redução em até 40%, comparados com os níveis atuais de consumo desses equipamentos no Brasil. A Lei de Eficiência Energética é peça fundamental para garantir um contínuo aperfeiçoamento tecnológico dos equipamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil é crescente a utilização de equipamentos que possuem o modo stand-by e é possível assumir que cerca de 10% do consumo dos setores residencial e comercial são consumidos por esses equipamentos. Para reduzir esse desperdício, é preciso implementar um padrão mandatório limitando a 1 W a potência em stand-by dos equipamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquecimento de água residencial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chuveiros e os aquecedores elétricos de acumulação consomem cerca de 8% de toda a eletricidade produzida no país e respondem por entre 18% a 25% do pico de demanda do sistema elétrico, tornando sua substituição por sistemas mais eficientes uma prioridade a ser considerada no planejamento energético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os custos incorridos com a implementação das medidas de eficiência e uso racional de energia custam menos que os valores necessários para produzir e distribuir a nova geração de eletricidade considera-se que essas economias poderiam ser utilizadas para financiar maior uso de fontes renováveis, maior uso de cogeração e geração distribuída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três motivos centrais são apontados que fazem com que o Brasil esteja perdendo a oportunidade de se tornar uma liderança em energias renováveis, com grandes probabilidades de sujar sua matriz energética:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ampliação de termelétricas que utilizam combustíveis fósseis, fundamentada na segurança energética. O Ministério de Minas e Energia escolheu expandir essa fonte para garantir por um menor custo da energia e afastar o risco de apagão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forte aposta na exploração da camada pré-sal, mostrando que o Brasil ruma contrário ao movimento internacional de migração para uma economia menos carbono intensiva;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ausência de investimento governamental diretamente em energias renováveis. Recursos são aplicados em ações pontuais que integram diversos programas, como por exemplo, a pesquisa e o incentivo de leilões de energia, como o que está previsto para a energia eólica. Porém, como não há um orçamento específico para as renováveis, também não é possível mensurar quanto o país destina para esse fim de uma maneira credível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a sociedade brasileira condena e não aceita mais é a falta de transparência sobre as escolha das opções energéticas. O debate energético atual se baseia em um modelo “ofertista” com recursos fósseis, com mega-hidroelétricas e com usinas nucleares. Ele precisa e deve ser substituído por um projeto diferente, contemporâneo dos desafios e possibilidades do século XXI, para que tenhamos segurança energética em longo prazo, com a diversificação e a complementaridade da matriz energética nacional, e com fontes renováveis de energia, levando assim em conta, um modelo de desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, o desafio consiste em uma mudança de paradigma, em construir um novo modelo econômico e social a serviço de um novo modelo democrático que traga toda a humanidade a um padrão de vida digno, com acesso à alimentação adequada, a saúde, a educação e oportunidades de trabalho. Visto que, para continuar o crescimento da produção e do consumo atuais, como é proposto pelo modelo vigente, precisaríamos de mais de um planeta Terra, pois hoje já são consumidos recursos naturais a uma taxa 30% maior do que a Terra tem condições de repor. Aqui reside o limite do atual modelo de desenvolvimento econômico adotado: o limite da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agenda Elétrica Sustentável 2020 “Estudo de Cenários para um setor elétrico seguro, eficiente e competitivo”. Pesquisador Responsável: Gilberto Jannuzzi, UNICAMP e IEI, Coordenação: WWF-Brasil, Apoio: Embaixada Britânica no Brasil - 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatório da WWF-Brasil “A repotenciação de usinas hidrelétricas como alternativa para o aumento da oferta de energia para o aumento da oferta de energia no Brasil com proteção ambiental (2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[R]evolução Energética - Perspectivas para uma Energia Sustentável. Greenpeace - 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica 2006 - 2015, Empresa de Planejamento&lt;br /&gt;Energético (EPE), 2006.&lt;br /&gt;Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica 2007 - 2016, Empresa de Planejamento Energético (EPE), 2007.&lt;br /&gt;Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica 2008 - 2017, Empresa de Planejamento Energético (EPE), 2008.&lt;br /&gt;ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração - Relatórios de Fiscali­zação, 2008.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Heitor Scalambrini Costa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Professor Associado da Universidade Federal de Pernambuco&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), Mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco e Doutorado em Energética na Universidade de Marselha/Comissariado de Energia Atômica-França.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4883603342046844453?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/um-sopro-de-energia-renovavel/' title='Um sopro de energia renovável'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4883603342046844453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/um-sopro-de-energia-renovavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4883603342046844453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4883603342046844453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/um-sopro-de-energia-renovavel.html' title='Um sopro de energia renovável'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-350051035142535165</id><published>2010-05-16T16:36:00.000-07:00</published><updated>2010-05-16T17:34:25.124-07:00</updated><title type='text'>Conferência Internacional ETHOS</title><content type='html'>Esta semana (13 e 14/05)&amp;nbsp;participei da Conferência Internacional ETHOS - O Mundo sob Nova Direção, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito interessante, tendo em vista que esta&amp;nbsp;foi a primeira vez que participei. Dentre as apresentações, todas muito boas, gostei da palavras de Leonardo Boff e da palestra do&amp;nbsp;André Trigueiro. O primeiro, sempre muito espiritualizado e humano, passou um mensagem muito interessante sobre a inter-relação existente entre os seres humanos. Já André Trigueiro foi enfático, cômico e crítico. Não exitou em citar bons e maus exemplos de cidadania, inclusive sobre as "vantagens" da grande produção de carros, os impostos e o financiamento de campanhas que ela proporciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S_CO_avbowI/AAAAAAAAAbg/8ktnxJaj9S0/s1600/14052010+Domenico+Machado+e+Leonardo+Boff+-+CI+ETHOS+2010.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S_CO_avbowI/AAAAAAAAAbg/8ktnxJaj9S0/s200/14052010+Domenico+Machado+e+Leonardo+Boff+-+CI+ETHOS+2010.jpg" width="200" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tive o&amp;nbsp;privilégio de conversar com estas duas personalidades, e quando estava para tirar esta foto com Leonardo Boff, o André Trigueiro passou e deixou um beijo na rosto do teólogo e escritor.&lt;br /&gt;Umas das críticas que ouvi sobre o evento foi a falta de novidades. &lt;br /&gt;Por outro lado, não achei interessante a proposta do ETHOS em criar um novo índice empresarial. Acredito ser mais válido a melhoria dos existentes a criação de um novo. Seria um desperdício de tempo e conhecimento, tendo em vista que o que realmente falta é um índice melhor estruturado&amp;nbsp;e confiável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre este último assunto, estou preparando um texto que enviarei à Ana Luiza Herzog, repórter da revista&amp;nbsp;Exame e uma das participantes da discussão sobre o tema Indicadores de Sustentabilidade Empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domenico Machado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-350051035142535165?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/350051035142535165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/conferencia-internacional-ethos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/350051035142535165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/350051035142535165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/conferencia-internacional-ethos.html' title='Conferência Internacional ETHOS'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S_CO_avbowI/AAAAAAAAAbg/8ktnxJaj9S0/s72-c/14052010+Domenico+Machado+e+Leonardo+Boff+-+CI+ETHOS+2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-2660757056785168671</id><published>2010-05-10T18:53:00.000-07:00</published><updated>2010-05-10T18:53:52.494-07:00</updated><title type='text'>Câmara aprova meta de energia alternativa</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;Agência Câmara &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;Quarta-feira, 05 de maio de 2010&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S-i3WjplNbI/AAAAAAAAAbI/Le7bHw0bqKc/s1600/RenewableEnergy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S-i3WjplNbI/AAAAAAAAAbI/Le7bHw0bqKc/s400/RenewableEnergy.jpg" tt="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;SÃO PAULO - Segundo o texto aprovado por comissão da Câmara dos Deputados, até 2018, as fontes alternativas de energia devem abastecer no mínimo 10% do consumo nacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou hoje o estabelecimento do prazo até o ano de 2018 para que pelo menos 10% do consumo anual de energia elétrica no País sejam provenientes de fontes alternativas, como solar, eólica e aquela produzida a partir da biomassa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), essas fontes representam 6,18% da matriz de energia elétrica do Brasil, dominada pela produção hidrelétrica (68,09%). O dado da Aneel não inclui a energia solar, cuja produção é considerada insignificante, sendo usada quase exclusivamente no aquecimento de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumidor livre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida está prevista no Projeto de Lei 3986/08, do senador Renato Casagrande (PSB-ES), que recebeu parecer favorável do relator, deputado Dr. Ubiali (PSB-SP). Conforme o texto aprovado, cada distribuidora e cada consumidor livre deverá comprovar anualmente ao Ministério de Minas e Energia o &lt;br /&gt;cumprimento da meta, conforme escalonamento que será previsto por lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumidor livre é aquele que, atendido em qualquer tensão elétrica, tenha exercido a opção de compra de energia elétrica, conforme as condições previstas (Lei 9074/95). Fábricas, shoppings e indústrias que estão enquadrados nesta categoria, por exemplo, podem hoje escolher de quem comprar energia.&lt;br /&gt;Dr. Ubiali admite que a fixação de metas para a utilização de energias de fontes alternativas pode representar uma elevação “marginal” do custo da energia consumida. Apesar disso, ele destaca que “os benefícios ambientais associados ao seu emprego e o caráter estratégico da diversificação das fontes produtoras poderão representar, especialmente no médio e longo prazos, uma adequada compensação para esse aumento marginal de custo, que inclusive poderá ser transitório”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazo de 20 anos.&lt;br /&gt;O deputado de São Paulo lembra ainda que o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) já apresenta metas para que as fontes eólica, de pequenas centrais hidrelétricas e de biomassa atendam a 10% do consumo no prazo de vinte anos, incorporados os prazos da primeira etapa.&lt;br /&gt;Essa determinação, estipulada pela Lei 10.438/02, indicaria, na avaliação do parlamentar, que o estabelecimento de metas representa um direcionamento adequado para o País. “Nesse contexto, o projeto antecipa esse cronograma e o amplia, uma vez que não se limita às três fontes discriminadas pelo Proinfa”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativa positiva&lt;br /&gt;O diretor de Relações Institucionais da SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani, considerou positiva a iniciativa, mas fez ressalvas quanto ao estabelecimento de um patamar mínimo para a produção de energia elétrica. “Garantir um piso de 10% da produção elétrica para as fontes alternativas é bom, mas seria mais eficiente se houvesse uma política pública de incentivo a essas fontes, tanto para a produção quanto para o consumo”, disse.&lt;br /&gt;Sem essas políticas, disse o ambientalista, o País permanecerá “sob o terrorismo” dos defensores das fontes tradicionais, que supostamente ameaçam com o risco de apagão caso o Brasil não invista na construção de hidrelétricas, termelétricas e usinas nucleares, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Isso significa que ele não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-2660757056785168671?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/2660757056785168671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/camara-aprova-meta-de-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2660757056785168671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2660757056785168671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/camara-aprova-meta-de-energia.html' title='Câmara aprova meta de energia alternativa'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S-i3WjplNbI/AAAAAAAAAbI/Le7bHw0bqKc/s72-c/RenewableEnergy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-997921736784163639</id><published>2010-05-05T18:28:00.000-07:00</published><updated>2010-05-05T18:28:08.465-07:00</updated><title type='text'>Setor de energia deverá receber R$ 951 bi em investimentos até 2019</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Publicada em 04/05/2010&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;O setor energético no Brasil deverá receber investimentos de R$ 951 bilhões entre 2010 e 2019, de forma a fazer frente à expansão prevista de 5,4% ao ano para o consumo final. As estimativas são da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que apresentou hoje o Plano Decenal de Expansão de Energia 2019 (PED 2019), que apresenta uma projeção de que o consumo total de energia no país atinja 366 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (TEP), conta 228 milhões de TEP em 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor industrial deverá liderar a expansão o consumo, passando de uma fatia de 37,4% este ano para 40,1% em 2019. Em contrapartida, o setor de transportes, estimulados por medidas de eficiência energética, reduzirão a participação de 30,6% para 29,7% em igual período. Outro setor que encolherá na participação será o residencial, caindo de 10,8% para 8,6%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do total de investimentos previstos, R$ 214 bilhões serão feitos para a oferta de energia elétrica, sendo R$ 175 bilhões em geração e R$ 39 bilhões em transmissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor de petróleo e gás natural ficará com outros R$ 672 bilhões, sendo a maior parte, R$ 506 bilhões, para exploração e produção. Já os derivados ficarão com R$ 151 bilhões e o gás natural com outros R$ 15 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os biocombustíveis consumirão R$ 66 bilhões em investimentos entre 2010 e 2019. A produção de etanol responderá por R$ 58 bilhões, a infraestrutura de dutos ficará com R$ 7 bilhões e a produção de biodiesel consumirá R$ 500 milhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Rafael Rosas -Valor)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-997921736784163639?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/997921736784163639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/setor-de-energia-devera-receber-r-951.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/997921736784163639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/997921736784163639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/setor-de-energia-devera-receber-r-951.html' title='Setor de energia deverá receber R$ 951 bi em investimentos até 2019'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6576494878298567074</id><published>2010-05-01T05:42:00.000-07:00</published><updated>2010-05-01T05:42:39.678-07:00</updated><title type='text'>EDP Bandeirante é destaque em relatório do BID</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Práticas sustentáveis da distribuidora obtêm reconhecimento no relatório de sustentabilidade da instituição bancária.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A EDP Bandeirante, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP no Brasil, marca presença no &lt;strong&gt;Relatório de Sustentabilidade 2009 do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID),&lt;/strong&gt; na seção “Project Snapshot” de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parceria com a instituição ocorre desde 2003, quando a EDP Bandeirante recebeu a aprovação de um empréstimo de 100 milhões de dólares para melhoria na rede de distribuição de energia elétrica em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, a distribuidora passou a seguir à risca todos os procedimentos exigidos para os empréstimos do BID, inclusive os requisitos para as ações ambientais e sociais, informa a empresa em comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi em 2007 que a distribuidora foi além dos objetivos principais para a melhoria da distribuição de energia elétrica na sua área de atuação no interior do estado paulista, o que resultou neste importante reconhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Para Pedro Vicente Iacovino, gestor executivo de Meio Ambiente da EDP Bandeirante, a participação da distribuidora no relatório é um importante reconhecimento do trabalho realizado por todas as áreas da Empresa. “O banco tem acesso às melhores práticas desenvolvidas por empresas na América Latina. Este reconhecimento é uma prova e a certeza de que nossas ações socioambientais estão no caminho certo”, afirma, citado no comunicado da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório do BID também menciona as recompensas que a distribuidora recebeu ao longo dos anos por sua política sustentável, como o prêmio Eloy Chaves de segurança do trabalho; o ISE Bovespa e a recente conquista do certificado ISO 14000. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua atuação exemplar, as ações da EDP Bandeirante em sistema de gestão ambiental de saúde, segurança e as soluções para mitigar os impactos ambientais desenvolvidos pela Companhia serão utilizadas como modelo para outras empresas que vão contar com o apoio do BID. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A EDP Bandeirante fornece energia para uma base de clientes de 1,5 milhão, o que corresponde a uma população de cerca de 4,4 milhões de habitantes de 28 municípios do Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte do estado de São Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6576494878298567074?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6576494878298567074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/edp-bandeirante-e-destaque-em-relatorio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6576494878298567074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6576494878298567074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/05/edp-bandeirante-e-destaque-em-relatorio.html' title='EDP Bandeirante é destaque em relatório do BID'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3280954176576406882</id><published>2010-04-29T17:34:00.000-07:00</published><updated>2010-04-29T17:34:18.092-07:00</updated><title type='text'>EDP Renováveis Brasil constrói novo parque eólico no Rio Grande do Sul</title><content type='html'>A EDP Renováveis Brasil, empresa do Grupo EDP, lançou em março, em Tramandaí, Rio Grande do Sul, a "primeira pedra" para construção do seu terceiro parque eólico no país. &lt;br /&gt;Segundo o comunicado da EDP Renováveis Brasil, o novo parque eólico vai ampliar os 70 MegaWatts (MW) que tem atualmente, para quase 84 MW a capacidade da empresa gerar energia a partir do vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Parque Eólico Tramandaí reforça a aposta do Grupo EDP em energia eólica, aliada à energia hídrica e térmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A EDP Renováveis Brasil: 55%&amp;nbsp;EDP Renováveis e 45% EDP - Energias do Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jornal de Negócios - Portugal&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3280954176576406882?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3280954176576406882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/edp-renovaveis-brasil-constroi-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3280954176576406882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3280954176576406882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/edp-renovaveis-brasil-constroi-novo.html' title='EDP Renováveis Brasil constrói novo parque eólico no Rio Grande do Sul'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3611275321853046155</id><published>2010-04-29T16:12:00.000-07:00</published><updated>2010-04-29T16:12:23.739-07:00</updated><title type='text'>Uso de energia renovável bate recorde no País</title><content type='html'>Uma das fontes de energia renováveis, a cana-de-açúcar teve aumento de mais de 10% no seu consumo, em 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A matriz energética brasileira registrou nível inédito de energias renováveis em 2009, segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional (BEN), que será divulgado hoje (29/04/2010)&amp;nbsp;pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). As fontes renováveis responderam por 47,3% de toda a energia consumida no Brasil. Trata-se do maior valor pelo menos desde a década de 70, quando o consumo de lenha começou a cair no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento das fontes renováveis, porém, teve forte impacto de fatores pontuais, como a boa hidrologia, que permitiu maior geração hidráulica, e a crise econômica, que reduziu o consumo de carvão pelo setor siderúrgico. Ou seja, o aumento da participação renovável se deu pela redução da demanda por fontes não renováveis. O País consumiu 243,9 milhões de toneladas equivalentes de petróleo em 2009, 3,44% a menos do que em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior redução se deu entre as fontes não renováveis (-5.85%), para 128,6 milhões de toneladas equivalentes de petróleo. Houve queda no uso de carvão mineral (-19,4%), gás natural (-17,7%) e urânio (-7,6%). Por outro lado, energia hidráulica, produtos da cana-de-açúcar e outras renováveis tiveram aumento de 5,2%, 2,8% e 10,2%, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação das energias renováveis na matriz energética se manteve estagnada nos três anos anteriores, sempre com uma participação na matriz energética ao redor dos 45%. O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, disse que o patamar atingido em 2009 é o maior desde que o Brasil passou a usar fontes mais modernas de energia. "Pode ser que, antes dos anos 70, quando a lenha era consumida em larga escala, tenha havido porcentual maior."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora haja expectativa sobre a retomada do consumo de carvão já este ano, por conta do reaquecimento do mercado externo, Tolmasquim acredita que a participação das renováveis deve se manter alta pelos próximos anos. Ele argumenta que haverá aumento da oferta de energia hidráulica, além de manutenção do crescimento das vendas de etanol. As informações são do jornal &lt;strong&gt;O Estado de S. Paulo.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3611275321853046155?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3611275321853046155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/uso-de-energia-renovavel-bate-recorde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3611275321853046155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3611275321853046155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/uso-de-energia-renovavel-bate-recorde.html' title='Uso de energia renovável bate recorde no País'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5631414298319698166</id><published>2010-04-27T18:50:00.000-07:00</published><updated>2010-04-27T18:50:39.071-07:00</updated><title type='text'>Leilão de energia alternativa tem 478 interessados</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu o cadastramento de 478 empreendimentos interessados em participar do leilão de energia de reserva, que acontecerá no primeiro semestre de 2010, com foco em fontes renováveis. As usinas inscritas somam 14.529 megawatts (MW) de potência instalada, gerando energia elétrica a partir de centrais eólicas, termelétricas movidas a biomassa (bagaço de cana-de-açúcar, resíduos de madeira e capim elefante) e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sr_QdCqtNBI/AAAAAAAAASc/9fwD02SujVA/s1600/eolica_3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="134" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sr_QdCqtNBI/AAAAAAAAASc/9fwD02SujVA/s200/eolica_3.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;A geração eólica foi a que recebeu o maior número de projetos cadastrados na EPE, num total de 10.569 MW de potência instalada. As térmicas a biomassa totalizaram 61 empreendimentos com 3.706 MW de capacidade instalada. Destes, a maior parte utiliza como fonte o bagaço da cana-de-açúcar. As pequenas centrais hidrelétricas, que se caracterizam por ter a potência limitada a 30 MW, representaram 18 usinas no cadastramento para o leilão, equivalentes a 255 MW.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, diz em nota à imprensa que, juntamente com o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, o leilão de reservas permitirá que o país tenha maior confiabilidade em seu sistema elétrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na análise do resultado final do cadastramento pelas unidades da federação, o Rio Grande do Norte foi o maior número de projetos cadastrados, com 133 centrais eólicas (3.869 MW) e uma térmica a biomassa (48 MW). Outro estado com grande número de inscritos é o Ceará, com 106 parques eólicos (2.348 MW).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a EPE, o leilão contará com três produtos para negociação de térmicas à biomassa, sendo um para entrega a partir de 2011, outro para início em 2012 e outro para 2013. Os produtos de negociação de centrais eólicas e PCHs terão o início de fornecimento em 2013. A contratação de energia de reserva para o Sistema Interligado Nacional (SIN) tem o objetivo principal de aumentar a segurança e a garantia de fornecimento de energia elétrica ao País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a fase de cadastramento, a EPE analisará o projeto e a documentação entregue pelos empreendedores, à luz das normas técnicas e legais vigentes, e concederá a habilitação técnica aos empreendimentos que atendam aos critérios estabelecidos A habilitação técnica da EPE é um dos requisitos necessários à participação no leilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EXAME&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5631414298319698166?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/leilao-energia-alternativa-tem-478-interessados-553698.html' title='Leilão de energia alternativa tem 478 interessados'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5631414298319698166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/leilao-de-energia-alternativa-tem-478.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5631414298319698166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5631414298319698166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/leilao-de-energia-alternativa-tem-478.html' title='Leilão de energia alternativa tem 478 interessados'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sr_QdCqtNBI/AAAAAAAAASc/9fwD02SujVA/s72-c/eolica_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4869375731574984620</id><published>2010-04-27T18:42:00.000-07:00</published><updated>2010-04-27T18:54:12.019-07:00</updated><title type='text'>TAM fará primeiro vôo movido à bioquerosene da ALO combustível é 100% nacional e pode reduzir até 80% as emissões de carbono</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SsLAH2A4tKI/AAAAAAAAATM/MuTR6rbMfzI/s1600/reserva-on-line-de-aviao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SsLAH2A4tKI/AAAAAAAAATM/MuTR6rbMfzI/s200/reserva-on-line-de-aviao.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Biocombustível de pinhão manso, até 80% de redução nas emissões de CO2&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;São Paulo - A TAM, em parceria com a Airbus e CFM International, irá realizar no segundo semestre de 2010 o primeiro vôo na América Latina com uma aeronave movida à bioquerosene, de produção 100% nacional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O combustível, feito a partir de pinhão manso, irá abastecer o modelo A320. Estima-se que esta solução reduza em até 80% as emissões de carbono provenientes da queima de combustível de aeronaves, segundo Michigan Technology University (EUA).&lt;br /&gt;A princípio, o combustível será produzido na proporção 50% pinhão manso e 50% querosene convencional. A companhia espera obter, até o final do ano, a homologação de órgãos competentes dos Estados Unidos para a utilização comercial. A partir daí, espera-se a aprovação da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível) para o uso da substância em aeronaves civis no Brasil.&lt;br /&gt;"Estamos trabalhando para desenvolver o óleo de pinhão manso em escala comercial e acreditamos que em 3 a 5 anos, teremos a cadeia completa de extração, refinamento e distribuição do combustível e aí será possível que outras companhias de aviação no país utilizem a tecnologia", declarou o presidente da TAM, Líbano Barroso. &lt;br /&gt;De acordo com Barroso, a TAM já investiu um total de 150 mil dólares em estudos e processos produtivos do grão e pretende ajudar a criar uma plataforma brasileira de bioquerosene sustentável.&lt;br /&gt;Outro objetivo da companhia é aumentar a eficiência dos aviões na queima de combustível. Por isso, o grupo está apostando em uma tecnologia que utiliza alumínio e fibra de carbono para tornar os aviões mais leves. A conclusão do estudo dos novos materiais está prevista para 2013. "Tais ações não significam uma economia de custo, mas sim a redução nas emissões de CO2 na atmosfera", afirma o presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pinhão Manso&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pinhão manso é um grão, pertencente à família da mandioca e da mamona. A ABPPM (Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso) enumera que existem, atualmente no Brasil, 60 mil hectares de terras, em 202 municípios, que se dedicam ao cultivo deste grão. Estima-se que a cultura tenha capacidade de gerar 1 500 quilos de óleo por hectare, três vezes mais que a soja.&lt;br /&gt;Para atingir a produção em escala comercial será necessário expandir a produção para 1 milhão de hectares, sendo então possível atender 20% da demanda nacional.&lt;br /&gt;No ano passado, a empresa americana Continental Airlines realizou um vôo experimental utilizando bioquerosene à base de pinhão manso, misturado a algas e querosene. O teste definiu como viável a utilização deste tipo de combustível. Entre as primeiras do mundo fazer uso de substâncias ecológicas para abastecerem suas aeronaves estão a Virgin Atlantic Airlines e a Air New Zealand.&lt;br /&gt;De acordo com pesquisa do Instituto Pike, o pinhão-manso será uma das principais matérias-primas para o mercado de biocombustíveis dos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EXAME&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4869375731574984620?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/tam-fara-primeiro-voo-movido-bioquerosene-al-553483.html' title='TAM fará primeiro vôo movido à bioquerosene da ALO combustível é 100% nacional e pode reduzir até 80% as emissões de carbono'/><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/tam-fara-primeiro-voo-movido-bioquerosene-al-553483.html' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4869375731574984620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/tam-fara-primeiro-voo-movido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4869375731574984620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4869375731574984620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/tam-fara-primeiro-voo-movido.html' title='TAM fará primeiro vôo movido à bioquerosene da ALO combustível é 100% nacional e pode reduzir até 80% as emissões de carbono'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SsLAH2A4tKI/AAAAAAAAATM/MuTR6rbMfzI/s72-c/reserva-on-line-de-aviao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6178742513386307492</id><published>2010-04-26T17:34:00.000-07:00</published><updated>2010-04-26T17:34:15.048-07:00</updated><title type='text'>Biodiesel produzido na Feira da Embrapa aciona motor multicombustível</title><content type='html'>Os visitantes do Ciência para a Vida podem ver ao vivo o funcionamento do motor multicombustível Stirling, apresentado pela Embrapa Meio Ambiente utilizando o biodiesel produzido na feira. A sétima edição do evento acontece até domingo, 02.05, na sede da Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na feira, o engenheiro agrônomo Luiz Guilherme Wadt explica ao público a utilização do motor. “Neste equipamento podem ser usados combustíveis líquidos renováveis como etanol e biodiesel ou sólidos como gravetos ou carvão”, explica. O motor não necessita de nenhum tipo de manutenção ou lubrificação e pode ser construído com custo baixo e pouco aporte tecnológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auditora Lorena Bandeira se interessou pela tecnologia. “É curioso porque podemos observar as utilidades de todos os resíduos e a finalização de produção do biodiesel”, diz a visitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O combustível renovável utilizado no motor está sendo produzido ao vivo, pela Embrapa Agroenergia no evento. “Estamos produzindo biodiesel com duas novas tecnologias. A partir de pinhão-manso e com etanol ao invés de metanol”, afirma a pesquisadora, Simone Mendonça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ela, o biodiesel produzido na feira tem alta pureza e baixo teor de resíduos, ou seja, de acordo com as normas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Embrapa demonstra na feira todo o processo de produção e uso do biodiesel, desde o cultivo de matérias-primas, a transformação e a aplicação em motores a diesel em veículos, motores estacionários e para geração de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.agorams.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6178742513386307492?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6178742513386307492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/biodiesel-produzido-na-feira-da-embrapa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6178742513386307492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6178742513386307492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/biodiesel-produzido-na-feira-da-embrapa.html' title='Biodiesel produzido na Feira da Embrapa aciona motor multicombustível'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-2564612342196326991</id><published>2010-04-18T12:52:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T17:48:50.728-07:00</updated><title type='text'>Autoprodução eólica está na mira das indústrias de alto consumo energético</title><content type='html'>&lt;span style="background-color: white; color: orange;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os grandes grupos industriais brasileiros vão começar a investir em geração de eletricidade para suprir energia para suas unidades fabris estimulados pelo amadurecimento do mercado de energias renováveis e a crescente conscientização do público sobre as mudanças climáticas e questões ambientes, disse à Revista Sustentabilidade o gerente sênior de Investimentos da consultoria Ernst &amp;amp; Young, Luiz Cláudio Campos&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8tiu9GIhnI/AAAAAAAAAbA/Co5bX6HV5_I/s1600/bioenergia%252001.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8tiu9GIhnI/AAAAAAAAAbA/Co5bX6HV5_I/s320/bioenergia%252001.jpg" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Para ele, empresas do setor siderúrgico, de mineração e outros setores industriais de alto consumo energético vão optar por investir em &lt;strong&gt;energia eólica, geração oriunda da biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (CPHs).&lt;/strong&gt; Tradicionalmente estas empresas, classificadas como autoprodutoras, como Vale, Votorantim e outros grupos de vulto, têm comprado participações em grandes projetos hidrelétricos para suprir suas unidades e fugir dos altos custos da eletricidade fornecida pela rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mercado está mais maduro do ponto de vista regulatório e isto resulta numa menor percepção de risco," disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um estudo da consultoria, o investimento em energias renováveis no Brasil deve crescer entre 15% e 20% em 2010, não só por causa da percepção de estabilidade e projeções de crescimento do PIB de creca de 5%, mas também por ter conseguido implementar regras mais claras e estáveis e estimular projetos por meio de programas governamentais como o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo cita um potencial eólico no Brasil de 145 mil megawatts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado destes movimentos foi o relativo sucesso do primeiro leilão de energia eólica em 2009 que conseguiu emplacar 71 projetos com capacidade instalada total de 1,8 mil megawatts a R$148,00 por megawatt/hora, um preço mais baixo que energia de fonte termoelétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, existe ainda um problema de acesso a financiamentos que, contudo, pode ser solucionado em parte pelo Proinfa que inclui acesso a linhas de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-color: #38761d;"&gt;TECNOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além de investimentos das empresas de energia para projetos de geração, principalmente de companhias espanholas e portuguesas, o setor eólico deve atrair &lt;span style="color: #38761d;"&gt;fornecedores&lt;/span&gt; como a alemã Siemens e a argentina Impsa, que estudam construir fábricas para fornecer equipamentos a novos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, um dos resultados desses movimentos será a transferência de tecnologia entre estes setores. Num segundo momento, fundos de investimentos de private equity e venture capital focados em tecnologias renováveis devem também buscar oportunidade de investimentos nas novas tecnologias que estão sendo desenvolvidas no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arcabouço regulatório exige um índice alto de nacionalização que, de uma certa maneira, protege o país do risco de desnacionalização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vejo um forte mercado eólico muito baseado num ambiente regulado," avaliou&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-2564612342196326991?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.revistasustentabilidade.com.br/eficiencia-energetica/autoproducao-eolica-esta-na-mira-das-industrias-de-alto-consumo-energetico' title='Autoprodução eólica está na mira das indústrias de alto consumo energético'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/2564612342196326991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/autoproducao-eolica-esta-na-mira-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2564612342196326991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/2564612342196326991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/autoproducao-eolica-esta-na-mira-das.html' title='Autoprodução eólica está na mira das indústrias de alto consumo energético'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8tiu9GIhnI/AAAAAAAAAbA/Co5bX6HV5_I/s72-c/bioenergia%252001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5408450533242047286</id><published>2010-04-18T12:30:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T12:30:02.560-07:00</updated><title type='text'>Novo grupo de trabalho sobre Smart Grid do governo deve concluir estudos até novembro</title><content type='html'>Um grupo de trabalho sobre redes inteligentes, recém-montado pelo governo federal, tem até novembro para publicar recomendações e propostas para estabelecer o sistema no pais, informou o Ministério de Minas e Energia. &lt;br /&gt;Segundo um decreto publicado no dia 16 de abril, o grupo de trabalho não só tem que estudar tecnicamente a implantação do sistema conhecido com smart grid, mas também deve identificar fontes de financiamento para a produção dos equipamentos no Brasil.&lt;br /&gt;A&lt;span style="color: orange;"&gt;&lt;strong&gt; smart grid&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é uma a última tendência no mercado de energia mundial e alvo de investimentos de grandes fundos de capital de risco focados em &lt;span style="color: orange;"&gt;&lt;em&gt;cleantech&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; pelo seu potencial de melhorar o gerenciamento de energia, permitir um monitoramento à distância para identificar e eliminar perdas e integrar novas fontes de geração, incluindo as renováveis e as distribuídas.&lt;br /&gt;Os equipamentos que tipicamente compõem uma rede inteligente são medidores digitais que convergem a tecnologia do setor elétrico com a de TI.&lt;br /&gt;Grandes empresas do setor de energia como &lt;strong&gt;Cemig, Energias de Brasil e CPFL&lt;/strong&gt; já declaram interesse no setor. Ao mesmo tempo a Google, a Intel e outras empresas do setor de TI já estão pondo a tecnologia na mira de seus investimentos.&lt;br /&gt;O grupo de trabalho vai ser composto por membros do ministério, da Agêncial Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Operadora Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e o Centro de Pesquisa de Energia Elértica (CEPEL).&lt;br /&gt;Podem também participar entidades do setor privado que possam contribuir com os estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: REVISTA SUSTENTABILIDADE&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5408450533242047286?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.revistasustentabilidade.com.br/eficiencia-energetica/novo-grupo-de-trabalho-sobre-smart-grid-do-governo-deve-concluir-estudo-ate-novembro' title='Novo grupo de trabalho sobre Smart Grid do governo deve concluir estudos até novembro'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5408450533242047286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/novo-grupo-de-trabalho-sobre-smart-grid.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5408450533242047286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5408450533242047286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/novo-grupo-de-trabalho-sobre-smart-grid.html' title='Novo grupo de trabalho sobre Smart Grid do governo deve concluir estudos até novembro'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4804733482043972756</id><published>2010-04-18T07:19:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T07:19:10.661-07:00</updated><title type='text'>Energia limpa que vem do lixo</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Europa adota novos incineradores que convertem resíduos em calor e eletricidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8sUdADAMcI/AAAAAAAAAa4/SqT3EjbTqZM/s1600/fotoavulsa_14042010184021.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8sUdADAMcI/AAAAAAAAAa4/SqT3EjbTqZM/s640/fotoavulsa_14042010184021.jpg" width="273" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;HORSHOLM, Dinamarca. Os advogados e engenheiros que moram em uma área elegante em Horsholm convivem em paz com o vizinho do outro lado da cerca: uma enorme usina de energia que queima milhares de toneladas de lixo doméstico e industrial ininterruptamente.&lt;br /&gt;Muito mais limpo do que os incineradores convencionais, esse novo tipo de usina converte o lixo local em calor e eletricidade. Dezenas de filtros apanham os poluentes, desde mercúrio até dioxina, que saíam das chaminés uma década atrás.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Foi justamente na última década que esse tipo de usina virou o destino principal do descarte de lixo e uma fonte crucial de energia em toda a Dinamarca, desde áreas ricas como Horsholm até o centro de Copenhague. Essas usinas reduziram os custos energéticos do país e sua dependência de petróleo e gás para aquecimento. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Elas também beneficiaram o meio ambiente, diminuindo o uso de aterros e cortando as emissões de dióxido de carbono. As usinas são tão ambientalmente limpas que, muitas vezes, sai menos dioxina das suas chaminés do que das lareiras domésticas e das churrasqueiras de fundo de quintal.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com todas essas inovações, a Dinamarca agora considera o lixo uma alternativa de energia limpa, em vez de vê-lo como um problema fedorento e desagradável. E os incineradores, conhecidos como usinas de "lixo para energia", tornaram-se uma marca das cidades, enquanto comunidades como Horsholm disputam para que eles sejam construídos em seus territórios.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Expansão. A Dinamarca agora tem 29 usinas de incineração, que servem a 98 municípios em um país de 5,5 milhões de habitantes. Outras dez usinas estão sendo planejadas e em fase de construção. Em toda a Europa, existem cerca de 400 usinas, sendo Dinamarca, Alemanha e Holanda os países líderes em expansão e construção nesse segmento.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em contraste, nenhuma usina de lixo para energia está sendo construída ou planejada nos Estados Unidos, segundo a Agência de Proteção Ambiental, embora o governo federal e 24 Estados classifiquem o lixo que é queimado para se obter energia como um combustível renovável e, em muitos casos, passível de subsídios. Existem apenas 87 usinas incineradoras de lixo nos EUA, país com mais de 300 milhões de habitantes, e quase todas elas foram construídas há pelo menos 15 anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em vez de incineradores, aterros sanitários distantes continuam como o destino principal do lixo norte-americano. "A Europa nos deixou para trás com essa tecnologia", disse Ian Bowles, ex-oficial do governo Clinton e atual secretário de Energia de Massachusetts.&lt;/div&gt;"Os atuais aterros norte-americanos estão transbordados e a pressão para se reduzir a emissão de gases do efeito estufa está aumentando. Com isso, muitos Estados estão considerando propostas de reutilização do lixo para a produção de energia. Mas deve haver resistência, da mesma forma que as turbinas de vento para se obter energia eólica causam protestos".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4804733482043972756?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4804733482043972756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/energia-limpa-que-vem-do-lixo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4804733482043972756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4804733482043972756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/energia-limpa-que-vem-do-lixo.html' title='Energia limpa que vem do lixo'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8sUdADAMcI/AAAAAAAAAa4/SqT3EjbTqZM/s72-c/fotoavulsa_14042010184021.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-7170082304697694174</id><published>2010-04-18T07:09:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T07:09:12.345-07:00</updated><title type='text'>Cresce demanda por empregos na área de sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8sSdzmD2dI/AAAAAAAAAaw/qDx8zlsKfSE/s1600/Empregos-verdes-agora.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8sSdzmD2dI/AAAAAAAAAaw/qDx8zlsKfSE/s320/Empregos-verdes-agora.jpg" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Oportunidades na área da sustentabilidade são uma realidade cada vez mais presentes nas empresas. A crescente demanda aponta para a necessidade de mão de obra qualificada e lideranças que dominem o tema desenvolvimento sustentável. Neste contexto, um novo tipo de executivo voltado para a responsabilidade socioambiental e especialistas em energias renováveis pedem passagem em direção dos chamados "empregos verdes". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro deste ano, o portal Agenda Sustentável reportou matéria do jornal Los Angeles Times, na qual se destaca este novo tipo de executivo que emerge em todos os negócios, "desde empresas de corretagem imobiliária até gigantes varejistas, enquanto lidam com as mudanças climáticas, atraem consumidores eco-conscientes e implementam programas de energia alternativa, ao mesmo tempo que atendem as novas regulamentações".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o jornal Valor Econômico de segunda-feira, 12 de abril, aborda o crescimento da demanda por especialistas em energias renováveis no Brasil. Segundo a matéria, está cada vez mais difícil encontrar profissionais que consigam aliar conhecimento teórico e experiência no setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos citados pelo periódico é a RSA Talentos Executivos, de Porto Alegre, que está na reta final do processo de recrutamento de profissionais especializados em energia eólica. Além de experiência comprovada no planejamento e operação, os requisitos incluem domínio pleno de inglês e disponibilidade para viajar constantemente - uma vez que a contratante pretende operar no Nordeste e no Sul do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o assunto são os executivos da sustentabilidade, o Los Angeles Times cita o caso de David Pogue, da CB Richard Ellis, que foi contratado com a tarefa de tornar a empresa mais eficiente em nível energético e ambientalmente consciente. Para aprender na prática, ele teve de mergulhar a fundo no assunto, ao frequentar conferências, workshops e cursos sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escassez&lt;br /&gt;Só para se ter um parâmetro da escassez de experts especialistas em renováveis, a consultora da RSA Talentos Executivos, Laís Guterres, chegou a apenas 15 candidatos em potencial para ocupar o cargo que estava disponível, depois de intensa procura. Dos profissionais consultados, oito se consideraram tão bem empregados que rejeitaram alimentar a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fiquei impressionada com o contraste entre as amplas perspectivas desse mercado e a quantidade limitada de profissionais preparados para atuar nele", revelou Guterres ao Valor Econômico. Um dado interessante trazido pelo jornal dá conta de que boa parte dos especialistas em energias renováveis empregados atualmente foram "roubados" das universidades, onde as pesquisas sobre o setor estão centralizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo é a engenheira mecânica Maria Regina Pereira de Araújo, formada pela Universidade de Brasília (UnB), mas que começou a se envolver com energias renováveis ao fazer mestrado e doutorado no Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente, ela é consultora técnico-comercial da Wobben, primeira fabricante de aerogeradores de grande porte no Brasil - a empresa tem duas fábricas e 800 funcionários no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova ordem&lt;br /&gt;De volta ao crescimento da demanda pelos "executivos da sustentabilidade", chama a atenção o fato de que estes profissionais sucedem os chamados "gestores da diversidade" e os "especialistas em inovação", cargos comuns na década de 1990, mas sem deixar de lado as matérias de responsabilidade corporativa, relações públicas e fins lucrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Los Angeles Times, a empresa National Grid anunciou em 2009 que basearia a remuneração de seus executivos, em parte, no desempenho das metas de redução de emissões de carbono. Em grandes empresas como a Coca-Cola Co. e a Mitsubishi Motors North America Inc. já existem os cargos de Oficial para Sustentabilidade - função cada vez mais comum nas organizações de todo o mundo, o que inclui o Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-7170082304697694174?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4379216-EI238,00-Cresce+demanda+por+empregos+na+area+de+sustentabilidade.html' title='Cresce demanda por empregos na área de sustentabilidade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/7170082304697694174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/cresce-demanda-por-empregos-na-area-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7170082304697694174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7170082304697694174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/04/cresce-demanda-por-empregos-na-area-de.html' title='Cresce demanda por empregos na área de sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S8sSdzmD2dI/AAAAAAAAAaw/qDx8zlsKfSE/s72-c/Empregos-verdes-agora.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-383440069921587319</id><published>2010-03-30T08:35:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T08:35:20.575-07:00</updated><title type='text'>O profissional de Sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Christie Bechara*&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente a palavra sustentabilidade tem sido empregada de modo corriqueiro e modista, relacionando qualquer negócio, serviço ou produto à ideia sustentável. Mas o que é a sustentabilidade afinal? Quem é o profissional de sustentabilidade que atua dentro de uma empresa / organização?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a ótica empresarial, os conceitos que permeiam o tema devem ser abordados de maneira &lt;b&gt;estratégica, pois é necessário redesenhar os negócios e mercados, sob a perspectiva do hoje para o amanhã, reavaliando os modelos de produção e considerando os impactos das atividades. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Então, para que uma organização transpareça a sustentabilidade de seu negócio é preciso que esta venha a adotar determinadas práticas e conceitos. É necessário também que conheça bem o assunto e esteja disposta a romper determinados paradigmas para alcançar um modelo inovador e responsável de gestão sustentável, que seja harmônico às ferramentas e considerações do triple bottom line - resultados de uma empresa medidos em termos sociais, ambientais e econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso nem sempre é tão simples como parece. Para uma empresa mudar sua estratégia de negócio é preciso realizar determinadas adaptações e alinhar sua missão, visão e valores ao conceito do desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí que entra o profissional de sustentabilidade. É ele quem vai exercer o papel de agente de mudança. O perfil deste profissional deve ser de um líder capaz de criar e disseminar modelos inovadores, adepto a uma visão estratégica e integrada do negócio. Deve possuir habilidade de antecipar cenários, projetar o negócio no futuro e conciliar aspectos econômico-financeiros com sociais, ambientais e culturais. Além disso, é fundamental que saiba trabalhar com a diversidade e em equipes multidisciplinares, que tenha boa comunicação e relacionamento interpessoal, domine os indicadores de sustentabilidade (GRI, Ethos, ISE, DJSI) e conheça os parâmetros para o benchmarking. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista em sustentabilidade deve influenciar as pessoas de maneira positiva, para que a empresa possa gerir e planejar seus negócios de forma sustentável, possibilitando assim a sua perenidade. Normalmente, o profissional responsável pela área está diretamente ligado à alta gestão da companhia, reportando-se aos diretores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer profundamente um ou outro assunto da matriz sustentável de um determinado negócio ou setor, nem sempre é o suficiente para avaliar a gestão sustentável de maneira holística. Pelo contrário, isso pode vir a ser um fator negativo por engessar ou mesmo delimitar o campo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tem interesse em atuar na área de sustentabilidade deve procurar por uma instituição que ofereça um curso reconhecido pelo MEC e que atenda às necessidades de capacitação e atualização, ou seja, que promova constantes debates sobre a importância do assunto na nova lógica empresarial. Isso é indispensável para fortalecer as ações de conscientização e embasamento técnico necessários para o crescimento responsável do profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Christie Bechara é especialista em Sustentabilidade com MBA em Gestão de Sustentabilidade pela Fundação Getúlio Vargas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-383440069921587319?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/383440069921587319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/o-profissional-de-sustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/383440069921587319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/383440069921587319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/o-profissional-de-sustentabilidade.html' title='O profissional de Sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5168950808788594897</id><published>2010-03-24T09:33:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T09:33:48.584-07:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade energética começará nos transportes, diz Goldemberg</title><content type='html'>Fábio Reynol - Agência Fapesp - 24/03/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Carros e biocombustíveis&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas voltadas ao aprimoramento de veículos automotores deverão comandar as mudanças das matrizes energéticas de outros setores rumo à utilização de fontes renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação, de José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da Universidade de São Paulo (USP), foi feita na Convenção Latino-Americana do Global Sustainable Bioenergy Project (GSB), que se realiza até amanhã na sede da FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O físico Goldemberg, ex-reitor da USP e ex-ministro da Educação, ministrou a palestra "Como os biocombustíveis podem ajudar o mundo a cumprir as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Onde o mundo gasta energia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com dados de participação de fontes primárias de energia do ano de 2008, Goldemberg destacou que petróleo, gás natural e carvão - combustíveis emissores de gases de efeito estufa - respondem por cerca de 80% da energia consumida no planeta. "Cada ser humano consome o equivalente a 1,5 tonelada de carvão por ano", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, para substituir esses combustíveis é fundamental saber em que áreas são empregados atualmente. "A destinação da energia mundial está basicamente dividida entre três setores: transportes, indústria e edifícios. E cada uma delas responde por cerca de um terço do consumo", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A renovação de indústrias e edifícios seria muito mais demorada e onerosa. "Um prédio tem uma vida útil entre 50 e 100 anos. Por isso, renovar edifícios é trabalho para dezenas de anos", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta disso, para Goldemberg as mudanças das matrizes energéticas devem começar pelos veículos, que têm vida curta e podem ser transformados com uma rapidez muito maior. "Por esse motivo, se preocupar com transporte é um dos caminhos mais seguros para investir na sustentabilidade", destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Importância do automóvel&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, segundo ele, a substituição da gasolina e de derivados de petróleo por biocombustíveis seria o primeiro passo para que os países comecem a reduzir emissões do principal gás de efeito estufa, o dióxido de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldemberg apontou que o petróleo move 30% dos veículos nos Estados Unidos. No restante do planeta, essa fonte é empregada em cerca de 13% dos sistemas de transporte e, no Brasil, sua participação é ainda maior. "Isso é porque o transporte aqui é basicamente rodoviário", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de gráficos sobre o aumento de emissões de gases estufa em vários lugares, Goldemberg mostrou que os países em desenvolvimento têm aumentado a sua participação. Isso se deve, segundo ele, à industrialização acelerada de países como Índia e China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Goldemberg, os países têm mostrado um crescimento exponencial na frota de seus veículos, o que pode culminar com números semelhantes à da frota norte-americana, a maior do planeta, com quase um veículo por habitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O automóvel ocupou um lugar na população do século 20 sem precedentes na história. E é algo de que elas dificilmente vão abrir mão", disse. O que torna, segundo ele, ainda mais necessárias as pesquisas em biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Goldemberg, somente a biomassa e a eletricidade se mostraram ser fontes viáveis de substituição de petróleo em um futuro próximo. E só a biomassa teria a capacidade de substituir integralmente o combustível fóssil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Veículos Híbridos e Elétricos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eletricidade, segundo apontou o professor, tem sido empregada com êxito para melhorar o desempenho de automóveis a gasolina. Alguns exemplos de veículos híbridos bem-sucedidos nos Estados Unidos conseguem aumentar a autonomia de um carro em até dez vezes, mas ainda são modelos muito caros para competir com os convencionais a gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, Goldemberg não vê viabilidade na aplicação a curto prazo de veículos 100% movidos a eletricidade. "Essa tecnologia ainda está na infância. Estudos norte-americanos mostram que o carro elétrico assumirá um papel importante por volta de 2030, isso porque as nossas baterias atuais não são muito mais eficientes do que aquelas que nossos avós usavam no século 19", provocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hidrogênio, uma das esperanças atuais para combustíveis limpos, também foi descartado por Goldemberg para a utilização no curto prazo. "O hidrogênio obtido hoje deriva principalmente do metano, um combustível fóssil", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Energia solar líquida&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ao encerrar, o professor mostrou um gráfico das emissões de dióxido de carbono registradas no Estado de São Paulo que têm apresentado uma ligeira queda desde 1998. Goldemberg atribuiu esse resultado a uma recuperação da área verde do Estado e, principalmente, ao aumento gradual da utilização de etanol pela frota paulista. Estima-se que hoje metade dos veículos em São Paulo esteja rodando com etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os biocombustíveis são a verdadeira energia solar encapsulada, convertida em líquido que substitui a gasolina. Portanto, a biomassa é uma área em que vale a pena investir em pesquisas para que seja sustentável e não uma fonte de destruição de ecossistemas", disse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5168950808788594897?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sustentabilidade-energetica&amp;id=030175100324' title='Sustentabilidade energética começará nos transportes, diz Goldemberg'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5168950808788594897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-energetica-comecara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5168950808788594897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5168950808788594897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-energetica-comecara.html' title='Sustentabilidade energética começará nos transportes, diz Goldemberg'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-7616319457677504780</id><published>2010-03-23T12:23:00.000-07:00</published><updated>2010-03-23T12:23:26.070-07:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade: tarefa para os líderes de mercado</title><content type='html'>Sérgio Abranches&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A sustentabilidade não pode ser a busca solitária de um pequeno número de empresas dotadas de valores nobres. É resultado da ação coletiva dentro e entre as principais cadeias de suprimento da economia. No entanto, a liderança das maiores empresas é condição necessária para que se obtenha progresso real nessa busca. &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste texto, Sérgio Abranches expõe sopre a importância da avaliação da cadeia de suprimentos para a sustentabilidade corporativa. De onde veem as matérias- primas? Sob quais condições de trabalho e ambientais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o artigo completo, clicando sobre o título (link).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um texto complementar sobre cadeia de suprimentos "verde" em:&lt;br /&gt;http://www.ecopolitica.com.br/2010/03/16/perigo-real-e-presente/#more-876&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abs,&lt;br /&gt;Domenico Machado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-7616319457677504780?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ecopolitica.com.br/2010/03/05/sustentabilidade-tarefa-para-os-lideres-de-mercado/#more-870' title='Sustentabilidade: tarefa para os líderes de mercado'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/7616319457677504780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-tarefa-para-os-lideres.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7616319457677504780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7616319457677504780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-tarefa-para-os-lideres.html' title='Sustentabilidade: tarefa para os líderes de mercado'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-1228810928532322021</id><published>2010-03-23T10:49:00.000-07:00</published><updated>2010-03-29T18:12:25.451-07:00</updated><title type='text'>AUDIO: Participação da energia renovável nos investimentos subiu em 2009 (BRASIL MAIS UMA VEZ FICA PARA TRÁS)</title><content type='html'>CLIQUE NO TÍTULO - LINK (abertura do site da CBN)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista dada por Sérgio Abranches à rádio CBN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"China: 500 bilhões de dólares; Estados Unidos 100 bilhões de dólares; e Coréia 84 bilhões de dólares em energias renováveis".&lt;/b&gt; Ou seja, a China ultrapassou os Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"China: 13 mil MW (megawatt) em energia eólica" (equivale a uma Itaipu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Energias Renováveis: Cresceu na Europa, cresceu na Ásia e cresceu nos Estados Unidos...Não cresceu na América Latina, não cresceu na América dos Sul e não creceu no BRASIL".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A gente vai bem no etanol, pelas vantagens que temos da cana (&lt;i&gt;imagino que seja pelo clima, território extenso, mão de obra barata e pelo domínio da tecnologia&lt;/i&gt;). Do resto, a gente vai mal devido à uma política energética ultrapassada" (adaptação, José Goldemberg).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO COLOCAREI O LINK DIRETO, POIS O SOM LIGA DIRETO AO ENTRAR NO BLOG.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1228810928532322021?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2010/03/17/PARTICIPACAO-DA-ENERGIA-RENOVAVEL-NOS-INVESTIMENTOS-SUBIU-EM-2009.htm' title='AUDIO: Participação da energia renovável nos investimentos subiu em 2009 (BRASIL MAIS UMA VEZ FICA PARA TRÁS)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1228810928532322021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/audio-participacao-da-energia-renovavel.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1228810928532322021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1228810928532322021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/audio-participacao-da-energia-renovavel.html' title='AUDIO: Participação da energia renovável nos investimentos subiu em 2009 (BRASIL MAIS UMA VEZ FICA PARA TRÁS)'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5388335326124025016</id><published>2010-03-23T09:32:00.001-07:00</published><updated>2010-03-23T09:38:33.404-07:00</updated><title type='text'>Como criar emprego e renda e produzir riquezas sem gerar degradação ambiental?</title><content type='html'>Entrevista dada à CBN pelo jornalista André Trigueiro, apresentador do programa "Cidades e Soluções" da GloboNews. AUDIO ABAIXO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src='http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2010%2Fcolunas%2Fmundo_100307&amp;OAS_sitepage=cbn/comentarios/andretrigueiro' width='475' height='193' marginheight='0' marginwidth='0' frameborder='0' scrolling='no' bgcolor='#CCCCCC'/&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta entrevista contribui para refletirmos sobre os candidatos à presidência e em quem votarmos. Imparcial, André aponta algumas características que devemos levar em conta quando fomos escolher nosso(a) futuro(a) presidente(a).&lt;br /&gt;Eu já escolhi (presidente, senador, governador e dep. federal), e você?&lt;br /&gt;Domenico Machado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5388335326124025016?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/andre-trigueiro/2010/03/07/COMO-CRIAR-EMPREGO-E-RENDA-E-PRODUZIR-RIQUEZAS-SEM-GERAR-DEGRADACAO-AMBIENTAL.htm' title='Como criar emprego e renda e produzir riquezas sem gerar degradação ambiental?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5388335326124025016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/como-criar-emprego-e-renda-e-produzir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5388335326124025016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5388335326124025016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/como-criar-emprego-e-renda-e-produzir.html' title='Como criar emprego e renda e produzir riquezas sem gerar degradação ambiental?'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4518214921555652241</id><published>2010-03-23T09:19:00.000-07:00</published><updated>2010-03-23T09:19:52.730-07:00</updated><title type='text'>Obras da usina solar neste mês</title><content type='html'>Até o fim deste mês (março de 2010), devem ser iniciadas as obras de construção da primeira usina solar comercial do Brasil, a ser instalada em Tauá, interior cearense. O empreendimento será tocado pela MPX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista. A empresa, que anunciara a usina ainda em 2008, resolveu começar a instalação do projeto somente agora porque esperava pela aprovação de instrumentos estaduais de incentivo à produção da nova fonte de energia.&lt;br /&gt;"A data ainda está indefinida, mas será ainda neste mês. E a previsão é de que, até o meio do ano, esta primeira fase da usina já esteja concluída", informa o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Antônio Balhmann. O presidente da MPX Energia, Eduardo Karrer, já havia informado na imprensa que a usina deverá iniciar com apenas 1 megawatt (MW) em sua primeira fase, o que envolverá investimentos de R$ 10 milhões (à 12 milhões), com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Após isso, será ampliada até alcançar 5 MW, já autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).&lt;br /&gt;Segundo Balhmann, essa ampliação da usina dependerá da capacidade de financiamento do Fundo de Investimento em Energia Solar (Fies), aprovado em 2009 e pioneiro no Brasil. O fundo, entre outras determinações, pagaria ao investidor a diferença entre tarifa de referência normal e a da solar, que ainda é mais cara. "A energia solar ainda é comercialmente inviável, e só se torna possível com este instrumento. A cada ano, com o Fies avançando, nós podemos ir ampliando a capacidade de produção da usina", esclarece Balhmann.&lt;br /&gt;Quando anunciada, a MPX previa uma usina solar de 50 MW, custando US$ 250 milhões. O valor, posteriormente, como mostrou o Diário do Nordeste na edição de 15/04/2009, foi considerado caro pelos investidores, que buscavam barateamento dos equipamentos. &lt;br /&gt;(Redação com Agências - Agência IN)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4518214921555652241?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4518214921555652241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/obras-da-usina-solar-neste-mes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4518214921555652241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4518214921555652241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/obras-da-usina-solar-neste-mes.html' title='Obras da usina solar neste mês'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-9118135413760025371</id><published>2010-03-23T08:49:00.000-07:00</published><updated>2010-03-23T08:49:07.690-07:00</updated><title type='text'>Cesio 137 - 20 anos de descaso (link aqui)</title><content type='html'>&lt;i&gt;As vítimas da tragédia ocorrida em setembro de 1987 em Goiânia, depois que uma cápsula de Césio-137 foi inexplicavelmente “abandonada” nos escombros do Instituto Goiano de Radioterapia, carregada para uma oficina de sucatas e desmontada, e teve os fragmentos do material radiativo distribuídos entre dezenas de pessoas, inclusive crianças, estão, aos poucos, caindo no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mas este não é um esquecimento qualquer: é, sim, o esquecimento da dignidade, do senso comum de justiça e da verdadeira história que as autoridades brasileiras encobriram a respeito das dimensões e responsabilidades pelo ocorrido. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.agirazul.com.br/fsm4/_fsm/0000007e.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-9118135413760025371?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.greenpeace.org.br/nuclear/cesio/flash_cesio.html' title='Cesio 137 - 20 anos de descaso (link aqui)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/9118135413760025371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/cesio-137-20-anos-de-descaso-link-aqui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9118135413760025371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9118135413760025371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/cesio-137-20-anos-de-descaso-link-aqui.html' title='Cesio 137 - 20 anos de descaso (link aqui)'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3741517521019415364</id><published>2010-03-23T08:42:00.001-07:00</published><updated>2010-03-23T08:58:20.869-07:00</updated><title type='text'>Audio: As consequências ambientais da construção da usina Belo Monte (André Trigueiro)</title><content type='html'>&lt;b&gt;Clique no título! (link direto)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Entrevista dada à CBN pelo jornalista André Trigueiro, apresentador do programa "Cidades e Soluções" da GloboNews.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3741517521019415364?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/andre-trigueiro/2010/03/20/AS-CONSEQUENCIAS-AMBIENTAIS-DA-CONSTRUCAO-DA-USINA-BELO-MONTE.htm' title='Audio: As consequências ambientais da construção da usina Belo Monte (André Trigueiro)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3741517521019415364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/audio-as-consequencias-ambientais-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3741517521019415364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3741517521019415364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/audio-as-consequencias-ambientais-da.html' title='Audio: As consequências ambientais da construção da usina Belo Monte (André Trigueiro)'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-1142063287811246237</id><published>2010-03-21T13:21:00.000-07:00</published><updated>2010-03-21T13:21:31.466-07:00</updated><title type='text'>Brasil na contra-mão - Usina de Belo Monte - PA</title><content type='html'>Por Leonardo Boff &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O Governo Lula possui méritos inegáveis na questão social. Mas na questão ambiental é de uma inconsciência e de um atraso palmar. Ao analisar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) temos a impressão de sermos devolvidos ao século XIX. É a mesma mentalidade que vê a natureza como mera reserva de recursos, base para alavancar projetos faraônicos, levados avante a ferro e fogo, dentro de um modelo de crescimento ultrapassado que favorece as grandes empresas à custa da depredação da natureza e da criação de muita pobreza. Este modelo está sendo questionado no mundo inteiro por desestabilizar o planeta Terra como um todo e mesmo assim é assumido pelo PAC sem qualquer escrúpulo. A discussão com as populações afetadas e com a sociedade foi pífia. &lt;br /&gt;Impera a lógica autoritária; primeiro decide-se depois se convoca a audiência pública. Pois é exatamente isto que está ocorrendo com o projeto da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu no Estado do Pará. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo está sendo levado aos trambolhões, atropelando processos, ocultando o importante parecer 114/09 de dezembro de 2009, emitido pelo IBAMA (órgão que cuida das questões ambientais) contrário à construção da usina, a opinião da maioria dos ambientalistas nacionais e internacionais que dizem ser este projeto um grave equívoco com consequências ambientais imprevisíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público Federal que encaminhou processos de embargo, eventualmente levando a questão a foros internacionais, sofreu coação da Advocacia Geral da União (AGU), com o apoio público do Presidente, de processar os procuradores e promotores destas ações por abuso de poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse projeto vem da ditadura militar dos anos 70. Sob pressão dos indígenas apoiados pelo cantor Sting em parceria com o cacique Raoni foi engavetado em 1989. Agora, com a licença prévia concedida no dia 1º de fevereiro, o projeto da ditadura pôde voltar triunfalmente, apresentado pelo Governo como a maior obra do PAC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste projeto tudo é megalômano: inundação de 51.600 ha de floresta, com um espelho d'água de 516 km2, desvio do rio com a construção de dois canais de 500m de largura e 30 km de comprimento, deixando 100 km de leito seco, submergindo a parte mais bela do Xingu, a Volta Grande e um terço de Altamira, com um custo entre 17 e 30 bilhões de reais, desalojando cerca de 20 mil pessoas e atraindo para as obras cerca de 80 mil trabalhadores para produzir 11.233 MW de energia no tempo das cheias (4 meses) e somente 4 mil MW no resto do ano, para por fim, transportá-la até 5 mil km de distância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Esse gigantismo, típico de mentes tecnocráticas, beira a insensatez, pois, dada a crise ambiental global, todos recomendam obras menores, valorizando matrizes energéticas alternativas, baseadas na água, no vento, no sol e na biomassa. E tudo isso nós temos em abundância. Considerando as opiniões dos especialistas podemos dizer: a usina hidrelétrica de Monte Belo é tecnicamente desaconselhável, exageradamente cara, ecologicamente desastrosa, socialmente perversa, perturbadora da floresta amazônica e uma grave agressão ao sistema-Terra. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Este projeto se caracteriza pelo desrespeito: às dezenas de etnias indígenas que lá vivem há milhares de anos e que sequer foram ouvidas; desrespeito à floresta amazônica cuja vocação não é produzir energia elétrica mas bens e serviços naturais de grande valor econômico; desrespeito aos técnicos do IBAMA e a outras autoridades científicas contrárias a esse empreendimento; desrespeito à consciência ecológica que devido às ameaças que pesam sobre o sistema da vida, pedem extremo cuidado com as florestas; desrespeito ao Bem Comum da Terra e da Humanidade, a nova centralidade das políticas mundiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se houvesse um Tribunal Mundial de Crimes contra a Terra, como está sendo projetado por um grupo altamente qualificado que estuda a reinvenção da ONU sob a coordenação de Miguel d'Escoto, ex-Presidente da Assembléia (2008-2009) seguramente os promotores da hidrelétrica Monte Santo estariam na mira deste tribunal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há tempo de frear a construção desta monstruosidade, porque há alternativas melhores. Não queremos que se realizem as palavras do bispo Dom Erwin Kräutler, defensor dos indígenas e contra Belo Monte: "Lula entrará na história como o grande depredador da Amazônia e o coveiro dos povos indígenas e ribeirinhos do Xingu". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Boff é representante e co-redator da Carta da Terra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=artigo&amp;id===AUUF0dZhFaWJFbaNVTWJVU&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1142063287811246237?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1142063287811246237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/brasil-na-contra-mao-usina-de-belo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1142063287811246237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1142063287811246237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/brasil-na-contra-mao-usina-de-belo.html' title='Brasil na contra-mão - Usina de Belo Monte - PA'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6716820068157109031</id><published>2010-03-21T12:37:00.000-07:00</published><updated>2010-03-21T12:37:00.281-07:00</updated><title type='text'>BID quer elevar a 80% recursos para energia renovável</title><content type='html'>Cancún - O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) espera que, dentro de três anos, 80% de seus empréstimos a projetos de energia desenvolvidos pelo setor privado na América Latina e no Caribe sejam destinados a fontes energéticas renováveis. A expectativa foi manifestada por Hans Schulz, gerente-geral do Departamento de Financiamento Estruturado e Corporativo do BID, no primeiro dia da 51ª Reunião Anual de Governadores do banco regional de fomento em Cancún, no México.&lt;br /&gt;De acordo com ele, medidas regulatórias mais adequadas acompanhadas de uma queda no preço de equipamentos estão aumentando a demanda do setor privado da região por investimentos em energia renovável.&lt;br /&gt;"Diversos países da região desejam diversificar suas fontes de energia e já mudaram o marco regulatório para atrair mais investimentos em energia limpa", afirmou Schulz, segundo nota divulgada pelo BID nesta sexta-feira. Esse tipo de investimento "está em alta na região", prosseguiu ele.&lt;br /&gt;Em 2009, o BID aprovou US$ 1,2 bilhão para projetos de energia elaborados por companhias privadas. Desse montante, 30% destinam-se a fontes renováveis, como eólica, geotérmica, biomassa, solar e hidrelétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Portal Exame&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6716820068157109031?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6716820068157109031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/bid-quer-elevar-80-recursos-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6716820068157109031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6716820068157109031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/bid-quer-elevar-80-recursos-para.html' title='BID quer elevar a 80% recursos para energia renovável'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4468686695753783436</id><published>2010-03-18T10:48:00.000-07:00</published><updated>2010-03-18T10:48:01.226-07:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade energética</title><content type='html'>Estão programadas cinco convenções internacionais do Global Sustainable Bioenergy Project (GSB). A terceira delas será no Brasil, entre os dias 23 e 25 de março, em São Paulo, na sede da Fapesp. O objetivo é compor uma espécie de painel global sobre sustentabilidade energética nos mesmos moldes dos já existentes painéis sobre mudanças climáticas e biodiversidade. &lt;br /&gt;Idealizado e coordenado pelo norte-americano Lee Rybeck Lynd, pesquisador do Dartmouth College e pioneiro no estudo e utilização da biomassa para a produção energética, o GSB reúne cientistas do mundo todo, preocupados com o enorme desafio de obter energia renovável e relativamente limpa sem comprometer a produção de alimentos e com o mínimo de impacto sobre o meio ambiente. &lt;br /&gt;Com base em estudos preliminares, Lynd e outros especialistas acreditam que a biomassa (como a da cana-de-açúcar e de outras espécies vegetais) poderá suprir 25% da demanda internacional de energia nos próximos 50 anos. (Envolverde)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4468686695753783436?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4468686695753783436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-energetica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4468686695753783436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4468686695753783436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-energetica.html' title='Sustentabilidade energética'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-1295219048478337903</id><published>2010-03-17T12:00:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T12:02:51.376-07:00</updated><title type='text'>Definição da matriz energética brasileira exige políticas públicas adequadas</title><content type='html'>O que falta para o Brasil definir sua matriz energética e consolidar a natureza limpa, renovável e diversificada das fontes utilizadas no país, são políticas públicas adequadas. A opinião é de um dos mais respeitados especialistas em energia do país, o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires. Em texto publicado em seu blog no dia 17/02/2009, Pires defende políticas que criem impostos sobre emissões e mercados de direito de emitir, imponha cotas de energias renováveis na geração elétrica e premie os consumidores mais eficientes e que utilizem energias renováveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Pires, a crise econômica atual dá a chance de pensar a questão energética no Brasil de modo mais estrutural, e não conjuntural, com tem sido a prática usual dos governos. “Ao invés de pensar numa política de investimentos voltada para o estabelecimento de uma matriz energética sustentável, o governo anuncia o PDE-2017 e a Petrobras, a construção de quatro refinarias e o Comperj no Rio de Janeiro. Essas medidas são o atraso do atraso”, escreve Pires em seu blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil conta hoje com uma das matrizes mais limpas do planeta, com 46% de sua energia finda de fontes renováveis. Para o presidente da UNICA, Marcos Jank, políticas que incentivem o crescimento da porcentagem dos renováveis, como etanol, biomassa de cana-de-açúcar, biodiesel, energia eólica e solar, podem reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil tem tudo para se posicionar como líder nas discussões globais e cada vez mais intensas em torno das mudanças climáticas, pois é neste país que está o projeto mais bem sucedido do mundo para produção e utilização em escala comercial de um biocombustível – o etanol. Nosso projeto é um dos melhores exemplos do mundo de como efetivamente reduzir emissões, então nada mais justo do que definirmos com clareza, em nossa matriz energética, que é assim que o país deseja prosseguir”, afirma Jank.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Adriano Pires, o estímulo à produção e uso de energia limpa no Brasil pode ainda aumentar a segurança energética do País, ajudar no meio ambiente e gerar empregos. “É preciso que saibamos aproveitar nossa grande vantagem comparativa como produtores de energia renovável. Temos sol, terra e água em abundância, por isso podemos ser os maiores produtores de biocombustíveis”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1295219048478337903?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1295219048478337903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/definicao-da-matriz-energetica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1295219048478337903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1295219048478337903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/definicao-da-matriz-energetica.html' title='Definição da matriz energética brasileira exige políticas públicas adequadas'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6402939422598807841</id><published>2010-03-17T10:48:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T10:52:20.755-07:00</updated><title type='text'>Uma definição interessante de Sustentabilidade</title><content type='html'>Colocando em termos simples, a sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo original foi "desenvolvimento sustentável," um termo adaptado pela Agenda 21, programa das Nações Unidas. Algumas pessoas hoje, referem-se ao termo "desenvolvimento sustentável" como um termo amplo pois implica desenvolvimento continuado, e insistem que ele deve ser reservado somente para as atividades de desenvolvimento. "Sustentabilidade", então, é hoje em dia usado como um termo amplo para todas as atividades humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na economia, crescimento sustentado refere-se a um ciclo de crescimento econômico real do valor da produção (descontada a inflação), sendo portanto relativamente constante e duradouro, assentado em bases consideradas estáveis e seguras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento econômico sustentável dito de outra maneira é aquele em que a renda real cresce pelo crescimento dos fatores produtivos reais da economia e não em termos nominais. Isso seria um crescimento insustentável porque se estaria apenas jogando dinheiro na economia gerando uma riqueza momentânea que os agentes econômicos ao notarem que não há em contrapartida produção equivalente a esse ganho de renda artificial ajustam seus preços o que causa por sua vez inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Gestão Sustentável é uma capacidade para dirigir o curso de uma empresa, comunidade, ou país, por vias que valorizam, recuperam todas as formas de capital, humano, natural e financeiro de modo a gerar valor ao Stakeholders (LUCRO). A Gestão de processos deve ser vista sempre como um processo evolutivo de trabalho e gestão e não somente como um projeto com inicio, meio e fim. Se não for conduzida com esta visão, a tendência de se tornar um modismo dentro da empresa ou do país e logo ser esquecida ao sinal de um primeiro tropeço é grande. Muitos esforços e investimentos têm sido gastos sem o retorno esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensarmos que 10% de tudo o que é extraído do planeta pela indústria (em peso) é que se torna produto útil e que o restante é resíduo, torna-se urgente uma Gestão Sustentável que nos leve a um consumo sustentável, é urgente minimizar a utilização de recursos naturais e materiais tóxicos. O Desenvolvimento Sustentável não é ambientalismo nem apenas ambiente, mas sim um processo de equilíbrio entre os aspectos econômicos, financeiros, ambientais e sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6402939422598807841?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6402939422598807841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/uma-definicao-interessante-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6402939422598807841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6402939422598807841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/uma-definicao-interessante-de.html' title='Uma definição interessante de Sustentabilidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6143801585753612020</id><published>2010-03-17T07:54:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T07:59:40.045-07:00</updated><title type='text'>De olho no lucro, pequeno investidor ignora apelo à sustentabilidade das empresas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S6DuSf19rYI/AAAAAAAAAac/s7YKvmhA0lQ/s1600-h/test_image_profits_green.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 318px; height: 239px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S6DuSf19rYI/AAAAAAAAAac/s7YKvmhA0lQ/s320/test_image_profits_green.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449617550671195522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Na hora de montar sua carteira de ações, o investidor minoritário, aquele que tem até R$ 200 mil para aplicar em ações, só pensa em uma coisa: &lt;strong&gt;lucro&lt;/strong&gt;. Eles estão errados? Claro que não. Mas a BM&amp;FBovespa tenta provar que é preciso colocar outra peso nesta balança: a &lt;strong&gt;sustentabilidade&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, a Bolsa mantém há quase cinco anos o ISE, o Índice de Sustentabilidade Empresarial, que lista um total de até 40 empresas reconhecidamente engajadas com ações sustentáveis. O índice considera que essas empresas geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa demanda veio se fortalecendo ao longo do tempo no mercado internacional, e hoje é amplamente atendida por vários instrumentos financeiros. Por aqui, porém, o investimento não tem se mostrado tão atrativo quanto poderia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por enquanto, poucos minoritários pensam em comprar ações de uma empresa sustentável. No máximo, eles querem saber se ela está no Novo Mercado”, diz o economista Clodoir Vieira, da corretora Souza Barros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vieira diz que há baixa procura por esse tipo de ação porque muitos desses investidores ainda são céticos. “Muita gente prefere ações da Sousa Cruz, por exemplo, porque quer empresas que cresçam, não importa como”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo não acontece com os grandes investidores, como os fundos de pensão. Eles estão de olho, por exemplo, em como a companhia trata o meio ambiente. A Previ, fundo de previdência privada que pertence aos funcionários do Banco do Brasil, é um exemplo. “As ações de uma empresa que toma uma multa porque poluiu um rio podem 'desabar'. Se não estiver atento, um fundo grande como a Previ, que investe milhões de reais, pode perder muito dinheiro de uma hora para outra”, diz Vieira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), Luiz Maia, investir em empresas com preocupação socioambiental tem mais uma vantagem. “Elas oferecem menos risco [econômico] do que uma empresa que não respeita o ambiente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da baixa procura, a direção da Bolsa acredita que uma hora este jogo vira. “Hoje os grandes investidores e os estrangeiros estão mais preocupados com a questão da sustentabilidade das empresas. Mas isso ainda vai chegar à pessoa física”, afirma a diretora de sustentabilidade da BM&amp;FBovespa, Sonia Favaretto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para isso, o melhor caminho talvez não seja o lucro. “O apelo para a adesão dos minoritários não precisa mais ser a lucratividade, porque as empresas sustentáveis já dão lucro. A atração tem de ser pelo tratamento que elas dão ao ambiente”, afirma Carolina Murphy, pesquisadora da Columbia University (EUA), onde fez mestrado em Desenvolvimento Econômico e Político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorização&lt;br /&gt;Mesmo em meio ao turbilhão da crise financeira mudial, a rentabilidade do ISE em 2009 foi de 66,4% em relação ao ano anterior. Já o Ibovespa subiu 82,6% no período. Desde que foi criado, no final de 2005, até julho de 2009, o índice havia acumulado valorização de 53,9%. No mesmo período, o Ibovespa registrou ganhos de 71,6%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil&lt;br /&gt;De acordo com a Bolsa, o ISE é voltado para dois tipos de investidores. O primeiro é o pragmático, aquele que compra ações de empresas listadas em índices de sustentabilidade porque acredita que elas têm mais chances de permanecerem produtivas pelas próximas décadas e que sofrerão menos passivos judiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é o engajado, que, por comprometimento pessoal, decide privilegiar as empresas que atuam com respeito a valores éticos, ambientais e sociais e  não quer se envolver com empresas que poluem ou que têm problemas com direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudanças no ISE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A BM&amp;FBovespa anunciou na sexta-feira (12/03/2010) mudanças na metodologia para a definição da próxima carteira teórica do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ISE é formado atualmente por um grupo de 34 empresas que tem como meta a responsabilidade social e preocupação com o ambiente. A carteira de ações é revista todos os anos. A que está em vigor até 30 de novembro reúne 43 ações. Os recursos não podem ser alavancados (investir em mercado futuro, com possibilidade de aumentar o retorno, com mais risco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais alterações, o convite para se candidatar ao índice passará a ser feito para as companhias detentoras das 200 ações mais líquidas da bolsa, não mais para as 150 mais negociadas, como anteriormente. Fora isso, o questionário que será enviado para as companhias contará com um grupo de questões envolvendo iniciativas relacionadas a mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a quarta mudança prevê que o conselho do ISE - composto por diversas entidades, incluindo a Bolsa - poderá dar, em casos extraordinários, uma explicação ao mercado sobre a retirada de alguma companhia da carteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ajudará a evitar especulações, como ocorreu na saída da Petrobras do índice em 2008. Sem uma posição do conselho, a exclusão da estatal foi relacionada pelos agentes aos níveis de partículas de enxofre considerados elevados na produção de diesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divulgação da nova carteira está prevista para 25 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Com informações do Valor Online)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6143801585753612020?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6143801585753612020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/de-olho-no-lucro-pequeno-investidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6143801585753612020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6143801585753612020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/de-olho-no-lucro-pequeno-investidor.html' title='De olho no lucro, pequeno investidor ignora apelo à sustentabilidade das empresas'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S6DuSf19rYI/AAAAAAAAAac/s7YKvmhA0lQ/s72-c/test_image_profits_green.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4225916618614430332</id><published>2010-03-16T13:47:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T13:53:34.543-07:00</updated><title type='text'>O mundo é quente, plano e cheio</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O país que conseguir criar uma energia limpa e barata liderará a próxima indústria global, diz Thomas Friedman&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Época Negócios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, o jornalista americano Thomas Friedman lançou uma obra que revelava como as novas tecnologias nivelaram o planeta e fizeram com que trabalhadores da China, da Índia e de outros emergentes passassem a competir em condições iguais com seus colegas dos países ricos. O best-seller &lt;strong&gt;O Mundo É Plano &lt;/strong&gt;está até hoje na lista dos mais vendidos do The New York Times – jornal, aliás, no qual o autor trabalha. Em seu novo livro, Hot, Flat, and Crowded (“Quente, plano, e cheio”), ele aborda a economia global de uma nova perspectiva. O país que desenvolver uma energia limpa, barata e abundante comandará a próxima grande indústria global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedman torce, é claro, para que os Estados Unidos assumam o desafio. Como chegar lá? “Nós precisamos de 100 mil pessoas em 100 mil garagens tentando 100 mil coisas diferentes”, afirma. Só assim poderão surgir cinco boas idéias, das quais uma ou duas serão capazes de criar um Google verde dos novos tempos. A bolha da energia só surgirá, na sua opinião, se o governo americano, as empresas e os consumidores se unirem nesse objetivo. De nada adiantará repetir a abordagem do Projeto Manhattan, que desenvolveu a bomba atômica durante a Segunda Guerra Mundial. “Doze pesquisadores em Los Alamos não conseguirão resolver o problema”, afirma. Uma iniciativa desse tipo obrigaria o país a se contentar com o “etanol de milho de Iowa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da lentidão demonstrada até agora, o pensamento de que os combustíveis são “baratos, perenes e inofensivos” foi substituído pela consciência de que são “caros, limitados e tóxicos” – uma mudança fundamental para enfrentar o problema. Ele reproduz uma frase do xeque Ahmed Zaki Yamani. “A Idade da Pedra não acabou porque o homem esgotou o estoque de pedras”, disse o ex-ministro saudita do petróleo. “Da mesma forma, a idade do petróleo não acabará por termos esgotado as reser-vas, mas sim pelo fato de as pessoas inventarem alternativas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedman lembra que a última inovação na produção de energia ocorreu há mais de 50 anos, com a criação das usinas nucleares. “Você sabe de alguma outra indústria nesse país cujo principal progresso ocorreu em 1955?” De acordo com o livro, no ano passado as companhias de ração para bichos de estimação investiram mais em pesquisas do que as geradoras americanas de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista acredita que, se a abordagem dos Estados Unidos não mudar, a China acabará dando conta da tarefa, até porque é o país que mais precisa encontrar uma tecnologia para produzir energia limpa e barata. Friedman vê o surgimento de consciência ambiental naquele país asiático. Os chineses já conseguem ver o potencial econômico das soluções verdes, como prova o surgimento de companhias que exploram a energia eólica e solar. Apenas a tecnologia verde será capaz de enfrentar os cinco grandes problemas do planeta: a demanda de energia, a distribuição dessa energia para toda a população, o aquecimento global, a redução da biodiversidade e as ditaduras financiadas pelos petrodólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É preciso taxar carbono para ter economia verde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;16/03/10 - O jornalista americano Thomas Friedman, um dos principais colunistas do "New York Times", afirma que os EUA podem "voltar aos trilhos" e recuperar sua liderança global com investimentos maciços em tecnologias de energia limpas, o que só será possível com uma estrutura tributária que preveja, por exemplo, taxação sobre o preço do carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a ideia central de "Quente, Plano e Lotado" (ed. Objetiva, 605 págs.), que chega às livrarias brasileiras na quarta-feira, 24. O livro é um aprofundamento do best-seller "O Mundo é Plano" (ed. Objetiva), que desde 2005 vendeu 85 mil exemplares só no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - A ideia-chave de "Quente, Plano e Lotado" pode ser resumida na frase do presidente Barack Obama: "A nação que liderar a economia da energia limpa será a que irá liderar a economia global; e os EUA precisam ser essa nação". Que argumentos sustentam essa ideia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THOMAS FRIEDMAN - Algumas pessoas não acreditam no "quente". Tudo bem, deixemos apenas o plano e o lotado. Plano é minha metáfora para mais e mais gente se juntando à classe média mundial e vivendo como americanos, quer estejam no Brasil, na Índia ou na China.&lt;br /&gt;Lotado é porque há cada vez mais e mais pessoas. No mundo plano e lotado há cada vez mais gente com casas, carros e Big Macs do tamanho americano. É claro para mim que a próxima indústria global será a tecnologia energética (TE), que vai capacitar mais e mais gente a melhorar seu padrão de vida sem queimar e destruir o planeta. O país que detiver TE terá mais segurança energética, nacional e econômica, companhias inovadoras e respeito global. Claro, quero que esse país seja o meu, mas quero que todos aspirem a ser essa nação.&lt;br /&gt;FOLHA - O sr. não crê em decisões tomadas em conferências globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRIEDMAN - Exatamente. Alguém tem de me provar que funciona. Não sou contra o Protocolo de Kyoto ou o esforço de Copenhague, mas, se você conseguir fazer com que 193 países concordem, Deus te abençoe. Na falta disso, quero liberar meus inovadores e engenheiros para tentar o mesmo objetivo por meio da inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - O que deve ser feito para estimular esse tipo de iniciativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRIEDMAN - Precisamos de políticas tributárias para incentivar, a longo prazo, a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologia limpa. Houve um pouco no pacote de estímulo, mas é necessário muito mais. É preciso uma política de preços para o carbono. Sem isso, nada acontecerá. Sou um crente no mercado. Uma taxação de longo prazo, fixa e durável, estimularia 10 mil inovadores verdes em 10 mil garagens, tentando 10 mil coisas. Mil serão promissoras, cem serão realmente legais, e duas, os próximos Google e Microsoft limpos, que nos darão o que precisamos: elétrons confiáveis, limpos, baratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Uma pesquisa do Instituto Gallup mostrou que há mais céticos do aquecimento global hoje do que em 1997. Em que o discurso das mudanças climáticas está falhando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRIEDMAN - Infelizmente, a combinação tóxica de "climagate" [divulgação de e-mails de climatólogos, revelando tentativa de negar informação a céticos do clima], "relativamente pequenos" erros no IPCC [acusado de ter cometido erros em relatório] e recessão -e o fato de as pessoas mais do que nunca quererem energia barata- permitiu aos negacionistas confundir as pessoas e poluir o debate. Quem não queria acreditar ganhou razões para isso. E cientistas, políticos e membros do governo fizeram mau trabalho defendendo o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Em ano de eleição, é possível algo favorável no Congresso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRIEDMAN - No momento, a estratégia está mudando. Pessoalmente, creio que o projeto "cap-and-trade" [comércio de permissões para emitir CO2] esteja morto. Agora, os senadores John Kerry, Lindsey Graham e Joe Lieberman estão trabalhando numa estratégia baseada em três princípios. O primeiro: nunca use a palavra "clima". Fale sobre "limpar o ar". "Clima" se tornou uma palavra suja. Segundo: dizemos que estamos fazendo isso para criar empregos; energia solar, baterias, eficiência energética, tudo isso rende muito emprego. E, terceiro, dizemos que estamos fazendo isso por segurança nacional, para ficarmos menos dependentes do petróleo do Oriente Médio. Esse é o novo consenso bipartidário, democratas e republicanos. Mas, se haverá senadores o suficiente para isso, não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natália Paiva&lt;br /&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4225916618614430332?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4225916618614430332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/o-mundo-e-quente-plano-e-cheio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4225916618614430332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4225916618614430332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/o-mundo-e-quente-plano-e-cheio.html' title='O mundo é quente, plano e cheio'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-400709618065105309</id><published>2010-03-15T12:58:00.000-07:00</published><updated>2010-03-15T13:00:47.063-07:00</updated><title type='text'>Está chegando ao Brasil a ISO 26000</title><content type='html'>Está chegando ao país a ISO 26000. Formulada por mais de 400 especialistas de 100 países, incluindo o Brasil, a regulamentação cria parâmetros que permitirão ao cidadão validar e comparar quão socialmente responsável são as corporações. Estas, por sua vez, terão uma noção clara de como se comportar com responsabilidade.&lt;br /&gt;Questões como práticas comerciais justas, proteção da saúde e da segurança do consumidor, consumo sustentável e acesso a serviços essenciais estão no núcleo da norma. O texto foi aprovado por mais de 80% dos participantes do grupo de trabalho, no último mês, e deve ser publicado até outubro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-400709618065105309?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/400709618065105309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/esta-chegando-ao-brasil-iso-26000.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/400709618065105309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/400709618065105309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/esta-chegando-ao-brasil-iso-26000.html' title='Está chegando ao Brasil a ISO 26000'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-87349792876314586</id><published>2010-03-10T10:03:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T10:31:39.469-08:00</updated><title type='text'>Engenheiros da Unicamp criaram o primeiro conversor eletrônico brasileiro</title><content type='html'>&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Geradores alternativos: Unicamp cria conversor para ligar painéis solares à rede elétrica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Engenheiros da Unicamp criaram o primeiro conversor eletrônico brasileiro capaz de conectar painéis solares diretamente à rede elétrica, o que deverá inaugurar uma nova etapa no aproveitamento da energia solar no país.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conversor eletrônico de potência trifásico tem um grau de eficiência de 85%. Os primeiros testes foram realizados entre dezembro e janeiro no Laboratório de Hidrogênio (LH2) da Unicamp, onde já funciona uma planta-piloto de geradores alternativos conectada à rede da CPFL Paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Ernesto Ruppert Filho, que desenvolveu o conversor juntamente com seu colega Marcelo Gradella Villalva, não se tem notícia até o momento de nenhum outro conversor eletrônico similar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Substituição de importações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O protótipo foi testado com êxito numa instalação de painéis solares com capacidade de 7,5 kW. "Este conversor substituiu plenamente, durante o período de testes, os três conversores eletrônicos monofásicos adquiridos da empresa alemã SMA, que estão atualmente ligados a esses painéis solares", afirmou o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos resultados promissores, o próximo passo é buscar parceiros interessados na industrialização do conversor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que o protótipo tenha consumido R$ 15 mil, os pesquisadores calculam que, em escala industrial de produção, o conversor poderá alcançar um custo final aproximado de R$ 10 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Existem alguns componentes que poderiam custar muito menos, caso já estivéssemos em escala industrial. Se compararmos o custo final de R$ 10 mil com o custo do conversor importado, isso significa uma redução de um terço. É realmente muito vantajoso nacionalizar essa tecnologia," assegurou o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversor de potência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Villalva explica que todas as fontes renováveis de energia necessitam de algum tipo de conversor eletrônico de potência para permitir o aproveitamento adequado da energia elétrica produzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os painéis solares fotovoltaicos geram energia elétrica na forma de corrente contínua, diferente da rede elétrica, que possui corrente alternada. O papel do conversor é transformar a corrente da forma contínua para a alternada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem equipamentos nacionais com esta finalidade para uso com painéis fotovoltaicos, o que causa uma dependência de tecnologia importada, como é o caso dos conversores alemães instalados no LH2. "Por este motivo resolvemos desenvolver um equipamento nacional. Atingimos a eficiência de 85%, no entanto o objetivo agora é chegar aos 90% para alcançar a tecnologia alemã," diz Villalva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entraves para a energia solar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do elevado custo dos painéis solares fotovoltaicos, ainda não se criou no Brasil a cultura da geração distribuída de energia. "Isso não foi ainda devidamente regulamentado para pequenos produtores," afirma o pesquisador. Nos países mais avançados é possível ter em casa um painel solar e um conversor eletrônico gerando energia junto com a rede elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência mundial aponta para o uso de geradores alternativos - sejam solares, a células de combustível ou mesmo biogás - em escala residencial. O eventual excesso de energia gerada, depois de suprida a demanda da própria residência, poderá ser comercializada com as concessionárias de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conversor agora fabricado na Unicamp oferece o suporte tecnológico para que essa realidade possa começar a ser construída no Brasil. "Se não tivermos um produto próprio com tecnologia nacional, vamos continuar importando dos Estados Unidos e da Alemanha. Portanto, o gargalo está na tecnologia cara dos painéis, na inexistência de um mercado que force o barateamento dessa tecnologia no país e, por último, a ausência de tecnologia nacional de conversores eletrônicos." garantiu Villalva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painéis solares já conectados à rede elétrica, instalados no Laboratório de Hidrogênio (LH2) da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Matriz energética limpa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Além disso, o pesquisador menciona a necessidade de uma política de incentivo às fontes alternativas de energia. Há diversos projetos de lei tramitando no Legislativo a esse respeito. Quando realmente aprovados, o Brasil terá condições de se tornar um país com uma matriz energética inteiramente à base de energia limpa.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"No estado atual, isso não existe. Existem pequenos projetos, porém isolados. Não há uma massificação da energia alternativa limpa e isso é uma coisa desejável porque dispomos de muito sol e vento", disse. A energia eólica no Brasil tampouco depende apenas do vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nível mundial, a líder em tecnologia na área de energia solar é a Alemanha, onde já estão instalados 6.500 MW de geração fotovoltaica, o que significa metade da energia produzida pela hidrelétrica de Itaipu. Com níveis de irradiação solar superiores aos da Alemanha, &lt;strong&gt;o Brasil ainda tem uma geração de energia solar praticamente desprezível em sua matriz energética.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de ter energia hidráulica em abundância também tem contribuído muito para a falta de investimentos em usinas de geração solar e energia eólica. Em termos de meio ambiente, contudo, a energia solar é claramente superior. A hidroeletricidade, mesmo considerada limpa, inunda grandes áreas agricultáveis e tem forte impacto sobre as populações locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Geração distribuída de energia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruppert afirma que, na Europa e nos Estados Unidos, a utilização de geradores de energia elétrica conectados à rede secundária de distribuição por pequenos consumidores individuais já é uma realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia de pequenos conversores para painéis solares fotovoltaicos é amplamente empregada e divulgada nesses países. Consumidores são incentivados e subsidiados por agências governamentais para a instalação de sistemas de geração residenciais conectados à rede elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painéis solares e conversores eletrônicos para a conexão com a rede são produtos facilmente encontrados no comércio e acessíveis ao grande público nos países desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das vantagens para o usuário, que passa a gerar sua própria energia, módulos fotovoltaicos com pequenos conversores eletrônicos de potência descentralizam o processamento da energia, diminuem custos e reduzem o risco de todo o sistema elétrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Integração dos painéis solares nos edifícios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenos conjuntos de geradores fotovoltaicos podem ser instalados em qualquer ambiente em que haja incidência de raios solares, sem demandar áreas específicas, podendo ocupar telhados ou paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A integração dos painéis solares com a arquitetura predial é hoje uma prática comum e que rende bons resultados estéticos, ambientais e econômicos, pela energia elétrica gerada e pela redução dos custos de construção. Os módulos fotovoltaicos podem ser utilizados como elementos de acabamento arquitetônico, tornando seu uso ainda mais interessante", disse Ruppert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses módulos podem ser instalados em quaisquer tipos de construções, como residências, condomínios, escolas, creches, hospitais e outros locais públicos, uma vez que não há grandes restrições de espaço para instalação e não há emissão de ruídos, resíduos, ou qualquer tipo de poluição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso brasileiro, o professor aponta que o melhor aproveitamento da energia solar depende basicamente de dois fatores. Primeiro, da regulamentação e da atitude do governo para abraçar a geração fotovoltaica. E, segundo, do interesse da iniciativa privada em fazer os investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal da Unicamp - 10/03/2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-87349792876314586?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/87349792876314586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/geradores-alternativos-engenheiros-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/87349792876314586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/87349792876314586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/geradores-alternativos-engenheiros-da.html' title='Engenheiros da Unicamp criaram o primeiro conversor eletrônico brasileiro'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6563852744176961821</id><published>2010-03-10T09:22:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T09:28:38.116-08:00</updated><title type='text'>Energia Eólica - R$ 1 bi no Rio Grande do Norte</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;CPFL fará aporte de R$ 1 bi no Rio Grande do Norte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S5fWhFbwoHI/AAAAAAAAAaU/NbFrBnO0dTM/s1600-h/600-wind.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447058138210541682" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S5fWhFbwoHI/AAAAAAAAAaU/NbFrBnO0dTM/s320/600-wind.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Os investimentos contarão com sete parques eólicos com capacidade instalada de 188 megawatts (MW). A conclusão deve ser concretizada até o início de 2012.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretoria da empresa paulista de energia, presidida por Wilson Ferreira Júnior, reuniu-se ontem (5) com Iberê Ferreira de Souza, vice-governador do Rio Grande do Norte, e Jean Paul Prates, secretário de Energia e Assuntos Internacionais, para iniciar as tratativas relacionadas com a instalação do Parque Eólico Santa Clara, no município de Parazinho, e de uma usina térmica a biomassa em Baía Formosa (que usará cana-de-açúcar como matéria-prima).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos devem ultrapassar R$ 1 bilhão, segundo o governo do estado. Durante a reunião, Paulo Cesar Tavares, vice-presidente de gestão eólica da CPFL, acrescentou que a empresa tem projetos em todo o país, mas o Rio Grande do Norte é hoje o estado que mais apoia e dá estrutura para viabilizar a implantação desses empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de energia eólica será constituído por sete parques eólicos com capacidade instalada de 188 megawatts (MW) e prazo de conclusão no início de 2012, com investimentos estimados em R$ 883 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até abril, o termo de acordo assinado antes do leilão para a aquisição dos aerogeradores será convertido em contrato definitivo de compra. Ao todo, serão adquiridos 94 aerogeradores do modelo E82-2,0 MW da Wobben, subsidiária da multinacional alemã Enercon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina de biomassa, que receberá recursos de R$ 127 milhões, será concluída em 2011 e adicionará 25 MW à potência instalada de geração do estado. Quando estiver operando, a previsão é de que a usina gere uma receita de aproximadamente R$ 24 milhões por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-governador Ferreira de Souza acredita que até 2012 o estado terá capacidade de gerar o dobro da energia que consome atualmente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Priscila Machado(pmachado@brasileconomico.com.br)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.brasileconomico.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6563852744176961821?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6563852744176961821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/energia-eolica-r-1-bi-no-rio-grande-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6563852744176961821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6563852744176961821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/energia-eolica-r-1-bi-no-rio-grande-do.html' title='Energia Eólica - R$ 1 bi no Rio Grande do Norte'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S5fWhFbwoHI/AAAAAAAAAaU/NbFrBnO0dTM/s72-c/600-wind.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-9090541661280098115</id><published>2010-03-06T05:58:00.000-08:00</published><updated>2010-03-06T06:03:31.865-08:00</updated><title type='text'>IEF diz que etanol de cana-de-açúcar é o único aceitável</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O produto brasileiro seria o primeiro desse tipo de biocombustîvel a não representar problemas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S5JgYBh9t0I/AAAAAAAAAaM/iZ_FR0e_oi4/s1600-h/alcool_cana.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 248px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S5JgYBh9t0I/AAAAAAAAAaM/iZ_FR0e_oi4/s320/alcool_cana.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445520865288369986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Relatório produzido pelo Fórum Internacional de Energia (IEF, na sigla em inglês) classifica o etanol brasileiro, produzido a partir da cana-de-açúcar, como "o único biocombustível de primeira geração que não apresenta problemas". Segundo o documento, "para evitar erros em investimentos econômicos que também provoquem custos ambientais significativos, existe uma necessidade urgente de se rever as políticas existentes para biocombustíveis e suas metas em um contexto internacional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório alerta que fixar metas ambiciosas sem se assegurar da sustentabilidade de obtê-las, como foi o caso para a maioria dos biocombustíveis de primeira geração, pode gerar incertezas de abastecimento. O documento também examina o atual estado da produção de biocombustíveis e oferece recomendação aos legisladores sobre a melhor maneira de seguir em frente com a produção e distribuição de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores do relatório reconhecem o papel potencial dos biocombustíveis na contribuição para a segurança e proteção ambiental e climática. Porém, eles são críticos em relação a maioria dos biocombustíveis de primeira geração. Com exceção do etanol de cana feito no Brasil, eles criticam a maioria dos biocombustíveis de primeira geração que oferecem "apenas benefícios marginais para a segurança energética e a redução das emissões de gases de efeito estufa além de promoverem insegurança alimentar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sobre o etanol de cana do Brasil há um consenso de que é o único biocombustível aceitável à medida que sua expansão futura evitará áreas que poderão levantar questões sobre uso direto e indireto de terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IEF é o mais abrangente fórum de ministérios de energia do mundo, incluindo não apenas países desenvolvidos e membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), mas também participantes como Brasil, China, Índia, México, Rússia e África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/ief-diz-etanol-cana-de-acucar-unico-aceitavel-538287.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-9090541661280098115?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/9090541661280098115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/ief-diz-que-etanol-de-cana-de-acucar-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9090541661280098115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9090541661280098115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/ief-diz-que-etanol-de-cana-de-acucar-e.html' title='IEF diz que etanol de cana-de-açúcar é o único aceitável'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S5JgYBh9t0I/AAAAAAAAAaM/iZ_FR0e_oi4/s72-c/alcool_cana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-8366908303734542160</id><published>2010-03-04T09:32:00.000-08:00</published><updated>2010-03-23T09:47:56.993-07:00</updated><title type='text'>Etanol - combustível verde</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S4_wphYRoDI/AAAAAAAAAaE/amiONTKPXXg/s1600-h/Etanol+blog.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 242px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444835070639710258" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S4_wphYRoDI/AAAAAAAAAaE/amiONTKPXXg/s320/Etanol+blog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Quando ouvimos comentários ou lemos reportagens sobre o Etanol brasileiro, sempre há boas referências sobre sua eficiência energética e baixo impacto causado ao meio ambiente, principalmente pela baixa emissão de poluentes e gases do efeito estufa na sua combustão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso tornaria o etanol um combustível sustentável se não fosse pelo altos preços, o que o torna uma segunda opção atrás da gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos em produtos ou serviços sustentáveis, partimos dos príncipios básicos da sustentabilidade: ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S4_vlVkHmkI/AAAAAAAAAZ0/6TGXFHLpvjU/s1600-h/ETANOL.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S4_vy7bDzII/AAAAAAAAAZ8/5rZ6akVRkX0/s1600-h/ETANOL.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 227px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444834132737903746" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S4_vy7bDzII/AAAAAAAAAZ8/5rZ6akVRkX0/s320/ETANOL.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Vendo ultimante os altos preços do etanol para o consumidor, podemos afirmar que este tão admirado combustível não poderei ser sustentável. Para que isso se tornasse realidade, o produto deveria ser economicamente viável e justamente acessível aos consumidores (não somente "barato" na sua produção), através de políticas as quais difiniriam estoques reguladores e/ou controlariam diretamente a produção açúcar/álcool de acordo com os investimentos públicos (BNDES) no setor sucroalcooleiro. Neste ponto, o governo deveria exigir uma produção mínima de álcool proporcional a porcentagem de investimento que o usineiro recebeu do BNDES, permitindo uma oferta ideal do combustível ao mercador e consequentemente controlando seu preço. Isto não permitiria, por exemplo, uma grande produção de açúcar para atender mercado externo. Priorizaria o nosso mercado e o preço justo aos nossos consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto não hover uma política séria que busque retorno sobre todo o investimento público no setor de açúcar e álcool, vamos continuar pagando o preço absurdo por este combustível que além de verde, deveria ser sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domenico Machado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resposta do Sr. Deputado Federal Antonio Carlos Mendes Thame&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Prezado Sr. Domenico Machado,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agradeço a manifestação de seu interesse e a colaboração contida em seu e-mail relativamente às sugestões sobre política de preços, de estoques mínimos reguladores e de contrapartida a financiamento do investimento na produção sucro-alcooleira.&lt;br /&gt;Farei chegar à representação do setor empresarial suas sugestões, para avaliação das medidas possíveis de serem tomadas sob forma de políticas públicas. Também irei solicitar à Consultoria técnica da Câmara dos Deputados a análise dos temas abordados em seu e-mail, visando identificar medidas legislativas possíveis de encaminhamento no Legislativo.&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Carlos Mendes Thame &lt;br /&gt;Deputado Federal&lt;br /&gt;PSDB/SP &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-8366908303734542160?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/8366908303734542160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/etanol-combustivel-verde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8366908303734542160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8366908303734542160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/etanol-combustivel-verde.html' title='Etanol - combustível verde'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S4_wphYRoDI/AAAAAAAAAaE/amiONTKPXXg/s72-c/Etanol+blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5338880894891620369</id><published>2010-03-04T07:44:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T07:46:27.544-08:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade requer novos modelos de aprendizagem</title><content type='html'>Empresas buscam formas de criar ambientes favoráveis à cooperação e diversidade de idéias para gerar soluções inovadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de bem aceita, a idéia de que a construção de negócios sustentáveis requer que os indivíduos sejam educados para se reconhecerem como parte do todo e orientem suas ações com base nos impactos para as gerações atuais e futuras ainda desafia os modelos institucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Departamentalizadas por natureza, as empresas têm dificuldades em proporcionar uma experiência de construção coletiva do saber, essencial para a inovação e sustentabilidade. “Tudo está mudando muito rápido. Precisamos de novos tipos de aprendizado, redes sociais e modelos de liderança, pois não será mais possível achar que as pessoas no topo das companhias ou governos terão todas as respostas de que precisamos”, analisa Jane Nelson, diretora do Centro de Iniciativa para Responsabilidade Social Empresarial da Universidade de Harvard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As companhias que conseguem, aos poucos, superar modelos de gestão excessivamente verticalizados e pouco participativos têm sabido identificar novas oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o intuito de estimular a integração e possíveis sinergias, a DuPont, por exemplo, reúne funcionários das mais variadas áreas, níveis hierárquicos e países em encontros anuais para discussão de projetos. Segundo John Jansen, diretor de fluoroprodutos, de pesquisa e desenvolvimento para América Latina, além dos funcionários, o evento conta com a participação de convidados externos que, juntos, selecionam cerca de 100 idéias. As propostas são avaliadas com base nos benefícios gerados para a sociedade em termos ambientais e sociais, assim como nas necessidades do mercado. De cinco finalistas, um projeto é escolhido para ser adotado pela empresa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi justamente da experiência de geração coletiva de idéias que surgiu uma das mais interessantes e recentes soluções de negócio da empresa. Trata-se da SoleCina, elaborada a partir da combinação da proteína vegetal da soja com diferentes tipos de carne. Segundo Jansen, o produto foi criado após a identificação de uma necessidade da população mexicana da base da pirâmide, para a qual os altos preços da proteína animal inviabilizavam o consumo desse item essencial na alimentação Além de ser até 40% mais barata do que a proteína animal, a SoleCina, fabricada em parceria com a Solae Company, possibilita o desenvolvimento de produtos com menos gordura, calorias e sem colesterol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Braskem, detentora da tecnologia para fabricação do polietileno verde, apostou na criação de um banco de idéias para receber sugestões de projetos. Criado em 2004, o Programa de Inovação Braskem (PIB) conta com um software para auxiliar na avaliação das propostas. Com base em informações técnicas e comerciais, o sistema calcula a possibilidade de a sugestão ser transformada em produtos e serviços para o mercado. Segundo Luiz Fernando Cassinelli, diretor de inovação da companhia, atualmente, há 75 projetos em andamento nascidos no PIB. Outras 250 idéias aguardam seu lugar nesse portifólio verde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo perfil profissional &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do passado, quando o universo das conexões corporativas era, a rigor, o seu próprio umbigo, as empresas de hoje orbitam em torno de uma rede de relacionamentos muito mais diversa. Até menos de duas décadas, os públicos de interesse de uma corporação podiam ser contados nos dedos de uma mão. Hoje, além de funcionários, fornecedores, e clientes, entraram no jogo comunidades, investidores, lideranças comunitárias, governos, organizações não-governamentais, formadores de opinião, grupos de pressão locais e nacionais e até mesmo indivíduos mais atentos e dispostos a disseminar suas eventuais insatisfações pela Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma complexa rede de relacionamentos como esta pode ser regida de modo a estabelecer benefícios comuns. Mas não se trata de uma tarefa simples. Requer, além de uma nova forma de gestão, mais transparente e atenta, um time de profissionais preparados para escutar, filtrar e incorporar os pontos de vista das partes interessadas na maneira de pensar e fazer negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dois anos, a Aracruz, recentemente adquirida pela Votorantim, tem centrado esforços no treinamento de funcionários para o relacionamento com a sociedade. “Como a Aracruz é uma empresa florestal com unidades distribuídas em mais de 120 municípios, os profissionais da empresa se relacionam com diferentes tipos de comunidade. Por isso, é importante que desenvolvam a habilidade de construir pontes entre a empresa e a sociedade em diferentes situações”, afirma Carlos Alberto Roxo, diretor de sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa também tem buscado profissionais com essa competência no mercado. Segundo Roxo, a formação não é o fator mais importante no processo de seleção, mas sim as experiências que o profissional acumulou ao longo de sua trajetória. Para exemplificar, ele conta um exemplo registrado em seu próprio departamento. “Demoramos seis meses para contratar um gerente de sustentabilidade. Só depois fui descobrir que era jornalista. A experiência que ele acumulou por meio de projetos realizados na Amazônia e junto a órgãos governamentais foi determinante para a sua contratação. Além de sólida formação, buscamos profissionais que não sejam apenas resolvedores de problemas, mas capazes de encontrar respostas a partir do relacionamento com diferentes públicos de interesse”, ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender a realidade do outro não é tarefa fácil e demanda, segundo Jansen da DuPont, a ruptura de paradigmas. “O profissional precisa ter a predisposição para entender a fundo a dinâmica das diferentes partes interessadas, além de iniciativa para vivenciar a realidade do outro. Não adiante ler um monte de coisas. É preciso estar lá, conversar e escutar”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jansen destaca ainda o espírito empreendedor como competência essencial do profissional para fazer conexões entre as soluções criadas e as necessidades da sociedade. “É interessante observar que o tipo de profissional que se dá melhor nessa área, normalmente, desenvolveu a inteligência emocional, o lado direito do cérebro, área à qual as instituições de ensino não têm se dedicado muito”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Rodrigo Rocha Loures reforça que a inovação social é uma competência a ser desenvolvida. “A inovação voltada para a sustentabilidade depende de habilidades pessoais, como, por exemplo, a de aprender a aprender, aprender a entender, a se relacionar, a fazer coisas em conjunto, conhecer a si próprio e ter a compreensão do contexto onde se situa. O desafio seguinte é transformar esses conhecimentos em produtos e serviços sustentáveis”, aposta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ponte entre a teoria e a prática&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro caminho para o desenvolvimento de novas soluções se dá a partir de parcerias com universidades. Recentemente, a Braskem lançou o primeiro polietileno verde produzido com o uso da cana-de-açúcar em substituição à nafta, derivada do petróleo. A descoberta contou com o apoio de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “É preciso buscar o conhecimento onde ele está, principalmente nos casos em que são muito específicos. A open innovation oferece essa possibilidade de troca de informações não só com universidades, mas também com outras empresas que não concorrem no mesmo mercado. A principal vantagem é a divisão dos custos da pesquisa”, afirma Cassinelli. Este modelo de cooperação permite que empresas comprem ou licenciem processos de inovação (como patentes) de outras organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jansen, da DuPont, a inflexibilidade das universidades em relação a propriedade intelectual dificulta o avanço dessa modalidade de pesquisa no Brasil. “Hoje em dia a inovação fica cada vez mais cara. Normalmente, a cada mil idéias, 100 são efetivamente transformadas em projetos, 10 conseguem atingir a fase de testes e apenas uma chega ao mercado. A colaboração entre empresas e universidades dilui os riscos e aumenta as chances de sucesso da inovação. No entanto é preciso assegurar o retorno financeiro para as empresas. Os resultados da inovação que vingou precisam compensar todo o investimento destinado às outras 1000 idéias malsucedidas. As universidades brasileiras resistem em ceder a patente ainda que 100% do seu desenvolvimento tenha sido financiado pela empresa”, exemplifica Jansen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Embraco, por sua vez, mantém parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1982, por meio de convênios de pesquisa que se renovam periodicamente. A primeira grande conquista da mais longa união entre iniciativa privada e academia de que se tem notícia no País foi a fabricação, em 1987, do primeiro compressor com tecnologia 100% nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De dentro pra fora&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pioneiro na capacitação de seu corpo de funcionários com a criação das “Oficinas de sustentabilidade” em 1991, o Banco ABN Anro Real também inovou ao levar a experiência obtida a partir da vivência desse conceito na empresa a clientes e parceiros de negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa “Práticas em sustentabilidade” teve início em 2001 com a realização de workshops sobre o tema com fornecedores para troca de informações e experiências. Hoje, o banco também disponibiliza um endereço na internet para ampliar o alcance com o público externo. O blog Práticas disponibiliza o acesso a um banco de iniciativas de implementação da sustentabilidade, uma biblioteca com documentos de referência e cursos online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Real apostou na troca de experiências e informações para construção conjunta de conhecimentos, reconhecendo a importância da colaboração na economia contemporânea. “Os indivíduos têm que ser protagonistas, o que pressupõe olhar para o novo, reconhecendo que não sabemos tudo e temos muito a aprender. Podemos não ter todas as repostas, mas não temos medo das perguntas”, afirma Carla Bardaro, superintendente de desenvolvimento sustentável do Banco ABN Anro Real. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafios da educação voltada para a sustentabilidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Desenvolver ambientes de construção coletiva do saber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Criar estruturas descentralizadas que proporcionem sinergias entre diferentes áreas do conhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Estabelecer relações de confiança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Formar indivíduos integrais que pensam e ajam em um contexto global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Proporcionar o autoconhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Valorizar a diferença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Juliana Lopes, da Revista Idéia Socioambiental &lt;br /&gt;(Envolverde/Revista Idéia Socioambiental)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5338880894891620369?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5338880894891620369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-requer-novos-modelos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5338880894891620369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5338880894891620369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/sustentabilidade-requer-novos-modelos.html' title='Sustentabilidade requer novos modelos de aprendizagem'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5444912667046749648</id><published>2010-03-03T05:23:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T05:28:30.427-08:00</updated><title type='text'>Anemia verde</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Brasil se atrasa em investimentos com vistas à economia de baixo carbono, mesmo partindo de uma posição invejável&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSIM COMO se fala de "doença holandesa", o declínio industrial que pode suceder um surto de exportações propiciado por exploração de recursos da natureza, um dia o Brasil poderá figurar em compêndios de história econômica como exemplo do "mal do berço esplêndido". Acomodado na abundância desses recursos -terra fértil, sol, chuvas, florestas, minérios, potencial hidrelétrico-, o país não investe como deveria em inovação para extrair renda desse capital sem dilapidá-lo.&lt;br /&gt;Em lugar de desenvolver-se como uma economia de base natural pujante, com olhos no futuro de baixo carbono, o Brasil atrasa-se na trilha do crescimento "verde". Foi o que mostrou domingo reportagem da Folha.&lt;br /&gt;No pacote de estímulos fiscais do governo federal para contra-arrestar a crise financeira de 2008, apenas 5% dos recursos anticrise mobilizados o foram em benefício de setores "limpos", como o de veículos bicombustíveis. Na média de 17 grandes economias mundiais, o percentual ultrapassou 16%.&lt;br /&gt;O Brasil é um país que já conta com uma matriz elétrica excepcionalmente renovável, graças ao uso intensivo de represas para produzir eletricidade. A média mundial fica em 18% de fontes renováveis, enquanto aqui o percentual atinge 87%.&lt;br /&gt;Mas o planejamento oficial prevê um retrocesso, com o aumento relativo das usinas termelétricas a combustível fóssil -óleo, gás e carvão. A capacidade instalada deve aumentar 45% de 2010 a 2012, contra 18% da geração a partir de biomassa (bagaço de cana, por exemplo). Até 2017, a participação hidráulica na geração cairá de 80% para 71% e a de fontes não renováveis subirá para 19%.&lt;br /&gt;O governo federal se escuda na lentidão do processo de licenciamento ambiental das grandes centrais hidrelétricas, mas faltam investimento em tecnologia e incentivo para modalidades renováveis. O programa de fomento a fontes alternativas (Proinfa) prossegue modesto. Mesmo triplicando a capacidade de usinas eólicas em dois anos, chegaremos a 3.000 megawatts (MW) instalados. É muito pouco para um país com potencial eólico -provavelmente subestimado- de 140 mil MW, o equivalente a dez hidrelétricas de Itaipu.&lt;br /&gt;Até no caso do álcool o país pode ficar para trás. Basta que frutifique o investimento anual de US$ 1 bilhão dos EUA na tecnologia de álcool celulósico, o que pulverizaria a atual vantagem do etanol de cana sobre o de milho. Para comparação, toda a pesquisa nacional no setor recebe menos de US$ 95 milhões ao ano, segundo estimativas.&lt;br /&gt;O governo Lula parece mesmerizado com o pré-sal, como sintetizou o físico José Goldemberg. Não se deu conta ainda de que o petróleo, embora possa e deva ser explorado, é o combustível do passado. É preciso mudar essa lógica, o que não se faz apenas com retórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Outro detalhe é a falta de regulação do preço do etanol, combustível que deveria ser considerado sustentável (ambientalmente limpo, economicamente viável) e que por vezes perde espaço à gasolina (maior rendimento em relação ao custo).&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5444912667046749648?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5444912667046749648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/anemia-verde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5444912667046749648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5444912667046749648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/03/anemia-verde.html' title='Anemia verde'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5148062614937105787</id><published>2010-02-24T05:09:00.001-08:00</published><updated>2010-02-24T05:09:32.749-08:00</updated><title type='text'>Pesquisador ressalta obtenção de etanol do capim-elefante</title><content type='html'>O pesquisador do Laboratório Labex Estados Unidos, unidade virtual da Embrapa no exterior, César Miranda, diz que é possível obter até 11 mil litros de etanol por hectare a partir de biomassa de capim-elefante e outras gramíneas forrageiras. “Estes materiais – como capim-elefante, braquiárias, panicuns e árvores de crescimento rápido - poderiam ser alternativas competitivas e eficientes para locais onde não se pode cultivar cana, tanto em áreas de pastagens quanto em áreas marginais, seja de forma isolada ou consorciada, em sistema de integração lavoura-pecuária ou agrosilvipastoril. ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miranda responde pela área de agroenergia no Labex. O laboratório está empenhado em pesquisas com materiais capazes de gerar etanol de segunda geração, o chamado etanol lignocelulósico, obtido a partir da utilização de toda a planta e não apenas da fermentação de parte dela (primeira geração), com ocorre com a cana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Miranda, a cooperação técnica entre pesquisadores do Labex e do Serviço de Pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (ARS-USDA), além de facilitar a integração entre cientistas dos dois países, resulta no desenvolvimento de dois projetos em unidades da Embrapa. Um, avalia a produção de biocombustíveis a partir de ilhas flutuantes de biomassa, caso do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo é usar o excedente ambiental de biomassa aquática daquela região na geração de energia – seja por meio da produção de etanol, biogás ou gás de síntese. Esse projeto envolve pesquisadores da Embrapa Agroenergia, Embrapa Pantanal, Departamentos de Física e de Tecnologia de Alimentos da Unicamp e Bioware Tecnologias, com a participação do Grain, Forrage and Bioenergy Research Unit (GFBRU), em Lincoln, Nebraska.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro projeto se refere a fontes alternativas de biomassa para produção sustentável de etanol a partir de materiais lignocelulósicos. A idéia é aproveitar a experiência americana para o desenvolvimento de tecnologia para avaliação direta do potencial de produção de resíduos de cana, sorgo, milho e várias gramíneas forrageiras para o etanol de segunda geração, inclusive para uso em seleção de variedades específicas para bioenergia. O estudo envolve vários centros de pesquisa da Embrapa, além de universidades e equipes do DFBRU e do Fermentation Biotechnology Research Unit.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5148062614937105787?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5148062614937105787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/pesquisador-ressalta-obtencao-de-etanol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5148062614937105787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5148062614937105787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/pesquisador-ressalta-obtencao-de-etanol.html' title='Pesquisador ressalta obtenção de etanol do capim-elefante'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6293002814344326422</id><published>2010-02-18T15:48:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T15:49:41.529-08:00</updated><title type='text'>Uma usina de inovações</title><content type='html'>Localizada no município de Quirinópolis, no sudoeste de Goiás, a usina Boa Vista é hoje um dos melhores exemplos do que esse setor pode esbanjar em termos de modernidade e excelência. Inaugurada em 2008 e integrante do grupo São Martinho, um dos maiores produtores de açúcar e álcool do país, a Boa Vista tem sua colheita 100% mecanizada e, por isso, não utiliza queimadas. No estado de São Paulo, a média de mecanização dos canaviais não passa de 55%. Toda a energia consumida é gerada pela própria usina. A eletricidade vem da queima do bagaço de cana, e dois terços da produção são revendidos. A despeito disso, a Boa Vista continua sendo capaz de tirar da cana os mesmos produtos de todas as outras usinas do país: açúcar e álcool. Isso, porém, deve mudar em 2011. Uma nova tecnologia permitirá que o caldo de cana da Boa Vista se transforme em matériaprima para um leque de produtos muito mais diverso e sofisticado do que as commodities que ela hoje produz. A detentora dessa fórmula mágica, que promete levar a indústria sucroalcooleira do país a outro patamar, é a Amyris, empresa de biotecnologia americana com quem o grupo São Martinho negociou a venda de 40% da Boa Vista em dezembro do ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sede em Emeryville, no Vale do Silício, onde está a renomada Universidade da Califórnia, em Berkeley, a Amyris nasceu quando um grupo de cientistas recebeu da Fundação Bill e Melinda Gates cerca de 42 milhões de dólares. O objetivo do financiamento era baratear a produção de artemisina, medicamento de combate à malária. O projeto não só vingou como, durante as pesquisas, os cientistas descobriram que a tecnologia desenvolvida também poderia ser usada para outros fins. Na prática, o que a Amyris sabe fazer e que interessa ao Brasil é modificar geneticamente organismos vivos como a Saccharomyces cerevisiae, a levedura usada no processo de produção da cerveja e também do etanol. Uma vez modificada, e em contato com o açúcar, essa levedura pode dar origem a uma série de moléculas. Uma delas é o farneseno, com a qual a empresa já detém conhecimento para produzir um diesel de origem vegetal que tem desempenho semelhante ao de origem fóssil. Com outra molécula sera possível produzir combustível à base de cana para aviões e até mesmo um substituto para a gasolina comum. A combinação de açúcar e farneseno também pode render substitutos para outros produtos que hoje têm origem fóssil, como lubrificantes para carros, solventes para a indústria de tintas e compostos para empresas de higiene e limpeza. Aliando biotecnologia de ponta com a cana tradicional, a Amyris quer transformar o Brasil em pioneiro num novo tipo de negócio: o das biorrefinarias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia é considerada tão promissora que muitos grupos brasileiros acompanharam os grandes fundos de capital de risco americanos e também fizeram aportes na Amyris. A Votorantim, por meio do fundo Votorantim Novos Negócios, o grupo Cornélio Brennand, que tem sede em Pernambuco, e alguns investidores de menor porte também são sócios da companhia. “Visitei uma série de empresas na Califórnia”, afirma Francisco Andrade, diretor de novos negócios do Cornélio Brennand. “Nenhuma delas era tão revolucionária.” Os grupos Cosan, Bunge e a Açúcar Guarani também assinaram, em dezembro, acordos para se beneficiar da biotecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal centro de desenvolvimento da empresa está nos Estados Unidos. É lá que cerca de 150 biologistas moleculares se esmeram para modificar as leveduras. Estima-se que aqui haja um número semelhante de especialistas na mesma levedura — mas no país inteiro. Apesar da discrepância do lado científico, o Brasil é essencial para que o projeto da Amyris se concretize. A empresa precisa de açúcar abundante e barato o suficiente para dar escala à sua produção. É a cana, mais que qualquer outra cultura, a fonte que oferece a melhor relação entre potencial energético e custo. Além disso, para tornar factível a tal produção em escala, também é preciso ter um conhecimento tecnológico há décadas desenvolvido por aqui. “Pensamos em países como Índia e Indonésia, mas nenhum outro lugar conhece tão bem a cana-de-açúcar”, diz o executivo belga Roel Collier, de 36 anos, responsável pela operação da Amyris no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A operação está sediada em Campinas, no interior de São Paulo, local estrategicamente escolhido por estar próximo da Unicamp, &lt;strong&gt;da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ)&lt;/strong&gt; e do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), ambos em Piracicaba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nessas instituições que a Amyris recrutou boa parte de seus 60 funcionários. São químicos, bioquímicos e engenheiros agrônomos, mestres e doutores, que trabalham para fazer com que as leveduras modificadas pelos colegas da Califórnia reproduzam aqui, inicialmente em tanques de médio porte, o mesmo comportamento observado em frascos de até 3 litros. “É como se lá elas estivessem em um hotel de luxo”, diz Fernando Reinach, diretor da Votorantim Novos Negócios e um dos mais respeitados biologistas moleculares do país. “Aqui é que nossos cientistas as colocam para trabalhar no mundo real.” Os testes da Amyris hoje acontecem em tanques de 6 000 litros e também de 60 000 litros. A operação na usina Boa Vista deverá ter quatro tanques de 600 000 litros cada um e deve começar no ano que vem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto parte dos pesquisadores cuida dos detalhes da produção, outros profissionais trabalham para que o diesel verde da Amyris seja aprovado pela ANP. Nos Estados Unidos, uma mistura de 20% dele ao diesel convencional já passou pelo crivo da poderosa agência de proteção ambiental americana (EPA, na sigla em inglês). Aqui, a última prova de fogo do combustível começa em fevereiro, quando seis ônibus da frota da cidade de São Paulo testarão nas ruas o desempenho de uma mistura de uma parte de diesel de açúcar e nove partes do combustível comum. Esse novo combustível tem uma grande vantagem: ao contrário do etanol, ele não exige modificações nos veículos nem na infraestrutura de distribuição atuais. O plano dos executivos da Amyris, porém, é que, num primeiro momento, as usinas parceiras que estão investindo na tecnologia produzam menos o diesel verde e mais outras especialidades químicas, que têm preços mais atraentes. “Quanto mais elaborado o produto, maior a margem que dividiremos com as usinas”, afirma Collier. Assim como uma refinaria tradicional, as usinas poderão potencialmente transformar a garapa em uma vasta gama de opções, que irão muito além do açúcar e do etanol de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testes já vêm sendo realizados há mais de dois anos, mas é claro que ainda existem obstáculos a superar. Há competidores dentro e fora do Brasil buscando a produção de combustíveis de segunda geração usando métodos diferentes. Como em todo negócio baseado em tecnologias de ponta, a Amyris pode ficar para trás na corrida. Um exemplo da crescente procura pela cana-de-açúcar brasileira foi a joint venture recém-anunciada pela gigante Shell com a Cosan, maior grupo sucroalcooleiro do país. Entre outros interesses, a Shell quer ter acesso à matéria-prima vegetal do país para avançar em suas pesquisas na area de novos combustíveis. John Melo, presidente mundial da Amyris, mantém o mesmo nível de otimismo demonstrado quando visitou usinas brasileiras pela primeira vez, quase três anos atrás. O que na época parecia um sonho distante e improvável — produzir gasolina e diesel de açúcar —, hoje está cada vez mais perto da realidade. “Temos uma das melhores equipes de cientistas do mundo e fizemos grandes investimentos”, diz o português Melo. “Também tivemos muita sorte ao fazer algumas escolhas, como a de vir para o Brasil.” Se as biorrefinarias virarem realidade, o país também poderá dizer que teve a sorte de ser escolhido pela Amyris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: revista Exame&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6293002814344326422?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6293002814344326422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/uma-usina-de-inovacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6293002814344326422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6293002814344326422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/uma-usina-de-inovacoes.html' title='Uma usina de inovações'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-176253537076232556</id><published>2010-02-18T15:35:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T15:36:34.308-08:00</updated><title type='text'>EUA investirá em asfalto solar</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Departamento de Transportes dos EUA anunciou que pretende substituir o asfalto comum das rodovias do país por painéis solares, para reduzir o uso do petróleo e, ainda, produzir energia limpa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os raios de Sol que fazem ferver o asfalto das estradas agora podem ter melhor serventia para os motoristas. O Departamento de Transportes dos EUA resolveu investir na criação de painéis solares para substituir a pavimentação das rodovias do país. Além de diminuir o consumo de petróleo, os painéis (de 4m2) concebidos pela empresa Solar Roadways são feitos de material reciclado (vidro, plástico e borracha) e células solares que captam a luz do Sol e a transformam em energia para – literalmente – iluminar a pista. Com luzes de led embutidas (como o protótipo acima), eles vão funcionar como um sistema inteligente para indicar as faixas de sinalização e até alertas sobre o que o motorista deve encontrar à frente – se há obras, curvas acentuadas ou as condições das estradas. “A energia captada fica armazenada por bastante tempo nas células e ajuda a derreter as camadas de neve que se formam sobre as estradas em dias de frio intenso”, afirma Scott Brusaw, criador do projeto. Os painéis ainda estão sendo testados, mas, se tiverem bons resultados, a ideia é substituir todas as vias americanas pelo “asfalto solar”. “Como cada painel produz cerca de 7 kW de energia por hora, se cobrirmos todo o nosso sistema viário, podemos suprir a necessidade energética de todos os Estados Unidos sem depender de outras fontes de energia nem causar impacto no planeta”, diz Brusaw. Sem dúvida, é mesmo um ótimo caminho para seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link do texto: &lt;br /&gt;Solar Roadways&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os raios de Sol que fazem ferver o asfalto das estradas agora podem ter melhor serventia para os motoristas. O Departamento de Transportes dos EUA resolveu investir na criação de painéis solares para substituir a pavimentação das rodovias do país. Além de diminuir o consumo de petróleo, os painéis (de 4m2) concebidos pela empresa Solar Roadways são feitos de material reciclado (vidro, plástico e borracha) e células solares que captam a luz do Sol e a transformam em energia para – literalmente – iluminar a pista. Com luzes de led embutidas (como o protótipo acima), eles vão funcionar como um sistema inteligente para indicar as faixas de sinalização e até alertas sobre o que o motorista deve encontrar à frente – se há obras, curvas acentuadas ou as condições das estradas. “A energia captada fica armazenada por bastante tempo nas células e ajuda a derreter as camadas de neve que se formam sobre as estradas em dias de frio intenso”, afirma Scott Brusaw, criador do projeto. Os painéis ainda estão sendo testados, mas, se tiverem bons resultados, a ideia é substituir todas as vias americanas pelo “asfalto solar”. “Como cada painel produz cerca de 7 kW de energia por hora, se cobrirmos todo o nosso sistema viário, podemos suprir a necessidade energética de todos os Estados Unidos sem depender de outras fontes de energia nem causar impacto no planeta”, diz Brusaw. Sem dúvida, é mesmo um ótimo caminho para seguir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-176253537076232556?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/176253537076232556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/eua-investira-em-asfalto-solar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/176253537076232556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/176253537076232556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/eua-investira-em-asfalto-solar.html' title='EUA investirá em asfalto solar'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6323147287024692324</id><published>2010-02-04T12:25:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T12:31:36.448-08:00</updated><title type='text'>‘Plano B’ para o setor energético</title><content type='html'>&lt;em&gt;Estudo feito por especialistas da Unicamp para a organização não-governamental &lt;br /&gt;WWF-Brasil mostra que modelo é ambientalmente sustentável e mais barato&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil dispõe de um caminho alternativo ao escolhido pelo governo federal para garantir o suprimento de energia elétrica necessário ao seu desenvolvimento. Além de tecnicamente viável, a nova estratégia apresenta várias vantagens sobre a proposta original, sendo que duas delas se destacam: é ambientalmente sustentável e mais barato. As constatações são de um estudo encomendado pela organização não-governamental WWF-Brasil, cuja coordenação coube a pesquisadores da Unicamp. Conforme as projeções feitas pelos cientistas, que traçaram um cenário até 2020, caso opte por esse “plano B”, o país pode economizar R$ 33 bilhões em investimentos, gerar 8 milhões de empregos e estabilizar as emissões de gases causadores de efeito estufa relacionadas com o setor. Para isso, porém, será preciso lançar mão de programas de conservação energética e dobrar o uso de fontes renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;País poderia economizar R$ 33 bi em investimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denominado “Agenda Elétrica Sustentável 2020”, o estudo foi desenvolvido durante seis meses. A apresentação à sociedade ocorreu em Brasília, em setembro de 2006. Desde então, as propostas contidas no documento vêm sendo debatidas em alguns âmbitos. “Penso que esta é a maior contribuição da Agenda, ou seja, fomentar o debate mais geral em torno das opções que o Brasil tem para assegurar a energia elétrica necessária ao seu desenvolvimento”, analisa Gilberto De Martino Jannuzzi, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Unicamp e coordenador dos trabalhos. De acordo com ele, os pesquisadores utilizaram dados semelhantes aos considerados pelo governo federal para projetar o crescimento da demanda elétrica brasileira no período de 2004 a 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, foi possível estabelecer dois cenários distintos para comparação, classificados de “Tendencial” e “Sustentável”. No desenho feito pelo governo federal, que corresponde ao primeiro caso, o Brasil precisaria contar, no período tomado para análise, com uma capacidade instalada para geração de energia da ordem de 204 mil megawatts (MW), o que representa um crescimento anual de 5%. Na estimativa contida no estudo encomendado pela WWF-Brasil, a capacidade total cairia para 126 mil MW, que equivale a uma evolução de 2% ao ano. A menor oferta, apontam os pesquisadores, seria compensada por medidas de eficiência energética, que incluem melhores tecnologias e uso mais racional da eletricidade. Umas das conseqüências do modelo alternativo seria o adiamento da construção de grandes usinas hidrelétricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, a Agenda Elétrica Sustentável 2020 propõe a ampliação das fontes renováveis em substituição aos combustíveis fósseis utilizados para gerar eletricidade. Estes, segundo o Cenário Tendencial, passariam de 19% da capacidade instalada em 2004 para 24% em 2020. “Entretanto, com o aumento progressivo das fontes renováveis, entre elas a biomassa, a energia eólica e a energia solar, seria possível reduzir a participação dos combustíveis fósseis no setor elétrico para algo em torno de 14% do total da capacidade instalada projetada e estabilizar as emissões de gases estufa ao nível de 2004, ano base do estudo”, afirma Jannuzzi. O coordenador do estudo destaca que as medidas contidas no Cenário Sustentável exigirão investimentos menores que os previstos no modelo concebido pelo governo federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia – Pelos cálculos dos pesquisadores, a adoção do plano alternativo acarretaria uma economia de 12% nos gastos previstos para gerar, transmitir e distribuir energia elétrica até 2020, o que representa cerca de R$ 33 bilhões. “Por meio da redução do desperdício de energia e do aumento da participação das fontes renováveis, seria possível evitar a implantação de aproximadamente 78 megawatts no sistema elétrico nacional, o que corresponde a 60 usinas de Angra 3 ou a seis usinas com a capacidade de Itaipu”, compara Jannuzzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, afirma o professor da Unicamp, a Agenda Elétrica Sustentável 2020 elenca nove medidas imprescindíveis ao sucesso das propostas (veja detalhes nesta página). São elas: a) realização de leilões de eficiência energética; b) estabelecimento de padrões de eficiência energética; c) realização de licitações tecnológicas; d) definição de metas para investimentos em eficiência, e) implementação do Programa Nacional de Geração Distribuída; f) implementação de uma segunda etapa do Programa de  Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa 2); g) criação do Programa Nacional para a Energia Solar Térmica; h) redução dos subsídios para as fontes convencionais de energia; e i) disseminação constante da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, o professor Jannuzzi avalia a Agenda Elétrica Sustentável 2020 como “um tanto otimista”, levando em conta a velocidade de implantação das medidas propostas. No entanto, reconhece que ela é exeqüível do ponto de vista técnico, econômico e ambiental. “Para que as medidas sugeridas possam ser adotadas será necessário, porém, que o governo federal assuma e exerça forte liderança dessa iniciativa, de modo a viabilizar as soluções. É preciso, entre outras ações, definir novos marcos legais e regulatórios, bem como aprimorar os mecanismos de gestão e de iniciativas para transformar o mercado de energia. Infelizmente, o país tem tido uma experiência modesta nessas áreas”, avalia o docente da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que foi divulgado, o estudo encomendado pela WWF-Brasil mereceu elogios e críticas. O secretário-executivo do ministério de Minas e Energia, Nelson Hubner, afirmou na oportunidade que o documento tinha o mérito de abrir o debate sobre o setor elétrico. O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Cláudio Langone, considerou o relatório fundamental para desfazer certos mitos. “Atualmente, muitas pessoas dizem que haverá apagão e que o responsável é o setor ambiental. Não aceitamos ser os bodes expiatórios”, disse na ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as críticas mais pesadas ao estudo partiram do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. “Acreditar que é possível crescer sem construir novas usinas é uma utopia que levará o país ao não-desenvolvimento. São estudos perigosos para o país. Nós não podemos iludir a população brasileira”, disparou. De acordo com o professor Jannuzzi, ao contrário do que apontou Tolmasquim, a Agenda Elétrica Sustentável 2020 não é uma peça de ficção e foi elaborada com base em indicadores empregados pelo próprio governo. Seu objetivo foi subsidiar novos atores – a sociedade civil – para que possam participar de um debate usualmente restrito e dominado por alguns setores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As medidas sugeridas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leilões de eficiência energética&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Leilões de eficiência energética devem ser implementados, ou seja, deve-se determinar uma certa quantidade de energia a ser conservada (e/ou a potência retirada) e a sua respectiva comercialização, que poderá ser feita através de órgão independente ou agência de governo, por exemplo. Essa é uma maneira alternativa de se viabilizar, através de agentes de mercado, a consecução de medidas que poupem energia nos setores de oferta e usos finais. Referente aos usos finais, permitirá o desenvolvimento de companhias de serviços de eficiência energética, em relação ao setor de oferta, alavancará a recuperação de usinas hidrelétricas mais antigas através de repotenciação. Estas medidas de eficiência terão um potencial de cerca de 290 TWh em 2020 a um custo inferior ao da tarifa que seria praticada naquele ano. Ademais, deve se considerar que os leilões poderão atrair agentes do mercado para viabilizar, pelo menos, 15% desse potencial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padrões de eficiência energética&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Lei de Eficiência Energética deve ter sua implementação priorizada, por meio de aprovação acelerada de padrões de desempenho energético para equipamentos com índices mais agressivos de redução de consumo. Em complementação aos padrões de desempenho para os equipamentos, é preciso promover tecnologias e processos mais eficientes em toda a cadeia produtiva. Portanto, o governo deve aprovar patamares de eficiência energética para todos os setores produtivos, priorizando os setores energointensivos, iniciando pelos segmentos mais ineficientes e com maior potencial de redução. A implementação dos patamares deve ser viabilizada a princípio com incentivos, e posteriormente com multas ou punições, caso o patamar não seja atingido. Além disso, padrões técnicos mandatórios e aplicação de recursos de Pesquisa &amp; Desenvolvimento deverão fazer parte de políticas dirigidas para redução de perdas técnicas de transmissão e distribuição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Licitações tecnológicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O setor público representa cerca de 10% do consumo total de eletricidade. Estas agências têm a possibilidade de especificar padrões de desempenho que, por sua vez, estimularão fabricantes a desenvolver e oferecer o produto para atender a essa demanda. Esse tipo de iniciativa é importante principalmente quando está relacionada com novas tecnologias ainda não introduzidas em escala significativa no mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metas para investimentos em eficiência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos compulsórios das empresas de eletricidade em seus programas de eficiência energética e Pesquisa &amp; Desenvolvimento, além do Fundo Setorial de Energia (CTEnerg), estimados em cerca de R$ 400 milhões/ano, precisam ser melhor coordenados para garantir a maximização de benefícios sociais. Portanto, é necessário definir metas para os resultados de investimentos em eficiência, melhorar a capacidade de monitoramento, verificação e avaliação de resultados em termos de MWh conservados e MW evitados que são obtidos através da aplicação desses recursos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programa nacional de geração distribuída&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O governo deverá implementar um Programa Nacional de Geração Distribuída, por meio do qual estejam previstos incentivos estáveis, transparentes e que permitam o aproveitamento do potencial destas tecnologias. Considerando o grande potencial da co-geração a partir da cana-de-açúcar, critérios e metodologias de valoração, utilizados no âmbito dos leilões de energia nova, deverão estar inclusos nos processos de audiências públicas prévias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Programa de inventivo às fontes alternativas de energia elétrica – segunda fase (Proinfa II)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O anúncio e implementação de uma segunda fase do Proinfa tem como objetivo garantir 10% da produção de eletricidade a partir de fontes renováveis, até 2010, e chegar a 20% em 2020. O funcionamento do programa de forma menos burocrática, mais transparente e adaptado às necessidades dos produtores das energias renováveis seria um grande ganho para esta segunda fase. É essencial que se garantam incentivos econômicos para este programa, juntamente com o Programa Nacional de Geração Distribuída, onde poderão ser alocados parte dos recursos economizados com a geração evitada de eletricidade, através dos Programas de Eficiência Energética, de modo a não transferir aumento de tarifas aos consumidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programa nacional para a energia solar térmica (Prosolter)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para aproveitar de maneira efetiva o grande potencial da energia solar térmica no Brasil, é necessário um programa nacional para essa fonte de energia limpa e barata. Tal programa deve incluir metas de desenvolvimento, oferta de incentivos para o financiamento aos consumidores finais e incentivos fiscais, como por exemplo, redução de impostos. As populações de baixa renda podem ser especialmente beneficiadas através de tais medidas. É essencial que se destaque a necessidade de obrigações de instalação em novos edifícios. Cerca de 9% do total das economias de energia do cenário Elétrico Sustentável são decorrentes da implantação de um programa nacional para atingir quase um terço dos domicílios do país em 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redução dos subsídios para as fontes convencionais de energia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os subsídios aos combustíveis fósseis favorecem o desperdício de eletricidade e dificultam a inserção de fontes renováveis na matriz elétrica do país. É necessária uma redução e eventual eliminação de tais subsídios, como, por exemplo, a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) que distorce o mercado em favor de combustíveis fósseis como carvão e diesel. Entretanto, deverá haver um tratamento diferenciado entre a utilização dos recursos da CCC para o sistema interligado e sistemas isolados. Para o ano de 2006, mais de R$ 4,5 bilhões serão gastos com a CCC, 10 vezes mais que o valor dos investimentos compulsórios das empresas de eletricidade em programas de eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disseminação constante de informação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Embora o país tenha desenvolvido programas de informação, seja através do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), do Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet) e das próprias companhias de energia, é necessário manter continuidade e regularidade na disseminação de informações atualizadas sobre tecnologias de energia e maneiras mais eficientes de sua utilização. Ainda existem barreiras significativas, em especial para difusão de tecnologias de usos térmicos de energia solar, nos setores residencial, industrial e em edifícios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:ttp://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/agosto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6323147287024692324?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6323147287024692324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/plano-b-para-o-setor-energetico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6323147287024692324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6323147287024692324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/plano-b-para-o-setor-energetico.html' title='‘Plano B’ para o setor energético'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3298691691470734463</id><published>2010-02-04T12:15:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T12:25:31.379-08:00</updated><title type='text'>Planejamento integrado de recursos energéticos: meio ambiente, conservação de energia e fontes renováveis</title><content type='html'>Excelente livro:&lt;br /&gt;http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&amp;lr=lang_pt&amp;id=N7jzhXBFgeoC&amp;oi=fnd&amp;pg=PA1&amp;dq=energias+renovaveis&amp;ots=s5jbZQnBaz&amp;sig=4Y98-r0Do8QehARTncF9bdsMWcM#v=onepage&amp;q=&amp;f=false&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto De Martino Jannuzzi e Joel Swisher reúnem neste livro informações para estudantes de pós-graduação e técnicos da área de energia para que possam realizar seus próprios cálculos e analisar custo-benefício de medi- das de conservação e comparar com os custos de energia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3298691691470734463?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3298691691470734463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/planejamento-integrado-de-recursos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3298691691470734463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3298691691470734463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/planejamento-integrado-de-recursos.html' title='Planejamento integrado de recursos energéticos: meio ambiente, conservação de energia e fontes renováveis'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-1698670599205019819</id><published>2010-02-04T10:36:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T10:37:37.269-08:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade Corporativa</title><content type='html'>Os impactos da crise global na agenda de sustentabilidade corporativa: um estudo de empresas líderes brasileiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FBDS divulga estudo com 25 empresas de dez setores do Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas de dez setores - Energia, Serviços Financeiros, Petroquímica, Agronegócios, Papel e Celulose, Aviação, Cosméticos, Telecomunicações, Varejo, Siderurgia e Mineração - participaram do estudo, por meio de entrevistas e questionários, aplicados a executivos e gestores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FBDS convidou 45 empresas, das quais aceitaram 25, que atendiam a um dos critérios: Integrar a carteira do ISE Bovespa 2008; Estar entre as 20 empresas do Guia Exame de Sustentabilidade 2008; Pertencer à lista dos Top 10 da pesquisa Rumo à Credibilidade (FBDS e SustainAbility, 2008). Das 25 empresas, 40% são do setor de energia e 13% de serviços financeiros, ambos sob forte regulação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, a crise global teve impactos reduzidos na agenda da sustentabilidade, mas para Clarissa Lins deve-se levar em conta a amostra analisada. "Há nestas empresas um compromisso com a gestão para a sustentabilidade, suportado em políticas corporativas e processos bem definidos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a agenda de sustentabilidade ajudou as empresas em período de crise &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais da metade dos executivos entrevistados afirmou que a agenda da sustentabilidade ajudou as empresas a enfrentarem os efeitos da crise. Neste contexto, as empresas perceberam valor nas práticas de engajamento, interno ou externo, como forma válida para enfrentar o momento de crise. Com efeito, 43% das respondentes apontaram o engajamento como a prática que mais contribuiu para a harmonia neste período, seja pelo fato dos stakeholders ficarem mais bem informados sobre as decisões e os rumos da empresa, seja pela credibilidade gerada por uma postura de diálogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafios para o avanço da agenda em tempos de crise e o pós-crise &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cinco principais desafios mencionados pelos executivos para que a agenda da sustentabilidade permaneça no topo das prioridades foram: a disseminação permanente do conceito de sustentabilidade, o engajamento da cadeia de valor, o papel da regulamentação, o desenvolvimento de novas tecnologias e a incorporação da sustentabilidade no dia-a-dia dos negócios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há indícios de que estas empresas não vêem a crise como causadora de grandes rupturas de comportamento. Todavia, há um sentimento geral de que fatores como transparência e prestação de contas geram valor neste cenário e reforçam os laços com as diversas partes interessadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As apostas para o período pós-crise repousam em eficiência produtiva, energética e em investimentos em energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.fbds.org.br/fbds/article.php3?id_article=858&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-1698670599205019819?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/1698670599205019819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/sustentabilidade-corporativa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1698670599205019819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/1698670599205019819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/sustentabilidade-corporativa.html' title='Sustentabilidade Corporativa'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-8330067069137919431</id><published>2010-02-04T10:28:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T10:30:30.733-08:00</updated><title type='text'>Objetivos de Desenvolvimento do Milênio</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S2sSNxFf-PI/AAAAAAAAAZs/EIFsvYQHYEE/s1600-h/13663.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 314px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S2sSNxFf-PI/AAAAAAAAAZs/EIFsvYQHYEE/s320/13663.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434457403076638962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), um conjunto de 8 macro-objetivos a serem atingidos pelos países até o ano de 2015.&lt;br /&gt;Para isso, foram definidos 48 indicadores, englobados por 18 metas que compõem os 8 Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, que são: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Erradicar a extrema pobreza e a fome; &lt;br /&gt;2- Atingir o ensino básico universal; &lt;br /&gt;3- Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres; &lt;br /&gt;4- Reduzir a mortalidade infantil; &lt;br /&gt;5- Melhorar a saúde materna; &lt;br /&gt;6- Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças; &lt;br /&gt;7- Garantir a sustentabilidade ambiental; &lt;br /&gt;8- Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio surgiram em 2000, quando os chefes-de-estado e de governo dos 191 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) assinaram a Declaração do Milênio. O documento ressalta os valores da igualdade, solidariedade, liberdade, tolerância, responsabilidade comum e respeito à natureza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-8330067069137919431?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/8330067069137919431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8330067069137919431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8330067069137919431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio.html' title='Objetivos de Desenvolvimento do Milênio'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S2sSNxFf-PI/AAAAAAAAAZs/EIFsvYQHYEE/s72-c/13663.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-4926814673114432977</id><published>2010-02-04T10:24:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T10:25:40.948-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S2sRGYFIl6I/AAAAAAAAAZk/a0pQTPCo3p0/s1600-h/renovaveis.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 301px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S2sRGYFIl6I/AAAAAAAAAZk/a0pQTPCo3p0/s320/renovaveis.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434456176593508258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-4926814673114432977?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/4926814673114432977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4926814673114432977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/4926814673114432977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S2sRGYFIl6I/AAAAAAAAAZk/a0pQTPCo3p0/s72-c/renovaveis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-466921334760519652</id><published>2010-01-27T09:49:00.001-08:00</published><updated>2010-01-27T09:49:20.826-08:00</updated><title type='text'>Mostra de Tecnologias Sustentáveis</title><content type='html'>Fonte: Portal EcoDesenvolvimento.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua terceira edição, a Mostra de Tecnologias Sustentáveis, promovida pelo Instituto Ethos, irá reunir tecnologias sustentáveis com alto potencial e viabilidade de implantação. Despertando o interesse das pessoas por boas iniciativas, o evento receberá desde novas metodologias, técnicas e sistemas até processos e equipamentos desenvolvidos visando o desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;Organizações e interessados em inscreverem seus projetos podem acessar o site do instituto e se cadastrar gratuitamente. A quantidade de tecnologias a serem divulgadas por cada pessoa não tem limite, a única exigência é que a tecnologia inscrita ofereça solução para determinada variável crítica da sustentabilidade e esteja classificada em uma ou mais das seguintes categorias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tecnologias Verdes – que se concentram no uso racional de recursos naturais, água e energia, na valorização da biodiversidade, na redução ou reaproveitamento de resíduos e na mitigação das emissões de carbono;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tecnologias Inclusivas – que privilegiam a inclusão econômica, a valorização da equidade, a acessibilidade, a sociodiversidade, o combate à pobreza, a valorização do conhecimento tradicional e o acesso e garantia aos direitos e políticas públicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tecnologias Responsáveis – que focalizam a integridade, o combate à corrupção e a transparência, bem como o controle social dos agentes públicos e econômicos e o trabalho decente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralela à Conferência Internacional – Empresas e Responsabilidade Social, que será realizada entre os dias 11 e 14 de maio de 2010, no Hotel Transamérica, em São Paulo, a mostra tem a intenção de promover a interação entre diferentes tecnologias que podem ajudar a mudar o cenário atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler o regulamento e efetuar a inscrição de sua tecnologia, acesse o site ou entre em contato através do email mostra@ethos.org.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações sobre Sustentabilidade: http://www.ecodesenvolvimento.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-466921334760519652?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/466921334760519652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/mostra-de-tecnologias-sustentaveis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/466921334760519652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/466921334760519652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/mostra-de-tecnologias-sustentaveis.html' title='Mostra de Tecnologias Sustentáveis'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-7650178703124279403</id><published>2010-01-27T09:12:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T09:15:24.846-08:00</updated><title type='text'>Pesquisador prevê iniciar em 2012 produção industrial de painéis fotovoltaicos no Brasil</title><content type='html'>O engenheiro Adriano Moehlecke da PUC-RS, que desenvolveu módulos fotovoltaicos com padrão de eficiência próximo aos melhores do mundo, prevê para 2012 o início da fabricação dessa tecnologia em escala industrial no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de pesquisadores da PUC-RS que desenvolveu a tecnologia para produção em escala de módulos fotovoltaicos agora trabalha na elaboração do plano de negócios da primeira indústria nacional no segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desenvolvemos células de alta eficiência de conversão (17%) em escala laboratorial, com redução dos custos de produção”, afirma Moehlecke. “A eficiência das nossas celulas industrializadas atingiu 15,4%. A média mundial é de 14%. A melhor do mundo está em torno de 16%”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Moehlecke, a pergunta que ficou (desde quando iniciou a pesquisa em 2002)foi se a tecnologia era viável em produção industrial. Então, os governos federal e estadual por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Petrobras, Eletrosul e a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) financiaram o projeto para criação de uma mini-fábrica de produção das células solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do final de 2004, foi iniciado o projeto para implantação da planta-piloto pré-industrial, cujo objetivo era verificar a viabilidade técnica e econômica da produção industrial. Foram investidos R$6 milhões durante os 5 anos do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No final de 2009, entregamos os 200 módulos fotovoltaicos que produzimos ali para a Eletrosul, Petrobras, e CEEE”, disse Moehlecke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, concluída a avaliação de viabilidade, o grupo está trabalhando na elaboração de um plano de negócios, exigência que está sendo bancada por investidores como CEEE e Eletrosul. A expectativa é que o plano esteja pronto até o final do primeiro semestre de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No segundo semestre de 2010 negociaremos com os investidores. Acreditamos que esta fábrica esteja funcionando em dois anos e que serão necessários R$50 milhões para levantar a planta indústrial, com a qual prevemos produzir 10 megawatt ao ano”, disse Moehlecke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da abundância do sol, no Brasil essa forma de produção de energia elétrica ainda é pouco usada. Segundo Moehlecke, o mercado internacional de energia solar vem crescendo a uma taxa de 80% ao ano, motivada pelos problemas ambientais atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma casa utiliza em média nove metros quadrados de módulos fotovoltaicos que produzem cerca de 130 kwatt/hora de energia por mês, dados para a região sul do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A média do consumo de energia elétrica pelo gaúcho é de 160 kwatt/hora por mês. Na conta nós pagamos R$0,45 por kwatt hora”, disse Moehlecke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o modulo só operara durante o dia, o professor sugere duas aplicações: uma na qual baterias acumulam energia durante o dia para serem utilizadas à noite e outra com ligação à rede pública com a qual haveria trocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vende-se à companhia elétrica o que se produz durante o dia e não é utilizado e durante a noite compra-se da companhia elétrica o necessário. Na Europa, Japão e alguns estados dos EUA isso já acontece. O Brasil ainda não tem regulamentação para isso”, disse. Com isso o consumidor poderá se transformar em vendedor de energia elétrica utilizando os telhados das casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A partir do momento que você produz a energia que consome você deixa de utilizar energia de fontes emissoras de CO2”, disse o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moehlecke explica que no Brasil o custo dos painéis fotovoltaicos é alto porque o produto é importado, sofre com a grande carga de impostos e com atravessadores que estão entre indústria e consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador ainda não sabe precisar o preço final dos módulos, o que deve ser definido pelo plano de negócios. Segundo ele, se o sistema brasileiro fosse comercializado na Europa, custaria cerca de R$15 mil para o consumidor final. A garantia de fábrica será de 25 anos, ou seja, durante um quarto de século o potencial do equipamento não será menor do que o indicada no momento da compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os materiais utilizados para a fabricação do módulo estão o silício, pasta de prata e alumínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte da matéria-prima é encontrada no Brasil e embora o país seja um dos maiores produtores de silício do mundo, ainda não o produz com a qualidade exigida para fazer as células. Isso faz com que importemos o material que responde por até 40% do valor final dos módulos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-7650178703124279403?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/7650178703124279403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/pesquisador-preve-iniciar-em-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7650178703124279403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7650178703124279403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/pesquisador-preve-iniciar-em-2012.html' title='Pesquisador prevê iniciar em 2012 produção industrial de painéis fotovoltaicos no Brasil'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3929199771720198157</id><published>2010-01-26T11:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-26T11:08:29.856-08:00</updated><title type='text'>De vento em popa (sobre o leilão de energia eólica no Brasil)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O mais recente leilão de energia ocorrido no país mostra que o sistema de negociação criado para o setor está entre os mais desenvolvidos do mundo e começa a servir de &lt;br /&gt;exemplo a outros países&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S189kO3VZwI/AAAAAAAAAZc/ChvVT40X4UE/s1600-h/eolica_b2b36eef2dab3340574a86a743cbd70a.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S189kO3VZwI/AAAAAAAAAZc/ChvVT40X4UE/s320/eolica_b2b36eef2dab3340574a86a743cbd70a.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431127368306878210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista Exame – 30/12/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exatos cinco anos, o Brasil inaugurava, de modo cinematográfico, um novo sistema de negociação de energia elétrica. Na ocasião, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, uma espécie de bolsa privada de negócios designada para realizar as transações do setor, montou uma operação de segurança máxima para promover o primeiro leilão de energia do país. Os participantes da disputa - os principais executivos das empresas de geração -- foram isolados em suítes de um hotel da capital paulista. Antes de ingressar, todos tiveram de passar por detectores de metal para impedir a entrada de celulares, canetas, alianças ou qualquer objeto que pudesse ocultar transmissores ou receptores de sons, imagens ou dados. Dentro dos quartos, submetidos a uma varredura minuciosa, apenas mesas, cadeiras, computadores previamente vistoriados e um telefone que só se conectava com a central de apoio da CCEE. Uma vez na suíte, ninguém entrava ou saía antes do término do leilão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de tantas restrições era evitar o vazamento de informação. O maior receio do governo - que havia recém-aprovado em lei o novo modelo de negociação - era que os concorrentes conseguissem combinar preços, o que colocaria por terra todo o aparato pró-competição que se tentava criar na época. Há poucos dias, o 28o leilão de energia realizado no país, exclusivamente para usinas eólicas, contou com um aparato de segurança bem mais modesto. Cada empresa se reuniu onde bem entendeu e participou da negociação pela internet. A redução da segurança, no entanto, não diminuiu o nível de competição - nem de estresse - do evento. "A maior prova de que o leilão cumpriu seu papel foi o número de participantes e o preço final da energia", afirma Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, centro de estudos de energia elétrica. Inicialmente, 341 projetos de usinas foram inscritos, embora o número de participantes que efetivamente entraram na negociação seja mantido em sigilo. Sabe-se que 71 usinas saíram vencedoras. Essas usinas ainda não existem -- por enquanto são apenas projetos que terão de ser instalados até 2012 nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Rio Grande do Sul e Sergipe para então produzir energia a partir do vento. No quesito preço, o leilão registrou o maior deságio médio de todos os realizados até agora, 21,5%. Em vez dos 189 reais por megawatt-hora médio estabelecidos como teto pelo Ministério de Minas e Energia, os contratos foram fechados por 148 reais, em média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços, que surpreenderam todo o setor, foram alcançados ao final de quase 8 horas de negociações. A CCEE funciona como uma bolsa que reúne produtores de energia (as geradoras) e consumidores (as distribuidoras, que vendem energia ao cidadão comum e às empresas). Na verdade, as distribuidoras não participam diretamente do leilão -- elas informam previamente ao governo quanto de energia precisarão no futuro, e a CCEE usa essa informação para executar a comercialização. Na hora do leilão, a CCEE busca baixar o preço até o limite em que a oferta cubra a demanda. Na prática, um sistema informatizado comanda o leilão e desconta, a cada lance, um percentual fixo do preço definido como máximo. A cada redução, os participantes são indagados pelo sistema se aceitam ou não vender a energia ofertada naquele valor. Assim que todos respondem, o sistema elimina os que declinaram e verifica se a quantidade de energia ofertada atende ao volume que se pretende comprar. Enquanto a oferta permanece maior que demanda, o sistema continua baixando o preço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reduções continuam até o ponto em que a oferta seja menor que a demanda. Aí, o jogo é invertido e os participantes chegam ao ápice do estresse. O sistema volta ao preço da rodada anterior e avisa aos participantes que eles têm 5 minutos para dar o último lance, o que significa oferecer o preço mínimo a que se propõem vender cada megawatt. Esse momento ocorreu após 75 exaustivas rodadas de descontos, que derrubaram o preço do megawatt-hora médio dos 189 reais iniciais para 155,15. "Foi uma tensão brutal, porque ninguém quer dar um preço muito baixo, mas também não quer ficar de fora", afirma Lucas Pescarmona, diretor do grupo argentino Impsa, que atua há 30 anos no Brasil. Ficar de fora, no caso da Impsa, significaria deixar de ganhar muito dinheiro, cerca de 100 milhões de reais anuais durante 20 anos. Para começar a receber esse dinheiro, a Impsa terá de construir até 2012 as oito usinas eólicas com as quais concorreu no leilão. Juntas, elas terão 211 megawatts de potência instalada. O investimento necessário para a construção dos parques, todos no Nordeste, será de 1,2 bilhão de reais. Outras empresas vencedoras foram Eletrosul, CPFL e Renova Energia, controlada pelo Fundo InfraBrasil, administrado pelo Santander. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho para participar de um leilão desse tipo começa muito antes da divulgação do edital. Na Impsa, começou há três anos e já custou 25 milhões de reais. Nesse período, a empresa alugou diferentes áreas no Ceará e no Rio Grande do Norte, onde instalou torres para medir os ventos e contratou consultorias especializadas nesse tipo de medição e também em licenciamento ambiental -- uma das regras do leilão é que só podem concorrer projetos já previamente licenciados pelos governos estaduais. Todo esse trabalho é o que permite definir o limite mínimo de preço aceitável durante a negociação. Os estudos de capacidade de produção e a engenharia financeira têm de ser rigorosos, pois qualquer erro pode implicar prejuízo. "De um lado, o leilão oferece contratos de longo prazo, o que é ótimo para os empreendedores. De outro, estabelece multas pesadas a quem não cumprir o acordo", afirma Wilson Ferreira Júnior, presidente da CPFL. Para participar do leilão, todas as competidoras tiveram de depositar uma garantia em dinheiro -- 100 milhões de reais, no caso da CPFL. "Esse tipo de regra impõe disciplina ao setor e evita a entrada de aventureiros", diz Ferreira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de comercialização de energia por meio de leilões já é usado há décadas em países desenvolvidos. O sistema inglês, do início dos anos 80, é reconhecido por muitos especialistas como um dos mais avançados do mundo. Na Inglaterra, o governo não precisa interferir nos leilões -- as próprias empresas e os consumidores entram em acordo. "Por aqui, os leilões ainda são recentes, mas têm demonstrado uma evolução significativa, particularmente pelo número de investidores atraídos", afirma Virgínia Parente, professora do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo. De acordo com Mario Veiga, consultor da PSR, uma consultoria especializada no setor, o mais importante é que o governo atua na organização do processo, mas não compra nem vende nada. "O papel do governo é coletar a demanda das distribuidoras, programar os leilões e manter a demanda total em segredo até o final. O fato de ninguém saber quanto será comprado aumenta a competição entre as geradoras", diz Veiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo de comercialização brasileiro já despertou interesse em vários países. A CCEE e a Aneel já foram visitadas por diversas delegações estrangeiras de países como Colômbia, Costa Rica, Coreia do Sul, China e Tailândia. A Paradigma, empresa catarinense que desenvolveu o sistema de TI dos leilões, foi responsável pela operação do primeiro leilão eletrônico da Colômbia, meses atrás. Atualmente, está desenvolvendo o sistema para a maior empresa portuguesa de energia, a Galp, que comercializará eletricidade e petróleo nas bolsas europeias. "O sucesso dos leilões por aqui abriu as portas para a internacionalização da nossa empresa", afirma Gerson Schmitt, presidente do conselho de administração da Paradigma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que os leilões brasileiros são tidos como um sucesso por quem mais importa -- os próprios investidores, que vão produzir a energia de que o país necessita. "Um dos pontos altos desse modelo de leilão é a transparência", afirma Enrique Pescarmona, presidente do grupo Impsa, que veio ao Brasil para acompanhar o leilão. "Não enxergamos maneiras de haver acordos por baixo da mesa, principalmente quando existem centenas de participantes na disputa." Em meio a blecautes por problemas em redes de transmissão, como o ocorrido em novembro, e ainda com a memória do desastroso racionamento de energia de 2001 e a ameaça que rondou 2008, não deixa de ser um alento que empresários e especialistas em energia afirmem que o país vem evoluindo no setor elétrico. Que continue assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exatos cinco anos, o Brasil inaugurava, de modo cinematográfico, um novo sistema de negociação de energia elétrica. Na ocasião, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, uma espécie de bolsa privada de negócios designada para realizar as transações do setor, montou uma operação de segurança máxima para promover o primeiro leilão de energia do país. Os participantes da disputa - os principais executivos das empresas de geração -- foram isolados em suítes de um hotel da capital paulista. Antes de ingressar, todos tiveram de passar por detectores de metal para impedir a entrada de celulares, canetas, alianças ou qualquer objeto que pudesse ocultar transmissores ou receptores de sons, imagens ou dados. Dentro dos quartos, submetidos a uma varredura minuciosa, apenas mesas, cadeiras, computadores previamente vistoriados e um telefone que só se conectava com a central de apoio da CCEE. Uma vez na suíte, ninguém entrava ou saía antes do término do leilão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de tantas restrições era evitar o vazamento de informação. O maior receio do governo - que havia recém-aprovado em lei o novo modelo de negociação - era que os concorrentes conseguissem combinar preços, o que colocaria por terra todo o aparato pró-competição que se tentava criar na época. Há poucos dias, o 28o leilão de energia realizado no país, exclusivamente para usinas eólicas, contou com um aparato de segurança bem mais modesto. Cada empresa se reuniu onde bem entendeu e participou da negociação pela internet. A redução da segurança, no entanto, não diminuiu o nível de competição - nem de estresse - do evento. "A maior prova de que o leilão cumpriu seu papel foi o número de participantes e o preço final da energia", afirma Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, centro de estudos de energia elétrica. Inicialmente, 341 projetos de usinas foram inscritos, embora o número de participantes que efetivamente entraram na negociação seja mantido em sigilo. Sabe-se que 71 usinas saíram vencedoras. Essas usinas ainda não existem -- por enquanto são apenas projetos que terão de ser instalados até 2012 nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Rio Grande do Sul e Sergipe para então produzir energia a partir do vento. No quesito preço, o leilão registrou o maior deságio médio de todos os realizados até agora, 21,5%. Em vez dos 189 reais por megawatt-hora médio estabelecidos como teto pelo Ministério de Minas e Energia, os contratos foram fechados por 148 reais, em média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços, que surpreenderam todo o setor, foram alcançados ao final de quase 8 horas de negociações. A CCEE funciona como uma bolsa que reúne produtores de energia (as geradoras) e consumidores (as distribuidoras, que vendem energia ao cidadão comum e às empresas). Na verdade, as distribuidoras não participam diretamente do leilão -- elas informam previamente ao governo quanto de energia precisarão no futuro, e a CCEE usa essa informação para executar a comercialização. Na hora do leilão, a CCEE busca baixar o preço até o limite em que a oferta cubra a demanda. Na prática, um sistema informatizado comanda o leilão e desconta, a cada lance, um percentual fixo do preço definido como máximo. A cada redução, os participantes são indagados pelo sistema se aceitam ou não vender a energia ofertada naquele valor. Assim que todos respondem, o sistema elimina os que declinaram e verifica se a quantidade de energia ofertada atende ao volume que se pretende comprar. Enquanto a oferta permanece maior que demanda, o sistema continua baixando o preço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reduções continuam até o ponto em que a oferta seja menor que a demanda. Aí, o jogo é invertido e os participantes chegam ao ápice do estresse. O sistema volta ao preço da rodada anterior e avisa aos participantes que eles têm 5 minutos para dar o último lance, o que significa oferecer o preço mínimo a que se propõem vender cada megawatt. Esse momento ocorreu após 75 exaustivas rodadas de descontos, que derrubaram o preço do megawatt-hora médio dos 189 reais iniciais para 155,15. "Foi uma tensão brutal, porque ninguém quer dar um preço muito baixo, mas também não quer ficar de fora", afirma Lucas Pescarmona, diretor do grupo argentino Impsa, que atua há 30 anos no Brasil. &lt;br /&gt;Ficar de fora, no caso da Impsa, significaria deixar de ganhar muito dinheiro, cerca de 100 milhões de reais anuais durante 20 anos. Para começar a receber esse dinheiro, a Impsa terá de construir até 2012 as oito usinas eólicas com as quais concorreu no leilão. Juntas, elas terão 211 megawatts de potência instalada. O investimento necessário para a construção dos parques, todos no Nordeste, será de 1,2 bilhão de reais. Outras empresas vencedoras foram Eletrosul, CPFL e Renova Energia, controlada pelo Fundo InfraBrasil, administrado pelo Santander. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho para participar de um leilão desse tipo começa muito antes da divulgação do edital. Na Impsa, começou há três anos e já custou 25 milhões de reais. Nesse período, a empresa alugou diferentes áreas no Ceará e no Rio Grande do Norte, onde instalou torres para medir os ventos e contratou consultorias especializadas nesse tipo de medição e também em licenciamento ambiental -- uma das regras do leilão é que só podem concorrer projetos já previamente licenciados pelos governos estaduais. Todo esse trabalho é o que permite definir o limite mínimo de preço aceitável durante a negociação. Os estudos de capacidade de produção e a engenharia financeira têm de ser rigorosos, pois qualquer erro pode implicar prejuízo. "De um lado, o leilão oferece contratos de longo prazo, o que é ótimo para os empreendedores. De outro, estabelece multas pesadas a quem não cumprir o acordo", afirma Wilson Ferreira Júnior, presidente da CPFL. Para participar do leilão, todas as competidoras tiveram de depositar uma garantia em dinheiro -- 100 milhões de reais, no caso da CPFL. "Esse tipo de regra impõe disciplina ao setor e evita a entrada de aventureiros", diz Ferreira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de comercialização de energia por meio de leilões já é usado há décadas em países desenvolvidos. O sistema inglês, do início dos anos 80, é reconhecido por muitos especialistas como um dos mais avançados do mundo. Na Inglaterra, o governo não precisa interferir nos leilões -- as próprias empresas e os consumidores entram em acordo. "Por aqui, os leilões ainda são recentes, mas têm demonstrado uma evolução significativa, particularmente pelo número de investidores atraídos", afirma Virgínia Parente, professora do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo. De acordo com Mario Veiga, consultor da PSR, uma consultoria especializada no setor, o mais importante é que o governo atua na organização do processo, mas não compra nem vende nada. "O papel do governo é coletar a demanda das distribuidoras, programar os leilões e manter a demanda total em segredo até o final. O fato de ninguém saber quanto será comprado aumenta a competição entre as geradoras", diz Veiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo de comercialização brasileiro já despertou interesse em vários países. A CCEE e a Aneel já foram visitadas por diversas delegações estrangeiras de países como Colômbia, Costa Rica, Coreia do Sul, China e Tailândia. A Paradigma, empresa catarinense que desenvolveu o sistema de TI dos leilões, foi responsável pela operação do primeiro leilão eletrônico da Colômbia, meses atrás. Atualmente, está desenvolvendo o sistema para a maior empresa portuguesa de energia, a Galp, que comercializará eletricidade e petróleo nas bolsas europeias. "O sucesso dos leilões por aqui abriu as portas para a internacionalização da nossa empresa", afirma Gerson Schmitt, presidente do conselho de administração da Paradigma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que os leilões brasileiros são tidos como um sucesso por quem mais importa -- os próprios investidores, que vão produzir a energia de que o país necessita. "Um dos pontos altos desse modelo de leilão é a transparência", afirma Enrique Pescarmona, presidente do grupo Impsa, que veio ao Brasil para acompanhar o leilão. "Não enxergamos maneiras de haver acordos por baixo da mesa, principalmente quando existem centenas de participantes na disputa." Em meio a blecautes por problemas em redes de transmissão, como o ocorrido em novembro, e ainda com a memória do desastroso racionamento de energia de 2001 e a ameaça que rondou 2008, não deixa de ser um alento que empresários e especialistas em energia afirmem que o país vem evoluindo no setor elétrico. Que continue assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3929199771720198157?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3929199771720198157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/de-vento-em-popa-sobre-o-leilao-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3929199771720198157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3929199771720198157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/de-vento-em-popa-sobre-o-leilao-de.html' title='De vento em popa (sobre o leilão de energia eólica no Brasil)'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S189kO3VZwI/AAAAAAAAAZc/ChvVT40X4UE/s72-c/eolica_b2b36eef2dab3340574a86a743cbd70a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-7581499789024426153</id><published>2010-01-14T05:48:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T05:53:12.116-08:00</updated><title type='text'>Prêmio Jovem Cientista 2010 - Energia e Meio Ambiente - Soluções para o futuro</title><content type='html'>Nossas sociedades dependem fortemente do uso de combustíveis fósseis. Entretanto, projeções indicam que as reservas mundiais de petróleo podem se esgotar nos próximos 100 anos. Isso sem falar na emissão de gases de efeito estufa que o uso desses combustíveis causa. A ciência e a educação podem contribuir significativamente com a solução deste problema encorajando a pesquisa, o desenvolvimento e o uso de novas energias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os brasileiros são muito criativos quando se trata de lidar com este tipo de desafio. Fomos pioneiros na popularização do biocombustível e atualmente mais de 40% da oferta interna de energia tem origem em fontes renováveis. Mas, estamos longe de ter equacionada nossa questão energética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, estudos do biólogo Alexandre Kemenes, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia indicaram que usinas hidrelétricas na Amazônia estão emitindo mais gases de efeito estufa que as termelétricas de mesma potência. Por outro lado, ainda temos muito que evoluir na área de bioenergia – garantir que o uso de madeira e biomassa não reduza nossa riqueza biológica e usar o potencial para a geração de energia solar e eólica que o Brasil dispõe. Além disso, podemos aumentar a eficiência no uso da energia: no transporte, edificações, materiais e processos produtivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando neste terreno fértil em desafios para os jovens cientistas é que o CNPq, a Fundação Roberto Marinho e a Gerdau escolheram Energia e Meio Ambiente para ser o tema do XXIV Prêmio Jovem Cientista.  Se você é estudante de Ensino Médio, participe desta iniciativa. Basta desenvolver, com a ajuda de seu professor, uma redação sobre um dos temas a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema: Energia e Meio Ambiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Energia: geração e uso&lt;br /&gt;- A energia move o universo&lt;br /&gt;- Fontes renováveis, não-renováveis e geração de energia&lt;br /&gt;- Desenvolvimento humano e uso de energia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 - Impactos ambientais da geração e uso de energia&lt;br /&gt;- Efeito estufa, aquecimento global e protocolo de Kyoto&lt;br /&gt;- Poluentes e a camada de ozônio&lt;br /&gt;- Geração de energia e impactos sobre o ambiente e a biodiversidade&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3 - Impactos sociais da geração e uso de energia&lt;br /&gt;- Energia, economia e desenvolvimento&lt;br /&gt;- Energia e exclusão social&lt;br /&gt;- Saúde humana&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 - Soluções: sustentabilidade e energia&lt;br /&gt;- Fontes alternativas de energia não-poluente&lt;br /&gt;- Exploração sustentável dos recursos energéticos &lt;br /&gt;- Geração de energia elétrica e ambiente&lt;br /&gt;- Controle da emissão de poluentes&lt;br /&gt;- Tecnologias energéticas sustentáveis aplicadas ao campo e às cidades&lt;br /&gt;- Mudanças de hábitos e de padrões de desenvolvimento da geração e uso de energia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;www.jovemcientista.org.br&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;http://www.jovemcientista.cnpq.br/ (Estudantes de nível superior e graduados)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-7581499789024426153?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/7581499789024426153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/premio-jovem-cientista-2010-energia-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7581499789024426153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/7581499789024426153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/premio-jovem-cientista-2010-energia-e.html' title='Prêmio Jovem Cientista 2010 - Energia e Meio Ambiente - Soluções para o futuro'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-9204067830785360681</id><published>2010-01-14T05:15:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T05:16:49.536-08:00</updated><title type='text'>Mercado de eficiência energética deve retomar fôlego e crescer 35% em 2010</title><content type='html'>A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) prevê que projetos de eficiência energética devem retomar o crescimento em 2010 com um aumento de 35% comparado com 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retomada de projetos paralizados pela crise financeira em 2009 impulsionará um mercado calculado em R$1 bilhão anuais em investimentos, segundo Maria Cecília Amaral, Diretora Executiva da Abesco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado de eficiência energética nacional cresceu 15% em 2009, atingindo um movimento de R$900 milhões, apesar da crise financeira, que o influenciou. No ano de 2008, o crescimento foi de 24% comparado com o ano anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com a crise, muitas empresas colocaram em stand-by os projetos de eficiência energética que seriam realizados no começo de 2009, mas hoje a indústria está retomando o fôlego e acreditamos que, além de novos projetos, os que ficaram parados serão retomados", disse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo técnicos da Abesco o valor de investimento, médio, dos projetos varia de R$ 60 mil, em projetos menores, e R$800 mil a R$ 1,5 milhão em projetos de grande porte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O momento é propício para a implementação de projetos, pois o potencial de ganho é muito alto", disse José Starosta, presidente da Abesco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a entidade, o desperdício de energia elétrica no Brasil está estimado em cerca de R$17 bilhões por ano e que o potencial de redução media do consumo de energia é de 15% para a indústria, 27% na área comercial e 45% nos edifícios públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação conta com 85 empresas afiliadas das quais 70 são empresas de conservação de energia (Escos), o restante é composto por fundações e entidades setoriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente da entidade, os números falam por si e a crescente consciência ambiental e necessidade econômica devem transformar eficiência energética em obrigatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os números são absurdos, só falta convencermos nossos clientes", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Starosta deu como exemplo os Estados Unidos que vem investindo milhões em programas de eficiência energética, segundo ele, impulsionado pelo ex presidente americano e ganhador do prêmio Nobel da Paz Al Gore, que há anos alertou sobre os prejuízos financeiros da perda de energia elétrica no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Sustentabilidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-9204067830785360681?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/9204067830785360681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/mercado-de-eficiencia-energetica-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9204067830785360681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/9204067830785360681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/mercado-de-eficiencia-energetica-deve.html' title='Mercado de eficiência energética deve retomar fôlego e crescer 35% em 2010'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5961672120216086724</id><published>2010-01-12T14:54:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T14:56:29.641-08:00</updated><title type='text'>Sustainable Life Media Launches Sustainable Brands Boot Camp Series: An Introduction to Sustainable Business Innovation</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Sustainable Life Media announces the first Sustainable Brands Boot Camp, a 13 part online course in sustainable innovation. The course is designed to teach companies to build business value and brand equity by innovating for sustainability, and give students additional resume qualifications and the tools to enact change from within their company.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Developed by the producers of the Sustainable Brands Conference, Boot Camp participants learn from some of the world's top sustainable business thought leaders, each a leading sustainable business expert in his/her specialty. These long-time sustainability practitioners have consulted with top global brands, including Coke, Pepsi, Walmart, UPS, HP and Kraft, among many others.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Designed for executives and managers seeking to understand how to identify and respond to today's market demands around improving the environmental and social impact of business, the course follows Sustainable Life Media's 4-step prescription for building the better brands of the future: "Observe, Re-Design, Measure and Communicate." Sessions are designed to fit a lunch hour and are also available on demand. New sessions are added weekly which students may join live or as it fits their schedule. With a commitment of 13-20 hours, students will gain a solid grounding in the core disciplines needed for moving successfully in to the new age of sustainable business. Topics include: market drivers, new business opportunities, business model and product innovation strategies, supply chain and metrics best practices, and designing communications that work.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;The first three sessions are available on-demand. The 4th Boot Camp session will be recorded live during the course's regular weekly time slot on Friday, December 11th at 1 PM EST. This week, Carol Holding and Dr. Lucille Pilling will detail their 6 Organizational Models for Integrating CSR with Brands.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;An excerpt of Will Sarni's expansive Introduction to Opportunities in Sustainable Innovation (Week 2) and his more detailed look at some specific responses to the growing problems of water, energy and climate change is available for complimentary review at:&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;a href="http://www.sustainablelifemedia.com/events/online/sbbootcamp/schedule/willsarni"&gt;http://www.sustainablelifemedia.com/events/online/sbbootcamp/schedule/willsarni&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(90, 90, 90); font-family: arial, verdana, sans-serif; line-height: 17px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; color: rgb(90, 90, 90); line-height: 1.5em; font-size: 1.3em; "&gt;&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Full 76min Video Available On Demand&lt;/strong&gt; - &lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;a href="https://www.regonline.com/782317" target="_blank" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; color: rgb(69, 49, 22); "&gt;Register Today!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; color: rgb(90, 90, 90); line-height: 1.5em; font-size: 14px; "&gt;While sustainable innovation opportunities are numerous, none are more important in the coming years than those addressing carbon footprints, water, and waste. Join Will Sarni as he highlights examples of how companies and communities in a variety of sectors are tackling these three issues head on through initiatives and long term projects designed to measure &amp;amp; achieve real results.&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; color: rgb(90, 90, 90); line-height: 1.5em; font-size: 14px; "&gt;William Sarni has more than 30 years of experience providing sustainability and environmental consulting services to private and public-sector enterprises. He founded and currently serves as the chief executive officer of DOMANI (www.domani.com), a consulting firm that provides innovative business and technical sustainability solutions to companies committed to increasing revenue, mitigating risk and improving operating efficiency.&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; color: rgb(90, 90, 90); line-height: 1.5em; font-size: 14px; "&gt;&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Sustainable Brands Boot Camp&lt;/strong&gt; – 13 week online training series designed to teach professionals strategies for building business and brand value through sustainable innovation. Taught by leading experts, topics include market drivers, business model and product innovation, supply chain partnerships, brand strategy and marketing, metrics, and more. Available live and on-demand. Find out more at &lt;a href="http://bit.ly/sbbootcamp" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; color: rgb(69, 49, 22); "&gt;http://bit.ly/sbbootcamp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5961672120216086724?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5961672120216086724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/sustainable-life-media-launches.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5961672120216086724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5961672120216086724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/sustainable-life-media-launches.html' title='Sustainable Life Media Launches Sustainable Brands Boot Camp Series: An Introduction to Sustainable Business Innovation'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-5293378399510488788</id><published>2010-01-11T07:09:00.000-08:00</published><updated>2010-01-11T07:12:35.533-08:00</updated><title type='text'>O Sal gera eletricidade</title><content type='html'>O Sal é a chave de um inovador mecanismo de produção de energia eléctrica na Noruega.&lt;br /&gt;A osmose é um processo básico na natureza e que é usado a nível industrial nos processos de dessalinização. No entanto, cientistas noruegueses descobriram uma outra forma de utilizar este mecanismo, agora para gerar eletricidade. Os pesquisadores construíram o protótipo de uma central elétrica osmótica na margem do fiorde de Oslo e que tirará partido do fenômeno de osmose e do encontro da água salgada com a água doce: quando os dois tipos de água se encontram de lados diferentes de uma membrana que retém o sal mas deixa passar a água gera-se um afluxo de água na direção da água salgada, o que causa um aumento de pressão que pode ser utilizado para acionar uma turbina e gerar eletricidade. Embora o protótipo agora construído seja de pequena dimensão, gerando apenas 4KW, o objectivo é mais tarde aplicar o princípio a grande escala, numa central que entre em funcionamento até 2015 e que produzirá cerca de 25 MW de eletricidade, o suficiente para abastecer 10 000 lares.Uma das vantagens desta nova tecnologia em relação às que aproveitam a energia solar ou eólica é que produz uma quantidade de energia estável e previsível independentemente das condições atmosféricas, afirma Stein Erik Skilhagen, que dirige o projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: www.wbcsd.org&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-5293378399510488788?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/5293378399510488788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/o-sal-gera-electricidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5293378399510488788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/5293378399510488788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/o-sal-gera-electricidade.html' title='O Sal gera eletricidade'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-34761078442269277</id><published>2010-01-08T05:39:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T05:45:51.991-08:00</updated><title type='text'>Descentralização da Geração de Energia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 10px; color: rgb(77, 53, 30); font-weight: bold; "&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(79, 121, 91); font-size: 12px; font-weight: normal; line-height: 1.5em; text-transform: none; "&gt;Vejo que a maior parte dos países desenvolvidos e países em crescimento como a China e Índia veem buscando soluções para enfrentar o aquecimento global. Parte de suas importantes iniciativas se dão através da implantação de fontes de geração de energia. Tais fontes são as chamadas fontes de geração de energia sustentáveis, ou seja, limpas e renováveis.&lt;br /&gt;O Brasil, atualmente, é um dos países com matriz energética mais limpa do mundo, em torno de 48%, devido ao etanol e às hidrelétricas. No entanto, vemos que há uma pré-disposição de nossos governantes em caminhar em sentido contrário às tendencias mundiais de se gerar energia de maneira limpa e saudável: No PAC está previsto a construção de termoelétricas. Não entrando no mérito político e sem intensão de discutir os problemas ambientais que serão causados com a exploração e consumo do petróleo do pré-sal, venho sugerir uma reportagem, a qual poderá mostrar as vantagens de se implantar um programa de DESCENTRALIZAÇÃO da geração de energia.&lt;br /&gt;Acredito ser possível, através de um “benchmarking” de países como Alemanhã, mostrar as vantagens de se implantar tal programa. A idéia consiste na geração individual de energia, seja em um condomínio ou prédio, casas ou clubes, onde nestes seriam instalados painéis solares térmicos e fotovoltáicos, aerogeradores e sistemas de climatização, acompanhados de um programa de eficiência energética. Hoje tal procedimento não é viável a curto prazo, devido a seus custos, no entanto com a opoio do governo – com subsídios, créditos e redução de impostos – vejo que isso se torna possível.&lt;br /&gt;As vantagens da geração individual e descentralizada de energia traria diversas vantagens ambientais e econômicas. Diminuiria a necessidade de se construir novas usinas, consumiria-se menos combustíveis fósseis, geraria energia de maneira abundante, limpa e renovável, e ainda seriam criados empregos no segmento eólico e solar.&lt;br /&gt;Fica a susgestão de reportagem e espero que com esta, nossos governates a entendam como uma excelente sugestão de governo.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(79, 121, 91); font-size: 12px; font-weight: normal; line-height: 1.5em; text-transform: none; "&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;Domenico Machado.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(79, 121, 91); font-size: 12px; font-weight: normal; line-height: 1.5em; text-transform: none; "&gt;Gestor Ambiental&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(79, 121, 91); font-size: 12px; font-weight: normal; line-height: 1.5em; text-transform: none; "&gt;Reunião de Pauta - Cidades e Soluções&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-34761078442269277?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/34761078442269277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/descentralizacao-da-geracao-de-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/34761078442269277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/34761078442269277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/descentralizacao-da-geracao-de-energia.html' title='Descentralização da Geração de Energia'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-8238861120653007347</id><published>2010-01-08T04:28:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T04:30:39.636-08:00</updated><title type='text'>Cientistas criaram um novo tipo de célula solar</title><content type='html'>Cientistas do Laboratório Sandia, dos Estados Unidos, criaram um novo tipo de célula solar que, mais do que nenhuma outra, merece de fato ser chamada de "célula."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando as minúsculas partículas cintilantes usadas em decoração - conhecidas como glitter - as minúsculas células solares utilizam 100 vezes menos silício para produzir a mesma quantidade de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Microcélulas solares&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minúsculas células solares poderão ser incorporadas nas superfícies irregulares de prédios e veículos e até mesmo de roupas, transformando as pessoas em recarregadores solares ambulantes, que ficarão independentes das tomadas para recarregar seus aparelhos portáteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As "partículas solares" são fabricadas de silício cristalino, o mesmo material usado na fabricação das células solares tradicionais. Mas suas dimensões e seu formato abrem a possibilidade de novos usos impensáveis para os rígidos painéis solares. Elas têm ainda potencial para serem mais baratas e apresentarem uma eficiência maior do que os atuais coletores fotovoltaicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Painéis solares inteligentes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As células solares tipo glitter são fabricadas usando o princípio dos dispositivos microeletromecânicos (MEMS). Isto permitirá que os "painéis" ou outras superfícies sobre as quais elas forem fabricadas recebam também circuitos eletrônicos adicionais, integrando funções que hoje são desempenhadas por circuitos externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Módulos fotovoltaicos feitos a partir dessas microcélulas solares, para uso nos telhados das casas e dos prédios, poderão ter controles inteligentes, inversores e até mesmo sistemas de armazenamento de energia em nível de chip. Um módulo assim integrado poderia simplificar o design e até permitir a integração dos painéis com a rede de energia," diz o engenheiro Vipin Gupta, um dos criadores das microcélulas solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;100 vezes menos silício&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do potencial de redução dos custos da energia solar decorre do fato de que as microcélulas solares necessitam de relativamente pouco material - o caro silício cristalino - para criar células de grande eficiência e de funcionamento robusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medindo entre 14 e 20 micrômetros de espessura (um cabelo humano tem aproximadamente 70 micrômetros de espessura), elas são 10 vezes mais finas do que as células solares convencionais, mas operam nos mesmos níveis de eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com isto, elas usam 100 vezes menos silício para gerar a mesma quantidade de eletricidade," disse Murat Okandan, outro membro da equipe. "Como elas são muito menores e têm menos deformações mecânicas para um dado ambiente do que as células convencionais, as microcélulas solares podem também ser mais confiáveis no longo prazo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características e as minúsculas dimensões das microcélulas solares têm vantagens tanto no momento da fabricação quanto na hora da operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas podem ser fabricadas a partir de pastilhas de silício de qualquer dimensão. Como são fabricadas para serem independentes umas das outras - só sendo montadas em painéis numa etapa posterior - se uma célula der defeito, apenas ela estará perdida - hoje, uma pastilha de silício inteira pode se perder por um único defeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento da operação, um painel solar tradicional pode deixar de gerar energia mesmo quando apenas uma parte dele fica sombreado. Na mesma situação, as novas células solares que se mantiverem ao Sol continuarão gerando energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros testes indicam uma eficiência das microcélulas solares de 14,9%. Os módulos solares comerciais variam entre 13 e 20 por cento de eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Custo das células solares&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada microcélula solar é fabricada sobre a pastilha de silício, cortada em formatos hexagonais e pronto. Cada uma delas já contém seus contatos elétricos pré-fabricados, graças às técnicas utilizadas na fabricação dos MEMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um robô industrial comum pode colocar até 130.000 peças de glitter por hora nos pontos de contato elétrico pré-estabelecidos no substrato que servirá de suporte para as células solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de microcélulas solares por módulo é determinado pelo nível de concentração óptica utilizada (concentradores são conjuntos de lentes usados para focar a luz do Sol e aumentar a eficiência das células solares individuais) e pelo tamanho do substrato - um número que variará entre 10.000 e 50.000 microcélulas solares por metro quadrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo dessa operação é de aproximadamente um décimo de centavo de dólar por peça. Os pesquisadores afirmam já estar trabalhando em uma técnica alternativa de automontagem, com potencial para reduzir os custos ainda mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-8238861120653007347?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/8238861120653007347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/cientistas-criaram-um-novo-tipo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8238861120653007347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/8238861120653007347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/cientistas-criaram-um-novo-tipo-de.html' title='Cientistas criaram um novo tipo de célula solar'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-803009206808559584</id><published>2010-01-08T04:04:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T04:09:38.347-08:00</updated><title type='text'>Columbia University Developing Hybrid Integrated Solar Energy System</title><content type='html'>Weidlinger Associates and Columbia University’s Fu Foundation School of Engineering and Applied Science announced recentlythat they have recieved a Phase I Small Business Technology Transfer (STTR) Program grant, supported by the U.S. Department of Energy (DOE), to expedite research of a “Hybrid Building Integrated Solar Energy System for Photovoltaic, Thermoelectric, and Heat Utilization.” The $150,000 award is being matched by an additional 10% commitment from New York State.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The multi-layered building-integrated solar panel, developed by Columbia Engineering professor Huiming Yin, produces both electricity and hot water. Initial tests suggest that it could achieve unprecedented cost and energy efficiencies. The patent-pending hybrid functions as a roof element rather than an accessory.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Only three of the 107 U.S. advanced technology firms that received initial grants were from New York State, and only this team was from New York City. This highly competitive award (there were 950 applicants) represents an $18 million investment of American Recovery and Reinvestment Act funds in clean energy technologies developed by U.S. small businesses. The most promising of these projects will qualify for another $60 million next summer in anticipation of selection for a Phase II grant to enhance the product’s marketability. As structural engineer, Weidlinger will contribute expertise in codes, materials, and constructability, focusing on design of the panel substrate and connection system and analysis of the demonstration building. HLW International will advise the team on fire resistance, waterproofing, insulation, aesthetics, and related architectural issues.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S0cgGS-USUI/AAAAAAAAAZU/f_8bRhQMN8M/s1600-h/solarpanel1-300x168.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 168px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S0cgGS-USUI/AAAAAAAAAZU/f_8bRhQMN8M/s320/solarpanel1-300x168.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424339568735570242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The new panel merges and improves upon proven photovoltaic and thermoelectric power-generation technologies. It is more effective than conventional photovoltaic panels at high temperatures and because of reduced thermal stresses, deteriorates less rapidly from environmental insults. As a building-integrated element that replaces structural sheathing and roofing materials, it represents the next generation of solar technology. Eliminating the redundancies of conventional non-integrated systems should lead to significant savings in materials and embodied carbon. Eliminating the numerous penetrations required for mounting detachable panels assures fewer leaks. The new panel technology is applicable to any type of roof, to new construction and renovation, and to a range of building types, from single-family homes to large commercial buildings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimental verification of Dr. Yin’s model advances fundamental understanding of the problem and sets a new standard for assessing long-term performance of solar solutions. Experimentation, development, and proofing for strength, performance, and durability will be conducted in the Robert A.W. Carleton Strength of Materials Laboratory of Columbia’s Department of Civil Engineering and Engineering Mechanics. &lt;br /&gt;“Thorough testing of the concept will play an especially important role in the development of this technology because of its multi-use nature covering structural, thermal, and solar aspects,” stated Professor Rene Testa, Carleton’s Director of Research. The Laboratory has a long history of supporting NYC infrastructure projects. In this application, its facilities will be used not only to test structural aspects but to simulate various weather conditions in a test chamber for predicting the panel’s performance and establishing the optimal configuration of the solar array.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: solarthermalmagazine&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-803009206808559584?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/803009206808559584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/columbia-university-developing-hybrid.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/803009206808559584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/803009206808559584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2010/01/columbia-university-developing-hybrid.html' title='Columbia University Developing Hybrid Integrated Solar Energy System'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/S0cgGS-USUI/AAAAAAAAAZU/f_8bRhQMN8M/s72-c/solarpanel1-300x168.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6760736444574615457</id><published>2009-12-16T10:53:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T10:59:58.826-08:00</updated><title type='text'>Realizado 1º leilão de energia elétrica gerada por fonte eólica</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SykuKemlotI/AAAAAAAAAZM/OEkdmejN2SQ/s1600-h/ee1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SykuKemlotI/AAAAAAAAAZM/OEkdmejN2SQ/s320/ee1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415910784438215378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro leilão de energia eólica no Brasil terminou nesta segunda-feira (14) após a negociação para a construção e operação de 71 empreendimentos com uma capacidade somada de 1.805,7 megawatts (MW), informaram fontes oficiais.&lt;br /&gt;Os 71 projetos abrigarão um total de 773 aerogeradores que poderão entrar em operação em 1º de julho de 2012 e terão um prazo de concessão de 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), organismo encarregado de realizar o leilão, calculou que, nos primeiros 20 anos, a soma destes parques de geração de energia eólica vão produzir 132.015 gigawatts por hora (GWh), 1,4% a mais do que é gerado em um ano pela usina hidroelétrica de Itaipu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço médio do megawatt ficou em R$ 148,39, valor 21,5% inferior ao teto marcado pelo Ministério, o que representará a negociação de contratos por R$ 19,59 bilhões ao longo dos 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço da energia era o critério de maior importância na concessão dos projetos. O destaque foi a oferta da empresa Coxilha Negra, de R$ 131, com um desconto de 30,69% para as três usinas que ganhou no sul do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nordeste &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram do leilão 339 projetos que, somados, poderiam gera dez mil megawatts, mas foram descartados todos aqueles que superaram o preço de R$ 189 por megawatt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria dos projetos para a geração de energia eólica licitados se concentra na região Nordeste, com destaque para o estado do Rio Grande do Norte, com 23 parques aprovados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este leilão pretende reforçar o perfil "verde" da geração elétrica no Brasil, que atualmente depende em 85,4% das fontes renováveis, principalmente de usinas hidroelétricas.&lt;br /&gt;Nesta linha, o Governo anunciou na semana passada a isenção permanente dos impostos que taxavam a comercialização de aerogeradores utilizados na produção de energia eólica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sykttzg9EyI/AAAAAAAAAZE/Ge8A02-up74/s1600-h/usina-itaipu-binacional.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 203px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sykttzg9EyI/AAAAAAAAAZE/Ge8A02-up74/s320/usina-itaipu-binacional.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415910291835523874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina de Itaipu é, atualmente, a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia. Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência instalada, fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 87,3% do consumo paraguaio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a usina de Itaipu atingiu um novo recorde histórico de produção de energia, com a geração de 94.684.781 megawatts-hora (MWh). O recorde anterior era do ano 2000, quando Itaipu gerou 93.427.598 MWh.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6760736444574615457?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6760736444574615457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/12/realizado-1-leilao-de-energia-eletrica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6760736444574615457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6760736444574615457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/12/realizado-1-leilao-de-energia-eletrica.html' title='Realizado 1º leilão de energia elétrica gerada por fonte eólica'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SykuKemlotI/AAAAAAAAAZM/OEkdmejN2SQ/s72-c/ee1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-3594378451499490731</id><published>2009-12-09T09:09:00.000-08:00</published><updated>2009-12-10T10:04:49.714-08:00</updated><title type='text'>Metas de redução na emissão de GEE</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sx_gRaJFjdI/AAAAAAAAAY4/D0x9MZ9xlL4/s1600-h/COP15-logo-small.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sx_gRaJFjdI/AAAAAAAAAY4/D0x9MZ9xlL4/s320/COP15-logo-small.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413291866802458066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Abaixo segue uma relação de algumas países e suas metas (compulsórias) de redução na emissão dos Gases do Efeito Estufa, que estão sendo apresentadas em Copenhague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;USA:&lt;br /&gt;20% em relação a 2005, que representa a uma redução entre 3% e 6% em relação a 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UE:&lt;br /&gt;De 20% a 30% em relação a 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rússia:&lt;br /&gt;Até 25% menos em relação a 1990&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japão&lt;br /&gt;25% em relação a 1990&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Austrália&lt;br /&gt;De 5% a 25% em relação ao ano de 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canadá&lt;br /&gt;20% em relação a 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil&lt;br /&gt;Entre 36,1%  e 38,9% de redução até o ano de 2020 se nada fosse feito (O Brasil não possui um inventário atualizado de suas emissões, sendo que o único existende foi apresentado em 2006, porém com dados de 1996).&lt;br /&gt;Redução de 22% a 25% em relação ao nível de 2005&lt;br /&gt;Aumento de 21% em relação ao ano de 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;China&lt;br /&gt;Menos 40% a 45% por unidade do PIB até o ano de 2020. Não tenho dados se fosse com relação ao que é emitido hoje ou em relação ao ano de 1990, o que seria mais objetivo. No entanto, parece-me que a emissão, com essa meta, dobraria até 2020. (Segundo a Fundação Brasileira para o desenvolvimento sustentável é de 253% a mais em relação a 1990 e mais 90% em relação a 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Índia&lt;br /&gt;De 20% a 25% até 2020 em relação ao ano de 2005.&lt;br /&gt;Segunado a FBDS, a Índia aumentará a emissão em 229% em relação a 1990 e 125% em relação aos índices de 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Para a ONU, o ano base (parâmetro) para as reduções é 1990.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-3594378451499490731?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/3594378451499490731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/12/metas-de-reducao-na-emissao-de-gee.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3594378451499490731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/3594378451499490731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/12/metas-de-reducao-na-emissao-de-gee.html' title='Metas de redução na emissão de GEE'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Sx_gRaJFjdI/AAAAAAAAAY4/D0x9MZ9xlL4/s72-c/COP15-logo-small.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-538506967344811962</id><published>2009-12-04T10:17:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T10:53:58.089-08:00</updated><title type='text'>Reduzir energia para gerar economia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SxlavROqFkI/AAAAAAAAAYw/-Ar_UikdZuQ/s1600-h/Lean%2520Manufacturing.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SxlavROqFkI/AAAAAAAAAYw/-Ar_UikdZuQ/s320/Lean%2520Manufacturing.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411456195387594306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Produtores lean usam muitas ferramentas de melhoria de processos para obter e manter eficiência, flexibilidade e lucratividade. Tais ferramentas permitem substituir depósitos de estoque ociosos por redes velozes de informações, transformar restrições de capacidade em produção de resposta rápida e padronizar processos para obter qualidade consistente em escala global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como essas empresas gerenciam custos de energia em espiral, dependem continuamente da melhoria do processo lean para reduzir desperdícios e proteger lucros. Certamente, há uma demanda social por economia de energia a fim de preservar o meio-ambiente, contudo, os empresários sabem que a redução de energia também é crucial para a sobrevivência a longo prazo das empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia é essencial para a produção. No entanto, quando comparada superficialmente com outras matérias-primas amplamente consumidas, se tornou uma das mais caras e voláteis. Assim, estabilizar os processos de consumo de energia e remover o máximo de desperdício possível tornaram-se obrigação para quem quer continuar competitivo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os tipos de negócios pagam mais pela energia, e os indicadores mostram que esta tendência continuará. Os aumentos atingem fortemente os industriais, pois eles consomem uma grande quantidade de energia em seus processos de produção, precisam de energia para transportar as mercadorias até os clientes e, freqüentemente, usam fontes de energia como gás natural e petróleo como matérias-prima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Administração das Informações sobre Energia dos EUA, o custo do gás natural, que é a fonte de energia mais comum nas indústrias, aumentou 9,3 % de 2007 a 2008 e espera-se um acréscimo de, pelo menos, 1,9 % de 2008 a 2009. Felizmente, os produtores têm amplas oportunidades de reduzir o consumo de energia por meio do uso comum de ferramentas e técnicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benefícios da redução de energia pela melhoria do processo lean -Tradicionalmente, as atividades lean não destacavam o uso de energia, mas nós sabíamos que os fabricantes que as aplicavam na produção obtinham uma significativa vantagem competitiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela aplicação das atividades lean no uso de energia, uma instalação média pode reduzir seu consumo em até 20%, dos quais 30% podem ser obtidos por mudanças de procedimentos e comportamentos. Empresários dos setores de agronegócios, alimentos e bebidas, papel e embalagens, além de outras indústrias de processo contínuo, têm o potencial de duplicar essas reduções, pois os processos operam sem interrupção e tendem a ser grandes consumidores de energia. Um empresário desses setores empenhado em cortar o consumo de energia conseguiu uma redução mínima de 10% em cada mudança processual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação da mentalidade lean ao consumo de energia requer o mesmo conhecimento de criação de valores e redução de desperdício que das aplicações lean tradicionais. As práticas lean visam tornar as empresas mais competitivas e lucrativas, aumentando atividades que agregam valor e diminuindo ao máximo as que não agregam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das empresas tem a grande oportunidade de reduzir atividades que não agregam valor porque, normalmente, 95% de qualquer processo é desperdício de tempo ou atividade. Podemos acrescentar um oitavo item à lista padrão de sete desperdícios: o desperdício de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, precisamos compreender duas verdades sobre a melhoria do processo lean antes de usar ferramentas para reduzir o consumo de energia. Primeiro, a melhoria do processo lean é uma parte do gerenciamento lean, que requer um amplo compromisso de mudar a cultura dos líderes de uma empresa. O gerenciamento lean não é um conjunto de ferramentas ou um meio para reduzir desperdício em si próprio e por si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos benefícios de colocar freqüentemente em prática o gerenciamento lean é a redução nos desperdícios e o aumento subseqüente do fluxo de caixa. Isso, no entanto, é apenas parte da meta final deste gerenciamento: gerar sustentabilidade de longo prazo por meio da melhoria contínua e desenfreada dos processos, o que alimenta a criação exponencial de valor para o cliente ao menor custo possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestão lean de energia deve ser parte de uma infra-estrutura de administração de energia que inclua gestão de ativos, desenvolvimento de fornecedor, seleção de locais estratégicos e outros fatores relevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capturando a Energia Desperdiçada - A chave é prevenir perdas. As fábricas consomem mais de 80 de energia enquanto transformam matérias-primas em bens acabados. Este é um bom lugar para começar a identificar o desperdício, pois eliminá-lo significaria um impacto substancial e imediato. Dois modos pelos quais empresas podem começar a capturar a energia perdida imediatamente: encontrar e consertar vazamentos e administrar o desperdício de equipamentos e processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicando o Kaizen à Redução de Energia - Propagar e manter os aprimoramentos dos kaizens de energia requer a mesma infra-estrutura de procedimentos disciplinados dos outros esforços de melhoria contínua. Entre eles estão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho padrão: procedimentos precisos estabelecidos para cada tarefa do operador com base na taxa de desempenho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5S: com freqüência, é a primeira etapa para remover o desperdício em uma área ou processo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciclo PDCA (Planejar-Desempenhar-Conferir-Agir): um ciclo de melhoria introduzido por W. Edwards Deming que propõe uma mudança em um processo (planejar), implementa a alteração (desempenhar), avalia os resultados (conferir) e requer ajustes (agir) com base nos resultados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerenciamento visual: expor todas as ferramentas de desempenho de um processo ou sistema de modo que todos os envolvidos possam compreender imediatamente o status do processo ou sistema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhoria contínua do lean sempre enfatizou a redução do desperdício. Isso faz tanto as ferramentas lean quanto as kaizen ideais para procurar e remover o desperdício de energia. Visivelmente, os benefícios da redução de tal consumo incluem uma projeção da responsabilidade para funcionários, clientes, comunidades, reguladores e legisladores. Internamente, os industriais tiram proveito da economia imediata e freqüente dos custos, de processos mais estáveis e de um avanço para programas de certificação como a ISO 14001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as preocupações com as mudanças climáticas e a proteção dos recursos demandam a atenção dos negócios que são grandes consumidores de energia, a obrigação competitiva de aumentar o valor para o cliente, controlando os custos, fica em evidência. Felizmente, as ferramentas de melhoria de processo lean, comuns e comprovadas, podem ajudar as empresas a enfrentarem ambos os desafios&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-538506967344811962?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/538506967344811962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/12/reduzir-energia-para-gerar-economia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/538506967344811962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/538506967344811962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/12/reduzir-energia-para-gerar-economia.html' title='Reduzir energia para gerar economia'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SxlavROqFkI/AAAAAAAAAYw/-Ar_UikdZuQ/s72-c/Lean%2520Manufacturing.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-6619319485184383712</id><published>2009-11-22T18:15:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T18:19:32.602-08:00</updated><title type='text'>Tecnologia solar - breve histórico</title><content type='html'>A energia do sol pode ser usada de maneiras diferentes. A chamada energia solar termal é obtida através da conversão do calor solar em calor útil, para água de chuveiro quente ou aquecedor, por exemplo. Fotovoltaicos, ao contrário, significa transformar a radiação solar em energia elétrica. Para que isso seja feito, células solares individuais são combinadas para criar módulos solares.&lt;br /&gt;As células solares consistem de um material semicondutor (geralmente o silicone) onde a irradiação da luz é separada em carregadores negativos (elétrons) e positivos. Um campo elétrico criado pelos desequilíbrios selecionados no semicondutor separa os carregadores. O resultado é uma falta de elétrons em um lado e um excesso deles no outro. Esta tensão elétrica pode ser coletada com um contato metal nos lados superiores e inferiores.&lt;br /&gt;O físico francês Alexandre Becquerel já havia descoberto o efeito fotovoltaico, quando os pares de carregadores elétricos são separados ao serem atingidos pela luz solar, em 1839. Em 1884, o americano Charles Fritts descreveu a força eletromotor em selênio iluminado e construiu a primeira célula solar. Entretanto, sua eficácia foi mínima.&lt;br /&gt;A explicação científica para o fato de que a luz pode ser transformada diretamente em eletricidade foi dada por Albert Einstein em 1905. O seu trabalho sobre a lei do “efeito fotoelétrico” de 1905 fornece a fundação dos fotovoltaicos modernos.&lt;br /&gt;Na verdade foi uma coincidência que nos levou até a célula solar moderna. Calvin Fuller e Gerald Pearson estavam desenvolvendo um transistor e criaram a célula solar quase que como o resultado de uma experiência. Juntos com o colega Darryl Chapin, os pesquisadores apresentaram seu “Aparato Conversor de Energia Solar” com base de silicone em 1953. Esta foi então a grande descoberta. Em 1958, o primeiro satélite com um dispositivo de energia fotovoltaica já estava flutuando no espaço. Hoje, a energia suprida pelos módulos fotovoltaicos é a energia padrão para espaçonaves.&lt;br /&gt;No início a energia fotovoltaica era uma forma de tecnologia cara usada somente em aplicações especiais. Mas a crise do óleo em 1973 e a catástrofe de Chernobyl em 1986 forçaram a pesquisa de novas fontes regenerativas de energia. A conversão de luz solar em eletricidade e calor originou um grande ‘boom’, finalmente se tornando mais acessível para ser utilizada em residências particulares.&lt;br /&gt;Atualmente, as chamadas células solares de filme fino estão sendo produzidas. O custo-benefício é eficiente já que muito pouco silicone é necessário para fazê-las. As células são vapores depositados em um meio como vidro e podem então ser instaladas facilmente em fachadas, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7280805430131861141-6619319485184383712?l=meioambienteenergia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/feeds/6619319485184383712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/11/tecnologia-solar-breve-historico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6619319485184383712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7280805430131861141/posts/default/6619319485184383712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meioambienteenergia.blogspot.com/2009/11/tecnologia-solar-breve-historico.html' title='Tecnologia solar - breve histórico'/><author><name>Domenico Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09015322579010643558</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/SrfAt4-4DhI/AAAAAAAAAPw/3dbNWueZCMo/S220/Euuuu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7280805430131861141.post-179707305480712266</id><published>2009-11-22T18:01:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T18:07:56.378-08:00</updated><title type='text'>COP 15</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Swntt7A0SPI/AAAAAAAAAYg/IGbixWP3GNE/s1600/COP15.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407114200826005746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 244px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Swntt7A0SPI/AAAAAAAAAYg/IGbixWP3GNE/s320/COP15.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O que é a COP-15?&lt;br /&gt;A COP-15 é a sigla da 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC). A COP é o organismo supremo da Convenção e se reúne anualmente para avaliar a implementação do tratado. Já foram realizadas 14 COPs desde a adoção da Convenção na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1992 (Rio-92). A COP-15 será realizada em Copenhague, capital da Dinamarca, entre 7 e 18 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quem participará?&lt;br /&gt;A Convenção do Clima foi assinada pela União Europeia e por 191 países, somando, portanto, 192 partes com direito a voto na COP-15. Para a COP aprovar uma proposta, a decisão precisa ser de consenso entre todas as partes presentes. São esperadas mais de 15 mil pessoas na COP-15 entre diplomatas, funcionários dos governos e da ONU, assessores, ativistas e jornalistas, além de chefes de Estado e governo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que será discutido?&lt;br /&gt;O principal objetivo da COP-15 é aprovar um novo acordo climático que reduza substancialmente as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromissos do Protocolo de Kyoto. Também farão parte do acordo diretrizes para ações de adaptação às mudanças climáticas e a transferência de tecnologias dos países ricos às nações em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Swnt-d_BnbI/AAAAAAAAAYo/zViYV4RunGM/s1600/interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407114485091638706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 147px; CURSOR: hand; HEIGHT: 101px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zweploQCWbc/Swnt-d_BnbI/AAAAAAAAAYo/zViYV4RunGM/s320/interroga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há risco de não haver acordo?&lt;br /&gt;O maior problema para fechar um acordo é a falta de uma proposta de corte nas emissões de carbono dos Estados Unidos. O presidente Barack Obama vai modelar sua proposta conforme as diretrizes da lei de clima e energia em tramitação no Congresso do país. Como a lei não deve ser aprovada antes da COP-15, é possível que o novo acordo climático seja concluído apenas em 2010.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Que meta de redução nas emissões de gases-estufa deveria ser contemplada no acordo?&lt;br /&gt;Em seu relatório de 2007, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), ligado à ONU, recomendou diminuição até 2020 de 25% a 40% nas emissões dos países desenvolvidos. O corte nos gases deve tomar como parâmetro as emissões ocorridas em 1990, que somaram quase 19 bilhões de toneladas (incluindo EUA na conta). Logo, os países precisariam reduzir as emissões para um faixa entre 11 bilhões e 14 bilhões de toneladas de gases-estufa em 2020. O IPCC também recomendou as emissões do mundo inteiro sejam cortadas pela metade até 2050, objetivo que depende de cortes também significativos nas emissões dos países em desenvolvimento. Só assim aumentará a chance de que a temperatura não subirá mais que 2 graus Celsius neste século.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Por que a temperatura não pode subir mais que 2 graus?&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, esse é o limite para evitar um descontrole perigoso no clima da Terra. Tal cenário poderia provocar impactos mais catastróficos para a vida no planeta, como a extinção em massa de animais e plantas, o aumento acelerado no nível do mar, freqüentes e severas tempestades e furacões, avanço veloz dos desertos, ondas de calor e proliferação de doenças.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Que metas os países desenvolvidos apresentarão em Copenhague?&lt;br /&gt;A Noruega anunciou até o momento a meta mais elevada, um corte de 40% nas suas emissões até 2020 em relação a 1990. Em seguida, vem Reino Unido (34%), Japão (25%) e União Europeia (20%), que pode elevar sua meta a 30%, se os outros países desenvolvidos fizerem o mesmo. O projeto da lei de clima e energia em tramitação no Senado dos EUA prevê corte de 7% na comparação com 1990.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Haverá metas para os países em desenvolvimento?&lt;br /&gt;Como os países desenvolvidos são responsáveis por 75% do carbono lançado na atmosfera desde 1850, os países em desenvolvimento recusavam-se a aceitar metas obrigatórias para cortar suas emissões. Entretanto, a contribuição desses países para o aquecimento global vem aumentando bastante nos últimos anos, em virtude do maior uso de carvão, gás natural e derivados de petróleo na geração elétrica e das altas taxas de desmatamento de suas florestas. Por isso, ante forte pressão de ambientalistas e países ricos, alguns países em desenvolvimento, particularmente as maiores economias do grupo, já admitem apresentar propostas para desacelerar a tendência de crescimento em suas emissões. Isto é, eles continuariam aumentando as emissões, para não frear o crescimento de suas economias. Mas elas aumentariam menos do que o crescimento hoje projetado para 2020. Para isso, eles receberiam ajuda financeira e tecnológica dos países ricos para investimentos em tecnologias limpas e na conservação florestal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;As florestas serão contempladas no novo acordo climático?&lt;br /&gt;Segundo o relatório de 2007 do IPCC, o desmatamento responde por 17% das emissões globais de gases de efeito estufa a cada ano. Apesar disso, o desmatamento ficou de fora do Protocolo de Kyoto. Para preencher a lacuna, discute-se a inclusão no acordo climático do mecanismo de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd). Os países com elevadas taxas de desmatamento seriam incentivados a promover projetos de conservação florestal e combate ao desmatamento com dinheiro do Redd.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;De onde virá o dinheiro para financiar atividades de Redd?&lt;br /&gt;Ainda não há consenso sobre a arquitetura financeira do mecanismo. Há inúmeras opções sob estudo, desde doações de países ricos, como ocorre no Fundo Amazônia do governo brasileiro, até créditos de carbono gerados por atividades de Redd, que seriam comprados pelos países desenvolvidos. Dessa maneira, eles cumpririam parte da meta investindo na redução das emissões países florestais, que sai mais barato do que substituir combustíveis fósseis por energias renováveis em suas economias.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que pode ser feito para proteger ecossistemas e populações humanas das mudanças climáticas?&lt;br /&gt;As mudanças climáticas já afetam as regiões mais vulneráveis ao fenômeno, localizadas nos países em desenvolvimento. No acordo climático, serão definidas obrigações de ajuda dos países industrializados a programas de adaptação nos países em desenvolvimento. Diversas medidas terão que ser executadas para atenuar impactos, como o deslocamento de populações para áreas mais seguras, troca de tubulações nas redes de drenagem para suportar chuvas mais pesadas e o desenvolvimento de plantas agrícolas mais resistentes a secas. O Banco Mundial estima que os gastos anuais com adaptação nos países em desenvolvimento vão variar de 75 bilhões a 100 bilhões de dólares.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Por que o tema da tecnologia é considerado um dos eixos centrais do novo acordo climático?&lt;br /&gt;Para diminuir emissões de gases-estufa e implementar ações de adaptação às mudanças climáticas, é necessário desenvolver e comprar tecnologias como turbinas eólicas, energia solar fotovoltaica e biocombustíveis. O novo acordo terá de criar instrumento que facilite e barateie o acesso dos países em desenvolvimento a tecnologias que ajudam o planeta a combater o aquecimento global. Geralmente, os detentores das patentes dessas tecnologias estão no Primeiro Mundo. Por conseguinte, discute-se a criação de um fundo que pague royalties para o uso de tecnologias por países pobres. Uma ideia mais controversa é utilizar o licenciamento compulsório (conhecido como quebra de patente) quando não houver acordo com o proprietário da tecnologia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Qual o montante financeiro necessário para ajudar os países em desenvolvimento a diminuir suas emissões?&lt;br /&gt;Nenhum país anunciou ainda o montante de recursos que disponibilizará para ajudar os países em desenvolvimento em ações de corte nos gases-estufa e adaptação às mudanças climáticas. O que circulam no momento são estimativas sobre custos das medidas e valor total da ajuda. A União Europeia (UE) calcula gasto anual de aproximadamente 150 bilhões de dólares. Mas até 40% desse montante seriam providos pelos próprios países em desenvolvimento, segundo proposta em discussão na UE. Já a China defende que os países ricos prestem ajuda equivalente a 1% de seu Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas em um país), que totalizaria algo próximo a 400 bilhões de dólares ao ano. Outro ponto polêmico no tema 
